Capitães

Marcelo Hayashida – Juventus

Presença garantida nos campeonatos do Clube de Pais desde o Caipirão 2017, o cirurgião dentista Marcelo Hayashida viverá pela primeira vez a experiência de comandar uma equipe. Torcedor do São Paulo, ele vai colocar em campo a experiência de quem já foi campeão também nos tatames!

“Pratiquei esportes por anos e sempre fui muito competitivo, pois já na minha infância lutava judô, tendo sido campeão paranaense por duas vezes. Nascido em Curitiba, mas criado em Foz do Iguaçu, retornei à capital para fazer o segundo grau e daqui nunca mais saí. Sempre admirei o ensino Marista, mas nem de longe imaginei que dentro da escola poderia encontrar algo tão fantástico como o Clube de Pais”, afirma.

Marcelo ressalta que se tornou um admirador e presença constante no Clube desde a sua estreia. Agora, o objetivo é liderar sua equipe rumo ao troféu!

“Hoje encaro mais um desafio em minha vida: capitanear uma equipe no campeonato mais bem organizado do Paraná. Isso me gera uma responsabilidade gigante, e como tudo que faço em minha vida, esta missão será feita com muita dedicação. Por isso espero que os outros capitães se preparem, pois não darei chances ao fracasso”, avisa.

Jair – Napoli

A trajetória de Jair José no Clube de Pais começou em 2015, quando participou da campanha do LA Galaxy, quinto colocado na MLS. Desde então, ele está na ativa em todas as temporadas e vai para a sua terceira participação como capitão.

Nestes quase sete anos de Clube, Jair recorda um momento especial. “A homenagem que meus amigos do Angers fizeram ao meu pai, após o seu falecimento em maio de 2016”, relembra.

Agora, a meta do empresário, torcedor e atual vice-presidente do Coritiba, é liderar sua equipe rumo ao seu primeiro título.

“Para 2022, espero um campeonato muito divertido, visto que todos estão loucos pela volta do nosso tradicional campeonato. Espero também que os capitães novatos paguem logo o churrasco aos veteranos”, afirma.

Murilo – Parma

Um time forte na defesa, mas que busca o ataque a todo momento, variando entre os sistemas 3-5-2 e 4-5-1. Essa é a receita do capitão Murilo Meira para repetir, no Scudetto 2022, o título conquistado com o PSG, em 2016.

“Meu momento mais marcante no Clube de Pais foi o título com o PSG e o meu primeiro gol no torneio, na véspera do Dia dos Pais. Meu pai estava assistindo, pudemos comemorar junto e o time todo correu para comemorar junto”, recorda.

Nesta temporada, ele será capitão pela terceira vez e aposta na união da equipe para superar todas as barreiras até o troféu.

“Para 2022, espero montar uma equipe tão boa de futebol e de relacionamento quanto foi nos outros anos. E espero o título, para coroar essa minha função de capitão”, diz Murilo.

Átila – Roma

Mais uma vez, ele colocará toda sua experiência em campo na busca pela taça. Átila já soma mais de 20 anos no Clube de Pais, “sendo capitão direto na metade das ocasiões e indireto nas demais”, ressalta.

E ao longo de tantas temporadas, não faltam jornadas inesquecíveis e recordações.

“Vários momentos marcantes como capitão, uns bons outros ruins. Mas as seis finais e semis têm um destaque especial”, afirma.

Sobre seu estilo de jogo favorito, Átila se diz “adepto da ofensividade, como admirador do futebol profissional, mas meio retranqueiro quando lida com jogadores amadores”.

Rafinha – Fiorentina

Em mais uma experiência como capitão, o personal trainer Rafinha, de 39 anos, vai em busca de seu primeiro título. Conquista que esteve próxima logo em seu ano de estreia, em 2016, quando foi vice-campeão com o Toulouse.

“Gosto de times que jogam ofensivamente. Tentarei montar um time com essas características, apesar de saber que nem sempre as coisas saem como planejamos”, afirma.

