Regulamento

CLUBE DE PAIS DO COLÉGIO MARISTA PARANAENSE

 

REGULAMENTO GERAL 2018

 

 

CAPÍTULO I – DOS ATLETAS

 

Art. 1.º – Somente poderão participar do campeonato atletas devidamente inscritos pelas equipes, conforme relação em poder da Diretoria de Futebol do Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense.

 

Art. 2.º – Será obrigatória a identificação dos atletas nos jogos de sua equipe ao anotador em serviço na mesa (mesário), antes do início da partida, sempre que solicitado.

 

Art. 3.º – A Diretoria de Futebol poderá exigir a apresentação de qualquer documento pessoal do atleta, caso ocorra essa necessidade, ou mesmo convocar a sua presença em reunião para prestar esclarecimentos.

 

Art. 4.º – Os atletas terão condições de participar das partidas desde que estejam rigorosamente em dia com suas obrigações financeiras perante o Clube de Pais no tocante ao pagamento das taxas de: (i) inscrição e; (ii) multas em razão do recebimento de cartões.

 

            Parágrafo único – Caberá ao Presidente do Clube de Pais estabelecer, antes do início da competição, as condições de adimplemento dos atletas.

 

 

CAPÍTULO II – DAS EQUIPES

 

Art. 5.º – Somente poderão participar dos jogos as equipes que tiverem no mínimo 7 (sete) atletas devidamente uniformizados e dentro do campo de jogo.

 

Art. 6.º – Todos os atletas que estiverem devidamente uniformizados e em condições normais de jogo deverão participar, obrigatoriamente, de no mínimo 45 (quarenta e cinco) minutos do jogo pelas equipes em que estiverem inscritos, considerando-se para esta contagem inclusive o tempo eventualmente jogado no gol. Qualquer outra decisão do(s) atleta(s) deverá ser relatada em súmula pelo mesário, a pedido do próprio atleta ou capitão da equipe.

 

Parágrafo 1.º – Entende-se em condições normais de jogo todo atleta devidamente em dia com suas obrigações financeiras e em condições físicas e psíquicas ideais para a prática do futebol.

 

Parágrafo 2.º – Caberá única e exclusivamente ao atleta definir, sempre pautado pela boa-fé, se tem condições de participar da partida, bem como a decisão de suspender sua participação durante a partida em caso de alguma contusão ou problema decorrente de caso fortuito ou força maior, desde que tal circunstância seja relatada na súmula de jogo.

Art. 7.º – Dentre os atletas substituídos no decorrer das partidas, o capitão poderá, se assim quiser, fazer retornar ao campo de jogo até 7 (sete) atletas em substituição a outros, desde que sem prejuízo ao cumprimento do prazo de jogo de cada atleta definido pelo Art. 6.º.

 

Art. 8.º – O jogador goleiro poderá participar, no máximo, por duas equipes, desde que não tenha jogado mais de duas vezes pela primeira agremiação. Caso defenda outra equipe, não será permitido o seu retorno para a equipe que defendeu pela primeira vez.

 

Art. 9.º – Caberá ao capitão de cada equipe avisar as datas e horários de jogos aos seus atletas, bem como dirigir a equipe durante a partida efetuando a sua escalação, disposição tática e substituições.

 

 

CAPÍTULO III – DOS LOCAIS DE JOGOS

 

Art. 10 – Todos os jogos serão, salvo expressa comunicação da Diretoria de Futebol, realizados no Campo 1 do Colégio Marista Paranaense.

 

Art. 11 – Caberá à Diretoria de Futebol providenciar outro local para os jogos que, por motivos de caso fortuito ou força maior, não possam ser realizados no Campo 1 do Colégio Marista Paranaense, devendo informar aos capitães no prazo necessário para o repasse da informação aos demais atletas.

 

 

CAPÍTULO IV – DOS UNIFORMES

 

Art. 12 – Os atletas participantes do campeonato, inclusive os goleiros, somente poderão utilizar chuteiras modelo society, não sendo permitidas as chuteiras com travas.

 

Art. 13 – Os uniformes dos atletas disputantes deverão estar em conformidade com as Regras Oficiais, ou seja, com exceção do goleiro, todos os demais deverão vestir camisas, calções e meias iguais. Saliente-se que as meias deverão ser obrigatoriamente aquelas fornecidas pelo Clube.

