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07.03.23 | TRAC Comunicação

Conheça os capitães da Liga Retrô Curitibana

A temporada vai começar e os capitães da Liga Retrô Curitibana já estão preparados! Confira quem serão os comandantes das equipes em 2023.

ANGIOLETTI

Aos 52 anos, sendo 12 no Clube de Pais, Angioletti é um estreante no comando de um time no campeonato e vai buscar seu primeiro título na competição. Engenheiro eletrônico e torcedor do Athletico Paranaense, sua inspiração como treinador é Enzo Bearzot, treinador italiano que comandou a Itália na Copa de 1982 e responsável por eliminar uma das melhores Seleções que o Brasil já teve.

“Em primeiro lugar, é uma honra muito grande ser capitão do Clube de Pais. Depois, é uma missão e um desafio que vislumbra uma grande oportunidade”, avaliou Angioletti. Sua estratégia para montar um time pela primeira vez já está traçada. “Tenho que potencializar as qualidades de meus jogadores dentro de uma disciplina tática e espírito de luta, tornando o time competitivo ao extremo”, concluiu.

BADU

Aos 45 anos, Badu vem para sua terceira temporada como capitão, segunda consecutiva. Atual vice-campeão, participa do Clube de Pais desde 2014 e tem um objetivo claro para esta temporada: ser campeão pela primeira vez do torneio. E, pelo histórico, tem tudo para ser esse ano, já que vem de um quarto, um terceiro e um vice nos últimos três anos, nesta ordem. Será?

Médico, torcedor do Athletico Paranaense, poderia citar qualquer treinador como um espelho, mas o Clube de Pais sabe que ele gosta do estilo Simeone. “Ser capitão no Clube de Pais é uma dedicação em unir amigos para jogos e confraternização. Neste ano tenho em mente duas coisas para buscar o título: determinação em estudar os adversários e contratar o Moro”, brincou Badu.

CELLES

O corretor de imóveis Marcos Celles já tem 12 anos de Marista e vai para quinta temporada como capitão. Ergueu a taça uma única vez, quando comandou o Bologna em 2021, na Coppa Itália, um torneio reduzido pós-pandemia. Este é também seu único título no Clube de Pais. Torcedor do Coritiba, Celles tem como referência de comando o treinador Abel Ferreira. Com 58 anos de idade, a estratégia já está montada. “Para levantar a taça, primeiramente tem que minimizar erros, montar uma equipe com fome de vitórias e, no final, ver se o projeto foi bem desenvolvido”, destacou.

DANI RAVA

O engenheiro químico Daniel Ravazzani participa do Clube de Pais há 10 anos. Aos 28 anos, ele tem um título como atleta em seu histórico. Será sua terceira experiência como capitão. Torcedor do Vasco, sua inspiração como técnico é Romário. “Ele treina, escala e mete gol”. Ser capitão vai além das quatro linhas. “A oportunidade de ajudar a fazer o campeonato acontecer e fazer mais pessoas viverem essa cultura única do Clube de Pais”, destacou.

Para tentar erguer a taça como capitão, a ideia é buscar conselhos. “Primeiramente pegar dicas com o nosso Fernando Diniz do Marista, o Dal Molin. Em seguida, pretendo fazer exatamente o oposto de tudo do que ele me disser”, concluiu Rava.

DUDA

Duda é economista, tem 40 anos, torce para o Coritiba e já foi campeão no Clube de Pais duas vezes, ambas como atleta, em 14 anos de campeonato. Esta será sua segunda experiência como capitão no Clube de Pais. “É uma honra muito grande ser capitão no Clube de Pais. Meu objetivo é montar um time com o ataque fortíssimo”, destacou. Sua inspiração como treinador é Jurgen Kloop, do Liverpool.

JAQUE

Aos 40 anos, sendo 21 deles no Clube de Pais, o controller Jaque, no auge dos seus 40 anos, já foi capitão cinco vezes, e em duas terminou o ano com a taça na mão. Torcedor do Athletico Paranaense, inspira-se em Joel Santana como treinador e, às vezes, em Celso Roth, para uma defesa sólida.

Ser capitão pela sexta vez é mais um aprendizado. “É mais uma grande oportunidade de crescimento pessoal pela responsabilidade junto aos atletas e a diretoria. É um grande desafio pela dificuldade em lidar com diferentes situações e pessoas durante um ano”, avaliou. Para erguer a taça pela terceira vez, ele tem a receita pronta. “Transformar o time em um grupo de amigos, em que se desfrute do campeonato, mas sempre balanceando amizade e competitividade”, concluiu Jaque.

JÚNIOR POLACO

Júnior Polaco é coordenador de logística, tem 45 anos, sendo 26 deles de Marista. É o capitão que joga há mais tempo no Clube de Pais. Já foi capitão quatro vezes e nunca conquistou um título dentro do Clube de Pais. Torcedor do Athletico Paranaense e fã de Geninho, tem a receita para buscar a taça. “Ter um time com disposição e vontade de ganhar”, analisou.