Mas o torcedor do Coritiba sabe que o que fará a diferença na hora que o campeonato começar é o comprometimento de todos.

“Quero ter uma equipe com atletas determinados a chegar ao título. A montagem de um elenco unido, em que cada um dá o melhor de si para ajudar o todo, é o segredo para formar uma equipe campeã”, avalia.

Badu – Udinese

Em 2018, o médico Luiz Emed foi capitão do Clube de Pais pela primeira vez. O título não veio, mas a boa campanha do Rosario Central, que terminou na quarta posição, proporcionou a Badu um momento inesquecível.

“Meu momento marcante foi ser capitão no Campeonato Argentino e, apesar de não ser campeão, ver inúmeros jogadores do meu time serem eleitos para a seleção do campeonato”, afirma.

Volante brucutu, nas palavras dele próprio, o athleticano Badu vai montar sua equipe com o objetivo de não deixar o troféu escapar desta vez. Mas principalmente com o desejo de rever os amigos e contribuir para o sucesso de mais uma temporada.

“O que espero neste ano é rever todos os colegas do Clube de Pais bem e com saúde, para participarem do melhor campeonato de futebol amador de Curitiba”, ressalta.

Ricardo Dal Molin – Torino

Em sua segunda temporada como capitão, Ricardo Dal Molin tem bem traçados os seus objetivos, o estilo de jogo de sua equipe e o perfil que irá apresentar em campo e na beira do gramado.

Dal Molin se diz admirador do treinador argentino Jorge Sampaoli, “o técnico rock and roll que organiza times com a ambição da vitória”. Promete um temperamento sereno dentro de campo, transmitindo calma e tranquilidade aos atletas, além de muita classe no tratamento com os árbitros.

“Sou um capitão detalhista e exigente, linha dura mesmo. De poucas palavras e econômico na preleção. Entusiasta da terapia do churrasco: se o time não acertar dentro do campo, vai acertar fora”, afirma.

A meta para a temporada está definida: “Classificar para as finais, pois, a partir deste momento, qualquer time ruim poderá levar a taça”.

Bico – Verona

O capitão Marcos Maciel, mais conhecido pela alcunha de Bico, está no seu segundo capitaneado. Já participou de 15 edições do Clube de Pais, sendo campeão em 2014, com a França.

Este ano, Bico pretende repetir o feito no comando do Verona, que já mostrou a sua força na disputa da Coppa Itália.

“Para isso, pretendo formar uma equipe equilibrada, mesclando experiência com juventude, priorizando o setor defensivo com um meio de campo bem competitivo”, afirma.

Rodolfo – Inter de Milão

“Estou no Clube de Pais desde 2016, fui terceiro colocado no Campeonato Argentino, vice na Coppa Itália e agora, certamente, levantarei o caneco”.

Quem mostra toda essa confiança é Rodolfo Pino Clivatti⁩, que este ano vai para sua primeira temporada como capitão.

“É muito especial, pois estudei a vida inteira no colégio e poder contribuir para a história do campeonato é muito gratificante. Vou buscar orientar o time para que tenhamos obediência tática, pois dessa forma não importa a habilidade de quem está jogando. Sabendo se posicionar em campo e tendo vontade, certamente teremos uma grande vantagem”, afirma.

“Já fora de campo, o objetivo é a resenha com bastante churrasco e cerveja”, completa.

Celles – Bologna

Na prévia do Scudetto, ele comandou o Bologna rumo ao título da Coppa Itália. Agora, Marcos Celles sabe que o desafio é maior, mas a confiança se mantém em alta.

“Voltarmos a ter um ano inteiro de encontros com amigos, jogos muito disputados e uma vontade muito grande de ser campeão. Mas o mais importante é termos nosso Clube de Pais ativo novamente”, afirma.

No clube desde 2011, ele quer fazer mais uma vez o seu estilo de jogo e a experiência em campo.

