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09.07.19 | TRAC Comunicação

Autor de gol aos 48’ do segundo tempo e com defesas impecáveis, goleiro Rodrigo, da equipe Trovões, é o craque da 12ª rodada

O prêmio do craque da 12ª rodada da Supercopa das Estrelas ficou literalmente em boas mãos. O goleiro Rodrigo, da equipe Trovões, faturou a votação com 35,7% dos votos e foi o primeiro arqueiro a garantir o prêmio neste ano.

Com defesas difíceis no decorrer da partida, inclusive defendendo um pênalti, o atleta ainda marcou um gol inusitado para a posição, aos 48 minutos do segundo tempo, em um chute da entrada da área. Como prêmio, ele levará uma flâmula do patrocinador Dreher Advogados.

Jean da equipe Afilhados teve 16,7% dos votos. Pisca, do time Canhotinhas, ficou na terceira colocação com 16,7%. Com 14,3%, Vine, da agremiação Os Xerifes, ficou no quarto lugar. E Gibinha, do time Gerreiros, teve 9,5%. Os atletas Belon e Mazzarotto tiveram seus votos invalidados.

O craque Rodrigo tem uma curiosidade e já foi atleta profissional. Por 15 anos jogou boliche, inclusive disputou o Pan Americano de 2007, representando o Brasil, ganhou a primeira medalha da história do boliche nacional, a de prata.

Confira a entrevista com o arqueiro artilheiro da 12ª Rodada.

Como foi marcar o gol de empate da sua equipe no final do jogo?

Foi meu primeiro gol oficial. Nuca pensei em fazer um gol. Mas tem aquela disposição do coletivo, de ajudar a equipe. Acho que isso me fez ir até o ataque aos 48 minutos, com a permissão do capitão. Quando cheguei, tinha muita gente no meio, orientei alguns atletas e fiquei na entrada da área. O Danilo percebeu e rolou a bola para mim. Chapei e coloquei a bola perto da gaveta e foi o gol. Uma oportunidade que nem sempre aparece e acabei ajudando.

Como você avalia sua atuação? Coroada com um gol nos acréscimos.

Foi umas das melhores da minha vida. Podia ser a melhor se fosse um jogo de vitória. Foi um jogo muito bom. Não errei nada. Goleiro entra em campo para zerar o jogo, ou seja, não cometer falhas. Não significa não tomar gols, mas é não falhar. Foi um jogo que eu zerei. Saídas firmes e seguras, acho que umas quatro defesas no mano a mano que tive êxito e são difíceis, chutes de fora da área e o gol para coroar. Não diria que foi o melhor jogo da vida por causa do resultado, um dois a dois, mas foi o que saí mais feliz com certeza, por ter feito um gol que não é normal para um goleiro que não bate falta e nem pênalti.

Qual a expectativa para a equipe Trovões para a sequência da competição?

A expectativa é boa. Temos que acreditar mais na equipe. É um time bom, é equilibrado, com pessoas boas, unido. Falta acreditar e sair o gol. Não perdemos nenhuma partida feia, sempre disputadas. Falta um pouco de tranquilidade para finalizar melhor, se organizar melhor em campo. Porque ganhar uma partida dará confiança para a equipe e os resultados começam a surgir. Vejo o Trovões como um time com potencial que precisa se recuperar no campeonato e temos chances e elenco para resgatar a confiança.

Para quem dedica esse prêmio?

O resultado vem sempre em equipe. Ninguém ganha nada sozinho. Tenho que agradecer ao Dudu Gasperin, que conheço há muitos anos e estamos fazendo um trabalho específico para prevenção de lesões e para goleiro, que tem me dado muito resultado, se não fosse por ele eu poderia nem estar jogando. Outro cara fera é o Renato Secco, o mestre, que sabe tudo de guapo. Eu treino com ele também e as orientações que ele me passa ajudam muito a evoluir. E por último meu capitão, o Favarim, que foi o primeiro cara a me convidar. Que nem sabia se ia ser capitão, só tinha uma expectativa e já tinha me convidado. Ter esse retorno, saber que as pessoas gostam de jogar comigo, por ser um cara legal, participativo, é demais.

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