Autor: xermi

Festa da Supercopa das Estrelas teve recorde de público e anúncio do tema do campeonato 2019

Enfim o mistério acabou e em grande estilo! Na festa de abertura, na noite desta quarta-feira, no Armazém Garagem Bar, o tão esperado tema para o Campeonato 2019 foi anunciado. A “Supercopa das Estrelas” homenageia 14 personagens da história do Clube de Pais, cada um deles ganhou um nome na equipe para representá-los.

Os homenageados e suas equipes são: Doriva (Academia); Betão (Betão e os Cubanos); Pedrão (Goleadores); Ney (Os Xerifes); Maranhão (Afilhados Maranhão); Hayashi (Samurais FC); Adelino (Os Profesores); Seu Zé (Intermináveis); Tadeu (Guerreiros); Jefico (Estruturais); Oscar (Canhotinhas); Trovão (Trovões); Luis Sá (Os Fiéis) e Scremin (Futsal Scremin).

Os Homenageados

O diretor de eventos, Luis Fernandes, ressaltou a qualidade do evento deste ano, com homenagem a grandes nomes do Clube de Pais. “A cada ano o Clube ganha em união e em participação. Esse ano, de todos os eventos de abertura que fizemos, foi o maior e o melhor. Pelo número de pessoas presentes e pela bonita homenagem às nossas celebridades deste campeonato que já tem 40 anos”, comentou Fernandes.

O diretor afirmou que as comemorações não param por aí. “Já estamos preparando mais um evento beneficente, uma feijoada, para dar um pouco para as pessoas o que de melhor temos no coração. Ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que realmente precisam. Isso é uma marca do Clube de Pais e representa a essência dele”, destacou.

O atacante Wagner já é um veterano na competição e elogiou a justa homenagem. “Muito legal o tema e pertinente ser nos 40 anos, uma data especial. Muito bacana poder dar esse reconhecimento para esses caras que são referências para nós, que fundaram essa competição. Só temos o que temos hoje por causa deles. Nada mais justo que essa bonita homenagem”, avaliou o jogador.

O meia Barba está no seu segundo ano na competição, mas também ficou feliz por participar desse momento histórico e representar um ícone da história do Clube de Pais. “Gostei demais do tema. Foi a cereja do bolo pra galera. Com certeza vai ser um campeonato muito especial. Muito feliz de no meu segundo ano poder participar desse momento único, que já começou com a festa de abertura com mais gente que ano passado. Vai ser muito bom”, concluiu Barba.

Draft definiu as equipes de temporada histórica do Clube de Pais

Os 14 times que estarão em campo no campeonato que marcará os 40 anos do Clube de Pais já estão formados! A escolha das equipes que disputarão o troféu Alfredo Carlos Scremin nesta temporada histórica aconteceu na noite desta segunda-feira (11), no Colégio Marista Paranaense.

O draft do Clube de Pais aconteceu no auditório do Núcleo de Atividades Complementares (NAC) e contou com boa parte dos 238 inscritos para mais uma edição do campeonato mais organizado do futebol amador de Curitiba.

Mas ao mesmo tempo em que revelou os times que estarão em ação em 2019, o evento manteve o suspense em torno do tema do campeonato e das camisas que os jogadores vestirão. O anúncio será feito na Festa de Abertura, marcada para a próxima quarta-feira (13), a partir das 19h, no Armazém Garagem Bar.

“Não é apenas uma brincadeira com o pessoal. É um suspense necessário. Será um ano superlegal, de comemoração, que vai fortalecer ainda mais o Clube de Pais”, disse o diretor de comunicação e marketing do Clube, Jiuliano Capristo, o Risada.

Nesta segunda, a primeira escolha do draft coube ao capitão Oscarzinho, que garantiu a presença do craque Pisca em seu time. A montagem das equipes seguiu no sistema consagrado pelo Clube de Pais, que faz com que o equilíbrio entre os times seja mais uma marca do campeonato.

Em 2019, a fórmula de disputa será a mesma do ano passado, com os 14 times divididos em dois grupos. Serão três turnos na primeira fase e os quatro melhores de cada grupo garantem a vaga no mata-mata decisivo.

Uma novidade ficará por conta da premiação dos melhores da temporada. Ao invés da escolha das seleções de novos e máster, serão premiados os melhores atletas de casa kit. A noite também teve o sorteio de diversos brindes oferecidos pelos patrocinadores do Clube de Pais.