“Gosto de posse de bola, mas com marcação forte no meio de campo. De jogadores velozes para contra-ataques. Experiência é um diferencial no campeonato do Clube de Pais. E o segredo para vencer os jogos é concentração do primeiro ao último minuto”, destaca.

Daniel Ravazzani – Lazio

Em 2019, ele conquistou o título da Supercopa das Estrelas como integrante dos Guerreiros. Agora, quer repetir o feito como capitão.

“Foi muito marcante, especialmente na final. O time representou o Tadeu, que foi um companheiro de time no meu primeiro ano no colégio. Eu estava com amigos que fiz desde a minha infância (Lucas Dias, Kadu Neris e Thiago Ernani), boa parte da minha família estava presente assistindo ao jogo. A cerimônia foi uma homenagem aos fundadores, especialmente ao Scremin, que fez parte da minha história e que moldou o caráter de toda a minha geração no colégio. E, além de tudo, ainda consegui ser campeão com um jogo emocionante”, afirma.

E para levantar o caneco de novo, ele tem uma estratégia especial.

“Já diziam os mais renomados pensadores do mundo do futebol: time que não bebe, não ganha. Minha ideia é ter o time que vai bater o recorde de churrascos do Clube de Pais. O resultado dentro de campo vai ser consequência. Como os times são muito equilibrados, o extra campo faz muita diferença. Com o time entrosado, tenho certeza que vou garantir a terceira final seguida”, ressalta.

Léo Sá – Palermo

Ele participa dos campeonatos há 18 anos seguidos e frequenta o Clube de Pais desde 1995. Já entrou na disputa seis vezes como capitão. Ou seja, experiência é o que não falta para Léo Sá lutar por mais um troféu.

Com tanto tempo no clube, boas memórias não faltam.

“Lembro das duas finais contra o meu pai, uma saindo na frente, eu fazendo os dois gols da final, levamos a virada na prorrogação. Doze anos depois, buscando o título, com algumas finais trágicas no meio do caminho, pude ser campeão contra ele no campo, novamente na prorrogação e pênaltis”, recorda.

“Espero me divertir em 2022, montar um time forte”, resume.

Júnior Polaco – Milan

São 25 anos de história no Clube de Pais. Com toda essa bagagem, o capitão Junior Polaco desta vez quer conduzir sua equipe rumo à glória no Scudetto 2022.

“Estou há 25 anos fazendo parte desta família. Já vi muita gente boa de bola não ganhando nada e muita gente ruim de bola ganhando tudo. Não sei onde me encaixo, só sei que ganhei muita experiência e amigos”, afirma.

Para ele, a maior motivação sempre é a convivência com os amigos do clube. Mas desta vez, o objetivo também é acabar com o jejum de conquistas.

“A vontade de estar jogando bola com os amigos sempre falou mais alto. Nada como o Clube de Pais, mesmo com pouco público, nos domingos pela manhã, para tornar o final de semana mais alegre. O Milan de 2022 será forte, como os times que já capitaneei… Porém, com o título desta vez!”, ressalta.

Di – Sampdoria

Em 23 anos de Clube de Pais, o capitão Bruno Digiovani, o Di, já sentiu duas vezes o gosto do triunfo: no Campeonato Inglês, em 2005, e no Campeonato Mexicano, em 2009. Este ano, mais uma vez os objetivos são ambiciosos: ser campeão e artilheiro.

Esta será a sétima participação em que Di usará a braçadeira de capitão. “Um dos grandes desafios do capitão é equilibrar a motivação pela competição e proporcionar a diversão de todos em jogarem juntos e conviver com o próprio time e adversários”, comentou o coxa-branca.

Sobre sua expectativa para o Scudetto, o camisa 10 destaca o entretenimento e a união entre jogadores mais novos junto aos mais velhos. “O objetivo principal é a diversão, a confraternização, a união, a convivência com a piazada de 18 anos e com nossos velhinhos”, brincou Di.

“Em relação à competição é torcer para fazer boas escolhas, formar um grupo forte e equilibrado, classificar na primeira fase e ir para o mata-mata buscando algo mais”, concluiu.