 

Parágrafo 1.º – O atleta poderá utilizar, caso queira:

 

  1. a) Sob a camisa oficial do seu time, camisa de manga longa, desde que na cor branca;

 

  1. b) Sob o calção oficial do seu time, short térmico de qualquer cor, ou calça térmica, desde que na cor preta;

 

  1. c) Luvas, desde que na cor preta.

 

            Parágrafo 2.º – Caso os uniformes sejam extraviados ou danificados, caberá ao capitão de cada equipe procurar a Diretoria de Futebol, com a antecedência necessária, para a aquisição de novos uniformes para reposição.

Art. 14 – A Diretoria do Clube, entendendo que algum atleta não observou o disposto nos artigos anteriores, determinará as seguintes medidas:

 

  1. a) Perda automática de um ponto para a(s) equipe(s) do(s) atleta(s) envolvido(s) no descumprimento deste artigo, além de outras sanções que poderão ser aplicadas pela Diretoria de Ética & Disciplina, tanto para o(s) atleta(s) quanto para o(s) capitão(es).

 

Art. 15 – O uso de caneleiras é obrigatório durante a participação nos jogos, por se tratar de equipamento de proteção e segurança. O cumprimento dessa regra será fiscalizado pelo árbitro da partida, que poderá punir o atleta (cartão amarelo/vermelho) e retirá-lo de campo até que o equipamento seja colocado.

 

 

CAPÍTULO V – DA PERDA DOS PONTOS

 

Art. 16 – A equipe que não se apresentar no campo de jogo em condições de iniciar a partida dentro do horário estabelecido e após expirar a tolerância regulamentar de 15 (quinze) minutos perderá os pontos para o adversário (WxO), devendo ainda pagar multa de R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais), valor que será cobrado pro rata entre os jogadores do time, sem prejuízo de outras sanções que poderão ser aplicadas pela Diretoria de Ética & Disciplina.

 

Art. 17 – Se uma partida não for iniciada ou for antecipadamente encerrada por falta do número mínimo legal de atletas determinado pela Regra Oficial em vigor, a equipe que der causa ao fato será considerada perdedora, somando-se os 3 (três) pontos para a equipe contrária, caso esta esteja em condições de iniciar ou continuar uma partida, considerando-se o placar final 3×0 para a equipe que receber os pontos, ou o placar vigente, se mais benéfico.

 

Parágrafo único – Se nenhuma das equipes possuir o número mínimo legal de atletas para início ou continuidade da partida, ambas serão consideradas perdedoras e nenhum ponto será atribuído a qualquer delas na partida.

 

Art. 18 – A equipe que utilizar atleta em situação irregular em qualquer partida válida pelo campeonato, independentemente de outras sanções que possa vir a sofrer no âmbito da Diretoria de Ética & Disciplina, ficará sujeita a:

 

  1. a) Perda automática dos pontos ganhos em caso de vitória ou empate, atribuindo-se à equipe adversária os pontos relativos àquela partida, além de outras sanções que poderão ser aplicadas pela Diretoria de Ética & Disciplina tanto para a equipe que cometeu a irregularidade como também para eventual terceiro beneficiário;

 

  1. b) Suspensão por 2 (duas) partidas ao atleta ou capitão envolvido em caso de se considerar que tal atitude decorreu de má-fé

 

            Parágrafo único – A irregularidade do atleta ficará configurada na hipótese de:

  1. a) Atuar sem estar adimplente de suas obrigações financeiras perante o Clube de Pais, em conformidade com o previsto no Art. 4.º deste Regulamento;

 

  1. b) Atuar quando pendente de cumprimento penalidade administrativa ou suspensão disciplinar imposta pela Diretoria de Futebol ou Diretoria de Ética & Disciplina por infringir este regulamento;

 

  1. c) Infringir quaisquer outros itens do Regulamento, tais como a não utilização do atleta por no mínimo 45 (quarenta e cinco) minutos, retornar ao campo de jogo mais de 7 (sete) atletas em substituição a outros, utilizar chuteiras com travas, entre outros.

 

Art. 19 – Em caso de ocorrência de qualquer fato citado neste Capítulo, o resultado da partida será considerado de vitória da equipe prejudicada, com a consequente soma de 3 (três) pontos para esta, considerando-se o placar final 3×0 para a equipe que receber os pontos, ou o placar vigente, se mais benéfico.

 

Art. 20 – Caso haja desistência de uma ou mais equipes durante o transcorrer do campeonato, todos os seus jogos já realizados terão os pontos automaticamente anulados, considerando-se perdedora de todas as partidas.