Com a expectativa cada vez mais alta para a revelação do tema do campeonato e dos uniformes da temporada, um grande público é aguardado no Armazém Garagem Bar, para a Festa de Abertura, às 19h de quarta-feira. Chegue cedo e garanta o seu lugar. A noite será cheia de surpresas!

Perfis dos capitães do Campeonato de 2019 do Clube de Pais!

Esta temporada será especial para o Clube de Pais pela comemoração dos seus 40 anos de existência. E 14 atletas receberam a importante missão de comandar as equipes neste momento histórico. Confira os perfis dos capitães do campeonato de 2019 do Clube!

Alexandre André Rossi

Zamorano tem 46 anos, é microempresário, torcedor do Paraná Clube desde o saudoso Pinheiros. Como ele mesmo se denomina, é “marinheiro de primeira viagem” como capitão. Atua no Clube de Pais desde 2009. “Completo dez anos de casa e espero comemorar erguendo a taça”, destacou. Bicampeão no Clube de Pais, em 2012 com o Real Madrid e em 2017 com o XV de Piracicaba, tem duas grandes recordações. A primeira, como jogador, foi o título do Real Madrid. E, como pai, foi ver seu filho salvar um gol certo na final de 2015, pelo NY City. Fã de Zagallo, único tetracampeão, ele já deixa o recado: “ZamoranoCampeão tem treze letras!”, afirmou o Zamorano

Augusto Mazur

Aos 37 anos, Mazur vai para seu terceiro ano como capitão. Em 2018, comandou o Huracán, que terminou o campeonato em 12º lugar. Publicitário, teve como melhor colocação um quarto lugar, quando foi capitão da equipe do Lorient, em 2016. Torcedor do Athletico Paranaense, promete uma surpresa no seu sistema tático e avisa que é fã de Fernando Diniz como treinador. Ele espera realizar um sonho em 2019. “Se tudo der certo, terei a felicidade de ter o meu filho participando dessa família que é o Clube de Pais. Será um sonho para ele poder jogar comigo e, para mim, poder jogar com ele”, destacou Mazur.

Carlos Alberto Costa Ritzmann

Juiz de Direito, Ritzmann será pela primeira vez capitão. Estreou nos gramados do Clube de Pais em 2014, na equipe da Bélgica. Aos 54 anos, teve seu grande momento em 2018, com um vice-campeonato com o Independiente. Torcedor do Coritiba, ele tem em Telê Santana e Ênio de Andrade o espelho à beira do gramado. Já avisou que o ataque é sempre o melhor sistema. “Penso em um time coeso, o mais equilibrado possível em todos os setores, que preserve os princípios do Clube de Pais e celebre a amizade”, concluiu.

Ernani Mendes Silva Filho

Aos 46 anos, Ernani já foi duas vezes capitão. E tem em uma delas uma excelente recordação. “Quando fui capitão da Espanha e pude jogar ao lado do meu filho”. Juiz de direito e torcedor do Athletico Paranaense, desfila seu futebol no Clube de Pais desde 1992. Apesar do tempo que parrticipa da competição, foi campeão apenas uma vez. Fã do técnico Tiago Nunes, avisa os adversários que gosta de jogar no 4-4-2 ou no 4-2-3-1. “Tudo depende do adversário”, afirmou Ernani.

Felipe Sant Anna Vasques

Engenheiro, 32 anos, torcedor do Coritiba, está no Clube de Pais desde 2004. Esta será a quarta vez de Vasques como capitão. Com a braçadeira, levou o Ajax à terceira colocação em 2012. Seu único título no Clube de Pais foi em 2008, com o grupo do Flamengo. “Não vou me espelhar em nenhum treinador, mas gosto do Tite”, afirmou o capitão que prefere jogar no 4-3-1-2. Tem a vitória da Colômbia, em 2014, sobre a Itália como seu momento mais marcante no Clube. “A Itália era muito forte. Venceu o primeiro jogo e saiu na frente no segundo. Mas conseguimos a virada e tornamos o jogo inesquecível”, relembrou Vasques.

