Capitães

Alexandre André Rossi

Zamorano tem 46 anos, é microempresário, torcedor do Paraná Clube desde o saudoso Pinheiros. Como ele mesmo se denomina, é “marinheiro de primeira viagem” como capitão. Atua no Clube de Pais desde 2009. “Completo dez anos de casa e espero comemorar erguendo a taça”, destacou. Bicampeão no Clube de Pais, em 2012 com o Real Madrid e em 2017 com o XV de Piracicaba, tem duas grandes recordações. A primeira, como jogador, foi o título do Real Madrid. E, como pai, foi ver seu filho salvar um gol certo na final de 2015, pelo NY City. Fã de Zagallo, único tetracampeão, ele já deixa o recado: “ZamoranoCampeão tem treze letras!”, afirmou o Zamorano

Augusto Mazur

Aos 37 anos, Mazur vai para seu terceiro ano como capitão. Em 2018, comandou o Huracán, que terminou o campeonato em 12º lugar. Publicitário, teve como melhor colocação um quarto lugar, quando foi capitão da equipe do Lorient, em 2016. Torcedor do Athletico Paranaense, promete uma surpresa no seu sistema tático e avisa que é fã de Fernando Diniz como treinador. Ele espera realizar um sonho em 2019. “Se tudo der certo, terei a felicidade de ter o meu filho participando dessa família que é o Clube de Pais. Será um sonho para ele poder jogar comigo e, para mim, poder jogar com ele”, destacou Mazur.

Carlos Alberto Costa Ritzmann

Juiz de Direito, Ritzmann será pela primeira vez capitão. Estreou nos gramados do Clube de Pais em 2014, na equipe da Bélgica. Aos 54 anos, teve seu grande momento em 2018, com um vice-campeonato com o Independiente. Torcedor do Coritiba, ele tem em Telê Santana e Ênio de Andrade o espelho à beira do gramado. Já avisou que o ataque é sempre o melhor sistema. “Penso em um time coeso, o mais equilibrado possível em todos os setores, que preserve os princípios do Clube de Pais e celebre a amizade”, concluiu.

Ernani Mendes Silva Filho

Aos 46 anos, Ernani já foi duas vezes capitão. E tem em uma delas uma excelente recordação. “Quando fui capitão da Espanha e pude jogar ao lado do meu filho”. Juiz de direito e torcedor do Athletico Paranaense, desfila seu futebol no Clube de Pais desde 1992. Apesar do tempo que parrticipa da competição, foi campeão apenas uma vez. Fã do técnico Tiago Nunes, avisa os adversários que gosta de jogar no 4-4-2 ou no 4-2-3-1. “Tudo depende do adversário”, afirmou Ernani.

Felipe Sant Anna Vasques

Engenheiro, 32 anos, torcedor do Coritiba, está no Clube de Pais desde 2004. Esta será a quarta vez de Vasques como capitão. Com a braçadeira, levou o Ajax à terceira colocação em 2012. Seu único título no Clube de Pais foi em 2008, com o grupo do Flamengo. “Não vou me espelhar em nenhum treinador, mas gosto do Tite”, afirmou o capitão que prefere jogar no 4-3-1-2. Tem a vitória da Colômbia, em 2014, sobre a Itália como seu momento mais marcante no Clube. “A Itália era muito forte. Venceu o primeiro jogo e saiu na frente no segundo. Mas conseguimos a virada e tornamos o jogo inesquecível”, relembrou Vasques.

Jair José de Souza

Jair José é o “caçula” de tempo de Clube de Pais. Entrou em 2015, no LA Galaxy, que terminou na quinta colocação. Aos 43 anos, é empresário e torcedor do Coritiba. Gosta do técnico Guardiola e do sistema de jogo 4-4-2. Nunca conquistou um título e será pela primeira vez capitão, apesar de em 2018 ter sido auxiliar direto no Boca Juniors. Tem um momento mais que especial no Clube de Pais, que recorda com carinho. “A homenagem que meus amigos do Angers fizeram ao meu pai, após o seu falecimento em maio de 2016”, relembra Jair José.

Jorge dos Santos Souza Júnior

O professor Jorginho vem para 2019 com o status de capitão vice-campeão no ano passado, logo em sua primeira empreitada com a braçadeira. No seu segundo ano ao comando de uma equipe, tentará manter a estratégia do ano passado para o grupo. Aos 34 anos, torcedor do Corinthians, foi campeão em 2010 com o Uruguai. É fã do técnico Tite e do sistema 4-4-2. Seu momento inesquecível foi jogar com a família. “Em 2018, joguei com meu irmão no mesmo time. Mas, se não falha a memória, em 2009, meu pai, eu e meu irmão disputamos o torneio. Eu e meu pai no mesmo time. É muito legal”, destacou.

José Campos Hidalgo Neto

Zé Hidalgo é engenheiro e torcedor do Coritiba. Aos 38 anos, foi quatro vezes capitão e joga no Clube de Pais desde 2005. Foi duas vezes campeão como jogador: Flamengo (2008) e França (2004). Como capitão, chegou a duas semifinais: Santa Cruz (2011), que terminou em 4º, e Bordeaux (2016), que ficou em 3º. Ficou surpreso com o convite para ser capitão neste ano, não esperava. E já dá o recado aos adversários sobre o sistema de jogo. “Posse de bola e movimentação constante, mas é o perfil do elenco que define o sistema mais efetivo”, salientou Zé Hidalgo.