 

 

CAPÍTULO VI – DAS MULTAS IMPOSTAS PELOS CARTÕES AMARELO E VERMELHO

 

Art. 21 – Sujeitar-se-á a multa(s) o atleta que na competição receber:

 

  1. a) Um (1) cartão vermelho, multa de R$ 25,00 (vinte e cinco reais);

 

  1. b) Três (3) cartões amarelos, multa de R$ 25,00 (vinte e cinco reais).

 

Art. 22 – O pagamento deverá ser realizado pelo atleta para a Diretoria Financeira ou para quem essa definir como responsável pelo recebimento, até o primeiro dia posterior à realização da próxima rodada marcada pela Diretoria de Futebol.

 

Parágrafo 1.º – A Diretoria de Futebol manterá atualizada a tabela de cartões, que será disponibilizada aos atletas pelos meios de comunicações oficiais do Clube de Pais.

 

Parágrafo 2.º – Caso o pagamento não seja efetuado dentro do prazo previsto no caput, o atleta e seu capitão serão comunicados acerca da falta de condições de jogo e o atleta não poderá participar da rodada posterior, ainda que faça o pagamento da multa antes da realização da referida rodada.

 

Art. 23 – O atleta expulso de uma partida, independentemente do pagamento da multa prevista no Art. 21, que lhe garante a participação na partida seguinte, deverá ser avaliado por sua infração pela Diretoria de Ética & Disciplina.

 

Parágrafo 1.º – A partir da segunda expulsão, o atleta deverá cumprir uma partida de suspensão automática para cada cartão vermelho recebido, sem prejuízo da obrigatoriedade de pagamento da multa estipulada no Art. 21, bem como de outras sanções que poderá sofrer por avaliação da Diretoria de Ética & Disciplina.

 

Parágrafo 2.º – A contagem de cartões vermelhos é feita dentro da mesma competição, seja ela dividida em fases ou não, daí porque os cartões vermelhos recebidos nas diversas fases serão agregados àqueles que porventura vierem a ser aplicados nas fases finais.

 

Art. 24 – O atleta que receber três cartões amarelos, desde que realize o pagamento da multa prevista no Art. 21, poderá participar da partida seguinte.

 

            Parágrafo 1.º – Ao receber o sexto cartão amarelo na primeira fase, o atleta deverá cumprir uma partida de suspensão automática, o mesmo ocorrendo a cada nova sequência de três cartões amarelos a partir de então, sem prejuízo da obrigatoriedade de pagamento da multa estipulada no Art. 21, bem como de outras sanções que poderá sofrer por avaliação da Diretoria de Ética & Disciplina.

 

            Parágrafo 2.º – Entenda-se como primeira fase os três primeiros turnos da competição.

 

 

CAPÍTULO VII – DA FORMA DE DISPUTA

 

Art. 25 – Os jogos terão a duração de 90 minutos, divididos em dois tempos de 45 minutos cada, com um intervalo de 15 minutos entre os tempos.

 

Parágrafo único – Durante o transcorrer de uma partida não será permitido qualquer tipo de acordo entre os capitães para que a mesma seja encerrada antes do prazo regulamentar.

 

Art. 26 – O campeonato será disputado em 3 (três) turnos, com dois grupos de sete equipes, quartas de finais, semi-finais e final, conforme exposto a seguir:

 

TURNOS: No primeiro e terceiros turnos as equipes jogam entre si em seus respectivos grupos e no segundo turno as equipes de um grupo jogam contra as equipes do outro grupo, somando-se 3 (três) pontos para vitória e 1 (um) ponto para empate de cada equipe. Ao final dos três turnos serão classificadas para a próxima fase as quatro melhores equipes de cada grupo.

 

  1. a) A equipe que atingir o número de 285 presenças ao final da primeira fase (sem contar o goleiro) terá a bonificação de dois pontos extras na classificação final da primeira fase;

 

  1. b) A equipe que não atingir o número de 266 presenças ao final da primeira fase (sem contar o goleiro) perderá dois pontos na classificação final da primeira fase;

 

Parágrafo 1.º – Considera-se uma presença inteira a do jogador que cumprir, no mínimo, 30 (trinta) minutos na partida. Não atingidos os 30 (trinta) minutos, a partir da segunda reincidência, será considerada 0,5 presença. Após a sua quinta “meia presença” será considerada falta integral.

 

Parágrafo 2.º – As ausências dos atletas por suspensão disciplinar, tanto por cartões ou por julgamento da Diretoria de Ética, contarão para as suas equipes, com exceção de atletas que já tinham suspensões estabelecidas em ano anterior.