Jair José de Souza

Jair José é o “caçula” de tempo de Clube de Pais. Entrou em 2015, no LA Galaxy, que terminou na quinta colocação. Aos 43 anos, é empresário e torcedor do Coritiba. Gosta do técnico Guardiola e do sistema de jogo 4-4-2. Nunca conquistou um título e será pela primeira vez capitão, apesar de em 2018 ter sido auxiliar direto no Boca Juniors. Tem um momento mais que especial no Clube de Pais, que recorda com carinho. “A homenagem que meus amigos do Angers fizeram ao meu pai, após o seu falecimento em maio de 2016”, relembra Jair José.

Jorge dos Santos Souza Júnior

O professor Jorginho vem para 2019 com o status de capitão vice-campeão no ano passado, logo em sua primeira empreitada com a braçadeira. No seu segundo ano ao comando de uma equipe, tentará manter a estratégia do ano passado para o grupo. Aos 34 anos, torcedor do Corinthians, foi campeão em 2010 com o Uruguai. É fã do técnico Tite e do sistema 4-4-2. Seu momento inesquecível foi jogar com a família. “Em 2018, joguei com meu irmão no mesmo time. Mas, se não falha a memória, em 2009, meu pai, eu e meu irmão disputamos o torneio. Eu e meu pai no mesmo time. É muito legal”, destacou.

José Campos Hidalgo Neto

Zé Hidalgo é engenheiro e torcedor do Coritiba. Aos 38 anos, foi quatro vezes capitão e joga no Clube de Pais desde 2005. Foi duas vezes campeão como jogador: Flamengo (2008) e França (2014). Como capitão, chegou a duas semifinais: Santa Cruz (2011), que terminou em 4º, e Bordeaux (2016), que ficou em 3º. Ficou surpreso com o convite para ser capitão neste ano, não esperava. E já dá o recado aos adversários sobre o sistema de jogo. “Posse de bola e movimentação constante, mas é o perfil do elenco que define o sistema mais efetivo”, salientou Zé Hidalgo.

Lucas Oliveira Cordeiro

Aos 30 anos, Xermi é o capitão mais novo neste ano e terá sua primeira experiência à frente de uma equipe no Clube de Pais. Gerente de Canais na Pipefy, é torcedor do Coritiba, fã do técnico Jürgen Klopp, do Liverpool, e gosta do sistema 4-4-2. Atua no Clube de Pais desde 2012. Nunca foi campeão, mas ficou em terceiro lugar por duas vezes: Holanda (2014) e Colorado Rapids (2015). Já tem sua tática para buscar seu primeiro título este ano. “Prefiro fazer as escolhas baseado na força física e raça dos atletas. Para mim, esse perfil se sobressai no colégio e leva os times às fases finais! Vou tentar por essa linha!”, explicou Xermi.

Marcio Danilo Favarim

O consultor imobiliário Danilo Favarim tem 47 anos, é torcedor do Corinthians e joga no Clube de Pais desde 2007. Esta será a segunda vez que será capitão. Na primeira experiência, amargou a última colocação. Mais experiente, se espelhará em Carille, técnico do Timão, e pretende jogar no 4-4-2. Como jogador, ele tem estrela. É bicampeão no Clube de Pais e, por coincidência, fez o gol dos dois títulos que ganhou. Não é à toa que esses foram seus momentos inesquecíveis. Em 2010, pelo Uruguai, acertou uma linda cobrança de falta na prorrogação, sendo que a Itália jogava pelo empate. Em 2017, pelo XV de Piracicaba, marcou um lindo gol de voleio, no final do segundo tempo, contra a Ponte Preta.

Marcos Antonio Celles

Aos 54 anos, Celles iniciou sua carreira no Clube de Pais em 2011, na Copa do Nordeste. Corretor de imóveis, será a terceira vez que será capitão. Em 2016, foi vice-campeão com o Toulouse e, em 2018, ficou em sexto com o Gimnasia. Torcedor do Coritiba, ele prefere o sistema 4-4-2 e é fã de Jürgen Klopp, do Liverpool. “Ele consegue montar uma zaga sólida e do meio para frente é um time muito veloz e habilidoso”, comentou. Ele comentou que nenhuma sensação supera a de entrar em campo como capitão, em sua primeira final. Para buscar seu primeiro título no Clube de Pais, espera repetir a fórmula do Toulouse. “Vou procurar isso, mas, para repetir a fórmula, vai depender das escolhas que vou conseguir fazer. Era um elenco muito habilidoso. Mas a intenção é colocar o mesmo modelo de jogo”, concluiu Celles.

