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21.09.16 | TRAC Comunicação

Coluna do Pelúcio

Fala Galera!

Semana cheia de jogos, muitos pontos disputados e uma constante se observa: os 8 primeiros não se alteram. Tentando entender esse movimento, fiz uma breve análise do que ninguém quer saber normalmente, ou seja, dos 4 últimos colocados:

1 – Nantes: Time do grande capitão Didi, que apostou numa base familiar para seu time, vem sofrendo com a irregularidade especialmente de seu ataque. O atacante Zamorano demonstra ter a solução e insistentemente chama a responsabilidade com o famoso “toca em mim”, mas a aposta principal do time ainda tem sido no ultrapassado zagueiro Gulin, que não tem feito os mesmos gols que o credenciaram ao time do campeonato de 2015. Pela pontuação do time, ainda há esperanças, mas o time precisa evoluir muito nessa reta final se não quiser tirar férias antecipadas;

2 – Saint Etienne: Hoje aposta nas boas apresentações do meia Trevisan, que faz uma temporada acima da média comparado com suas possibilidades técnicas, e no atacante Magrinho, contratado no meio da temporada para melhorar a média de gols do time. Por outro lado, o alviverde francês sofre na defesa com seu zagueiro estabanado Joma, com a ineficiência do seu centroavante Di e com a ausência do seu capitão Leo Sá, aglutinador e armador da equipe. Time que ainda pode chegar, mas dependerá muito da individualidade de algumas peças para comparecer às quartas de final;

3 – Lyon: Time cercado de expectativas após a montagem pelo capitão e craque Jr. Polaco, o Lyon sofre com o alto número de lesões de seus atletas. Craques da categoria de André Pelucio e Vine sairam do time por toda temporada devido a lesões e o desentrosamento é nítido para quem assiste as suas partidas. Dispensa-se qualquer análise quando se observa que MM é o artilheiro do time. Apenas uma combinação de resultados leva o ex time de Juninho Pernambucano às quartas de 2016;

4 – Lille: Outro time cercado de expectativas, com alguns bons valores remanescentes do último campeão New York City, foi assolado pela maldição de um jogador em específico: Jefico Costela. Hoje pode-se dizer que no clube de pais há 2 certezas: Time de Tadeu chegará forte às finais e time de Jefico não será campeão. Em 21 anos de clube, o atleta jamais soube o que é levantar uma taça, a não ser a do copo de cerveja aos finais dos jogos de sábado. A zica se agrava quando analisamos seu retrospecto nos últimos 3 anos: lanterna absoluto pela Alemanha em 2014, Chicago 2015 e Lille em 2016. As chances do Lille se resumem a fazer um bom churrasco nos 2 meses que restam nessa temporada.

Na opinião desse que vos escreve, a classificação dos 8 já está definida. E na avaliação de vocês? Que comece a discórdia… haha

Grande abraço a todos.

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