 

Parágrafo 3.º – Em caso de troca do atleta suspenso, suas faltas contarão para sua equipe até atingir o número de 8 faltas na sua contagem individual.

 

Parágrafo 4.º – Serão contadas as “meias presenças” para o cálculo das alíneas “a” e “b” desse artigo.

 

Parágrafo 5.º – Os critérios de desempate da pontuação entre duas ou mais equipes para a classificação para as quartas de final serão, em ordem, os seguintes:

 

  1. a) Maior número de vitórias em todo o campeonato;

 

  1. b) Saldo de gols em todo o campeonato;

 

  1. c) Maior número de presenças de atletas nas partidas da equipe durante todo o campeonato, contabilizando-se uma presença por atleta por jogo;

 

  1. d) Ataque mais positivo em todo o campeonato;

 

  1. e) Menor número de cartões vermelhos recebidos pela equipe em todo o campeonato;

 

  1. f) Menor número de cartões amarelos recebidos pela equipe em todo o campeonato;

 

  1. g) Equipe bonificada devido à presença dos atletas;

 

  1. h) Equipe não punida devido à ausência dos atletas;

 

  1. i) Sorteio.

 

 

QUARTAS DE FINAL: A fase quartas de final será disputada pelos quatro melhores classificados por índice técnico em cada um dos grupos, conforme critérios acima.

 

  1. a) As quartas de final serão disputadas em partidas únicas entre as 4 equipes melhores classificadas em cada grupo, assim distribuídas:

 

            2.º melhor do grupo A x 3.º melhor do grupo B (JOGO 1)

2.º melhor do grupo B x 3.º melhor do grupo A (JOGO 2)

1.º melhor do grupo A x 4.º melhor do grupo B (JOGO 3)

1.º melhor do grupo B x 4.º melhor do grupo A (JOGO 4)

 

 

Parágrafo único – As duas melhores equipes classificadas em cada grupo (1º e 2º do grupo A e 1º e 2º do grupo B) tem a vantagem do resultado de empate nas quartas de finais para avançarem à semifinal

 

 

SEMIFINAL: A fase semifinal do campeonato será disputada pelas quatro equipes classificadas após a disputa das quartas de final.

 

  1. a) As semifinais serão disputadas em partidas únicas entre as equipes classificadas, assim distribuídas:

 

Partida preliminar:

VENCEDOR DO JOGO 1 X VENCEDOR DO JOGO 4

 

Partida principal:

VENCEDOR DO JOGO 2 X VENCEDOR DO JOGO 3

 

 

            Parágrafo 1.º – Nesta fase nenhuma equipe tem qualquer vantagem. Em caso de empate no tempo normal, ocorrerá uma prorrogação de 30 minutos (dois tempos de 15 minutos). Em caso de novo empate na prorrogação, a disputa da vaga para a final será decidida em tiros livres da marca do pênalti. Serão 5 tiros para cada equipe e, permanecendo o empate, tiros alternados.

 

            TERCEIRO LUGAR: As equipes desclassificadas na fase semifinal disputarão o 3.º lugar em partida única, preliminar à decisão. Em caso de empate no tempo normal, a decisão se dará em tiros livres da marca do pênalti. Serão 5 tiros para cada equipe e, permanecendo o empate, tiros alternados.

 

            FINAL: A final do campeonato será realizada em uma única partida. Em caso de empate no tempo normal será realizada prorrogação com dois tempos de 15 (quinze) minutos cada. Persistindo o empate, a disputa será nos pênaltis. Serão 5 tiros para cada equipe e, permanecendo o empate, tiros alternados.

 

 

CAPÍTULO VIII – DA DISCIPLINA

 

Art. 27 – Na hipótese de ocorrerem quaisquer animosidades contra árbitros e seus auxiliares ou mesmo entre atletas, agressão tentada ou consumada, física ou verbal, dentro ou fora do campo de jogo, tumultos de qualquer natureza ou incidentes que venham a causar ou não a suspensão ou paralisação dos jogos, em que estejam envolvidos atletas identificados, os responsáveis poderão ser apenados com sanções, após avaliação da Diretoria de Ética & Disciplina e decisão tomada pela Diretoria do Clube de Pais.