Lucas Oliveira Cordeiro

Aos 30 anos, Xermi é o capitão mais novo neste ano e terá sua primeira experiência à frente de uma equipe no Clube de Pais. Gerente de Canais na Pipefy, é torcedor do Coritiba, fã do técnico Jürgen Klopp, do Liverpool, e gosta do sistema 4-4-2. Atua no Clube de Pais desde 2012. Nunca foi campeão, mas ficou em terceiro lugar por duas vezes: Holanda (2014) e Colorado Rapids (2015). Já tem sua tática para buscar seu primeiro título este ano. “Prefiro fazer as escolhas baseado na força física e raça dos atletas. Para mim, esse perfil se sobressai no colégio e leva os times às fases finais! Vou tentar por essa linha!”, explicou Xermi.

Marcio Danilo Favarim

O consultor imobiliário Danilo Favarim tem 47 anos, é torcedor do Corinthians e joga no Clube de Pais desde 2007. Esta será a segunda vez que será capitão. Na primeira experiência, amargou a última colocação. Mais experiente, se espelhará em Carille, técnico do Timão, e pretende jogar no 4-4-2. Como jogador, ele tem estrela. É bicampeão no Clube de Pais e, por coincidência, fez o gol dos dois títulos que ganhou. Não é à toa que esses foram seus momentos inesquecíveis. Em 2010, pelo Uruguai, acertou uma linda cobrança de falta na prorrogação, sendo que a Itália jogava pelo empate. Em 2017, pelo XV de Piracicaba, marcou um lindo gol de voleio, no final do segundo tempo, contra a Ponte Preta.

Marcos Antonio Celles

Aos 54 anos, Celles iniciou sua carreira no Clube de Pais em 2011, na Copa do Nordeste. Corretor de imóveis, será a terceira vez que será capitão. Em 2016, foi vice-campeão com o Toulouse e, em 2018, ficou em sexto com o Gimnasia. Torcedor do Coritiba, ele prefere o sistema 4-4-2 e é fã de Jürgen Klopp, do Liverpool. “Ele consegue montar uma zaga sólida e do meio para frente é um time muito veloz e habilidoso”, comentou. Ele comentou que nenhuma sensação supera a de entrar em campo como capitão, em sua primeira final. Para buscar seu primeiro título no Clube de Pais, espera repetir a fórmula do Toulouse. “Vou procurar isso, mas, para repetir a fórmula, vai depender das escolhas que vou conseguir fazer. Era um elenco muito habilidoso. Mas a intenção é colocar o mesmo modelo de jogo”, concluiu Celles.

Murilo Marcel Buffa Meira

O professor de Educação Física, Murilo terá sua primeira experiência como capitão. Aos 31 anos, é torcedor do Athletico Paranaense e se espelhará no técnico Tiago Nunes. “Assim como ele, sou desconhecido nessa função e tentarei encarar esse ano como um divisor de águas na minha trajetória como capitão”, avaliou. No Clube de Pais desde 2012, foi campeão como jogador em 2016, com o PSG, seu único título. Fã de dois sistemas de jogo, 3-5-2 e 4-5-1, recorda com carinho do seu primeiro gol no Clube de Pais. “Foi o gol da vitória do meu time. Mas era véspera do Dia dos Pais e o meu pai estava vendo o jogo atrás do gol. Fiquei muito feliz”, relembrou.

Oscar Tavares da Mota Filho

Oscarzinho é o capitão mais experiente da temporada 2019. Além de ser o que tem mais idade, com 60 anos, já foi capitão algumas vezes. Foi capitão da Itália de 2010, vice-campeã, que para ele foi um dos times mais técnicos da história do Clube de Pais. Se não bastasse isso, participa do Clube de Pais há 27 anos. Industrial aposentado, é fá de Abel Braga e torcedor do Athletico Paranaense. Oscarzinho já foi campeão cinco vezes, um colecionador de títulos. Seu momento mais marcante é recente: um gol de falta pelo Lanús, no campo do Geraldinho contra o Boca Juniors. Foi uma cobrança da intermediária ofensiva que acabou na gaveta cruzada, sem chances para o goleiro.

Rafael Sprenger Falavinha

Aos 33 anos, Falavinha vem para seu terceiro ano seguido como capitão. Em 2017, foi vice com a Ponte Preta e, em 2018, terminou em décimo com o Lanús. Jornalista e administrador, é torcedor do Athletico Paranaense e fã do técnico Tiago Nunes. “O melhor treinador do mundo na atualidade”, avaliou. Seu sistema de jogo preferido é o 5-3-2. Atua no Clube de Pais desde 2004 e foi campeão três vezes: Bolivar (2004), Uruguai (2010) e New York City (2015). “Espero repetir os bons grupos que formei nos dois anos como capitão. Só espero que encaixe rápido como a Ponte, porque o Lanús cresceu muito no fim e bateu na trave para classificar. Mas já tenho meu plano para 2019 e conto com o Joma mais uma vez”, avaliou Falavinha.