Ser capitão é uma forma de contribuir para o sucesso da competição durante o ano. “Acho que todos podem ajudar de alguma forma. No momento, a forma é sendo capitão. Talvez seja a mais ingrata de todas. Mas ganhando, torna-se a mais vitoriosa do Clube de Pais”, destacou Junior.

LÉO SÁ

O empresário Léo Sá, de 37 anos, é torcedor do Athletico Paranaense e já foi capitão seis vezes, em 19 anos de Marista. Foi campeão uma única vez, como atleta, e busca agora erguer a taça comandando uma equipe no Clube de Pais. “Pretendo escolher um time competitivo, que todos façam o torneio da vida dentro do Clube”, comentou. “É uma responsabilidade muito grande ser capitão. Garantir o sucesso do campeonato e ser o braço direito da diretoria”, concluiu Léo.

MAZUR

São 14 anos de Clube de Pais, sendo seis deles como capitão. No entanto, sem nunca levantar a taça. Esse é o histórico do capitão Mazur. Empresário, torce para o Athetico Paranaense e tem o treinador Joel Santana como inspiração.

“Ser capitão no Clube de Pais é um orgulho, mostra confiança da diretoria e uma responsabilidade muito grande”, comentou. Mazur já tem seu plano para 2023. “Unir o melhor elenco dentro e fora de campo. Saber achar o ponto de equilíbrio nas escolhas e montar um grupo divertido para termos um ano agradável”, destacou Mazur.

MURILO

Aos 35 anos, o professor de educação física Murilo vem para sua quarta temporada como capitão, sendo o atual campeão do Clube de Pais. Em 2022, ergueu a taça com o Parma no Scudetto. Participante do campeonato desde 2012, já foi duas vezes campeão.

Torcedor do Athletico Paranaense e fã de Pep Guardiola, Murilo se sente honrado em ser capitão mais uma vez. “É uma experiência incrível, pois é um campeonato muito organizado e a responsabilidade é muito grande. Mas no final é prazeroso”, afirmou. O plano de 2023 é o mesmo do ano passado. “Manter a mesma tática, que deu certo, estudar bem as escolhas e tentar encaixar o time o mais rápido possível”, concluiu Murilo.

PORTELA

Estreante como capitão, Portelinha é engenheiro civil, tem 26 anos, sendo nove de Clube de Pais. Nunca foi campeão da competição. O torcedor do Athletico Paranaense tentará se espelhar em Luiz Felipe Scolari, o Felipão, para montar sua tática e buscar a taça.

“É um orgulho ser capitão por conseguir conquistar a confiança das pessoas presentes no Clube, pois, com certeza, terei um grande desafio pela frente”, destacou. Para buscar o título, estratégia montada. “Montar um time competitivo dentro das quatro linhas e com uma boa harmonia fora de campo”, concluiu Portelinha.

RISADA

Aos 48 anos, Risada é engenheiro civil e vem para sua quarta temporada como capitão. Nunca levantou a taça no comando de um time, mas já teve o gostinho de ser campeão uma vez como atleta. Torcedor do Coritiba e do Flamengo, diz não se espelhar em ninguém como treinador para buscar um sistema de jogo.

Na sua opinião, ser capitão é mais do que comandar o time nas quatro linhas. “Ser capitão é passar para seus atletas o verdadeiro espírito do Clube de Pais, sempre buscando a vitória com respeito aos adversários”, comentou Risada. Com 10 anos de campeonato, o segredo para levantar a taça é um só. “Tem que montar um time unido fora de campo”, concluiu.

RODOLFO

Aos 33 anos, o consultor financeiro e advogado Rodolfo vem para sua terceira temporada como capitão, nunca tendo conquistado o troféu mais cobiçado da competição. Torcedor do Paraná, inspira-se em Carlos Ancelotti como treinador e para montar a sua estratégia de jogo. Rodolfo participa do Clube de Pais há sete anos. “É uma imensa satisfação poder contribuir como capitão e com o campeonato no colégio onde cresci”, avaliou Rodolfo. A estratégia para 2023 é uma só. “Montar um elenco que saiba controlar o jogo”, destacou.

VILLA

Aos 38 anos, o engenheiro mecânico Villa tem literalmente uma vida de Marista, já que frequenta a escola desde os 4 anos. No Clube de Pais começou em 2005 e já levantou a taça por três vezes. Neste ano, fará sua estreia como capitão. Torcedor do São Paulo, tem sua inspiração como treinador dentro de casa, seu irmão, que já foi goleiro do Clube de Pais: o famoso Pajé.

“É uma imensa responsabilidade ser capitão. Todos sabem a grande procura de atletas pelo campeonato e a expectativa que cada um tem, de como vai ser o grupo, de como vai ser o time, se vai brigar na parte de cima da tabela”, avaliou. Para erguer a taça em 2023, Villa já tem sua estratégia. “Acredito que o principal a ser feito é formar um grupo unido, com atletas que conheçam como funciona o campeonato, isso é um diferencial”, concluiu Villa.

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