 

Parágrafo 1.º – A Presidência do Clube dos Pais do Colégio Marista Paranaense criou a Diretoria de Ética & Disciplina, empossou e delegou a seus membros a responsabilidade de primar pelo bom andamento disciplinar durante a realização dos jogos do campeonato de futebol de 2018. A disciplina terá de ser fator predominante durante o evento e não serão poupados esforços para que tal objetivo seja alcançado. Portanto, todo atleta que estiver dentro das dependências do Colégio Marista Paranaense ou outros locais de realização dos jogos do campeonato deverá ter comportamento exemplar, pois, independentemente de estar participando de algum jogo ou não, poderá ser avaliado por comportamento inconveniente e sofrer as sanções previstas nesse Regulamento ou sanções especiais definidas pela Diretoria.

 

Parágrafo 2.º – As reuniões da Diretoria de Ética & Disciplina serão realizadas todas as segundas-feiras, às 19h30m (primeira chamada) e às 20h00m (segunda e última chamada), tendo por local a sede do Clube de Pais. Caso haja a necessidade de realização extraordinária para tratar de temas de condutas de atletas, deverá ser encaminhado comunicado pela Diretoria de Ética & Disciplina.

 

Parágrafo 3.º – Todos os atletas poderão relatar ocorrências de condutas inapropriadas para que o tema seja avaliado pela Diretoria de Ética & Disciplina. Caso os eventos não sejam originados de expulsões nas partidas os atletas deverão ser comunicados de que seus atos serão avaliados na reunião, a fim de assegurar o exercício do direito de defesa. O comunicado poderá ser feito ao capitão da equipe, que ficará responsável por repassar a informação ao seu atleta.

 

Parágrafo 4.º – Fica automaticamente intimado para apresentar sua defesa o atleta que for expulso pelo árbitro em uma partida, cuja análise pela Diretoria de Ética & Disciplina ocorrerá na primeira reunião subsequente ao ocorrido.

 

Parágrafo 5.º – Terão direito a voto na avaliação de sanções aos atletas, desde que estejam presentes fisicamente na reunião:

 

(i) Membros da Diretoria de Ética & Disciplina – 2 votos;

(ii) Presidente – 1 voto;

(iii) Vice-Presidente – 1 voto;

(iv) Demais Diretorias – 1 voto por Diretoria;

(iv) Conselheiros – 1 voto por posição.

 

Parágrafo 6.º – A participação nas reuniões da Diretoria do Clube de Pais é aberta a todos os atletas, que poderão avaliar condutas, expor suas opiniões, críticas e sugestões de melhorias para a condução dos trabalhos de toda a Diretoria.

 

Art. 28 – Serão permitidas trocas de atletas, nas hipóteses cabíveis, somente antes do último jogo da equipe interessada na primeira fase (três turnos).

 

Art. 29 – O atleta suspenso pela Diretoria de Ética & Disciplina poderá ser substituído por outro atleta, desde que a sua suspensão ultrapasse a data de término do campeonato.

 

Parágrafo único – Esta troca somente poderá ser realizada dentro do período de trocas, não podendo ocorrer posteriormente ao fechamento das permutas.

 

 

CAPÍTULO IX – DO CONTROLE DE FREQUÊNCIA

 

Art. 30 – Considerando os princípios e valores que regem o Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense, a organização das equipes e a existência de vasta lista de espera de interessados em disputar o campeonato, entre outros fatores, a Diretoria manterá rigoroso controle de frequência dos atletas inscritos e aquele que, em qualquer fase do campeonato, alcançar 8 (oito) ausências, será automaticamente excluído da competição.

 

Parágrafo primeiro – O atleta excluído por ausências poderá ser substituído por outro, desde que a 8.ª (oitava) falta tenha ocorrido até a última rodada de sua equipe na primeira fase, conforme dispõe o Art. 28.

 

Parágrafo 2.º – As ausências dos atletas por suspensão disciplinar, tanto por cartões ou por julgamento da Diretoria de Ética, contarão para a sua contagem individual de faltas.

 

Parágrafo 3.º – Serão contadas as “meias presenças” para o cálculo das faltas citadas nesse artigo.

 

 

CAPÍTULO X – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

Art. 31 – A Diretoria de Futebol, no interesse maior do campeonato, poderá cancelar, transferir, desdobrar ou aumentar rodadas e jogos já marcados, sempre que julgar isso extremamente necessário e indispensável, com o cuidado de avisar em prazo adequado os capitães das equipes envolvidas.

 

Art. 32 – Toda sugestão, pedido ou reclamação deverá ser encaminhado oficialmente à Diretoria do Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense, aos cuidados do Presidente.

 

Art. 33 Os casos omissos no presente regulamento serão decididos pela Diretoria do Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense.

 

Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense

Regulamento Geral do Campeonato 2018

Curitiba, 11 de abril de 2018.