Murilo Marcel Buffa Meira

O professor de Educação Física, Murilo terá sua primeira experiência como capitão. Aos 31 anos, é torcedor do Athletico Paranaense e se espelhará no técnico Tiago Nunes. “Assim como ele, sou desconhecido nessa função e tentarei encarar esse ano como um divisor de águas na minha trajetória como capitão”, avaliou. No Clube de Pais desde 2012, foi campeão como jogador em 2016, com o PSG, seu único título. Fã de dois sistemas de jogo, 3-5-2 e 4-5-1, recorda com carinho do seu primeiro gol no Clube de Pais. “Foi o gol da vitória do meu time. Mas era véspera do Dia dos Pais e o meu pai estava vendo o jogo atrás do gol. Fiquei muito feliz”, relembrou.

Oscar Tavares da Mota Filho

Oscarzinho é o capitão mais experiente da temporada 2019. Além de ser o que tem mais idade, com 60 anos, já foi capitão algumas vezes. Foi capitão da Itália de 2010, vice-campeã, que para ele foi um dos times mais técnicos da história do Clube de Pais. Se não bastasse isso, participa do Clube de Pais há 27 anos. Industrial aposentado, é fá de Abel Braga e torcedor do Athletico Paranaense. Oscarzinho já foi campeão cinco vezes, um colecionador de títulos. Seu momento mais marcante é recente: um gol de falta pelo Lanús, no campo do Geraldinho contra o Boca Juniors. Foi uma cobrança da intermediária ofensiva que acabou na gaveta cruzada, sem chances para o goleiro.

Rafael Sprenger Falavinha

Aos 33 anos, Falavinha vem para seu terceiro ano seguido como capitão. Em 2017, foi vice com a Ponte Preta e, em 2018, terminou em décimo com o Lanús. Jornalista e administrador, é torcedor do Athletico Paranaense e fã do técnico Tiago Nunes. “O melhor treinador do mundo na atualidade”, avaliou. Seu sistema de jogo preferido é o 5-3-2. Atua no Clube de Pais desde 2004 e foi campeão três vezes: Bolivar (2004), Uruguai (2010) e New York City (2015). “Espero repetir os bons grupos que formei nos dois anos como capitão. Só espero que encaixe rápido como a Ponte, porque o Lanús cresceu muito no fim e bateu na trave para classificar. Mas já tenho meu plano para 2019 e conto com o Joma mais uma vez”, avaliou Falavinha.

40 anos do Clube de Pais!

2019 será especial para o Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense. Neste ano, nosso querido Clube completa 40 anos. Não faltam histórias para contar dessas quatro décadas. Foram muitos atletas e personagens que tornaram o Clube esse ambiente tão acolhedor, especial e amigo. Um deles foi o professor Alfredo Scremin, precursor do Clube de Pais e motivador de tudo que acontece nos dias atuais. Eloir Trovão também está no clube desde a sua fundação.

Eloir Trovão

O que começou como uma simples distração de final de semana, acabou se tornando algo sério e hoje possui uma estrutura administrativa extremamente organizada, em que presidente, vice, diretoria e o conselho administrativo, composto por ex-presidentes e pessoas que participam do clube há muitos anos compõem a equipe.

Hoje, o campeonato tem fila de espera por uma vaga, mas lá no começo tudo era diferente. O professor Scremin relatava a dificuldade em fechar equipes para os finais de semana. Scremin se orgulhava pela evolução do Clube e definia a competição como “o maior campeonato amador do mundo”.

Jorginho Welter (ex presidente do Clube de Pais) e Professor Scremin

No início, a bola rolava nos gramados do famoso “campo 1” por um pessoal que trabalhava no banco e que o colégio deixava utilizar o espaço. Na época, março de 1980, Alfredo Scremin era coordenador de esportes do Colégio e conversou com o diretor para que ele, alguns alunos e convidados também jogassem. Além dos pais e convidados, participavam também das partidas os alunos do Internato, que ficavam nas janelas de seus quartos esperando a oportunidade de serem chamados para jogar.

Em 1986, foi dado o primeiro passo para a organização do Clube. Veiguinha foi eleito o primeiro presidente, tendo ficado no cargo também em 1987. Nos três anos seguintes, Batista foi o presidente e, em 1990, foi realizado o primeiro campeonato do Clube, denominado como Troféu Costelão.

Veiguinha, primeiro presidente do Clube de Pais

Ao longo dos anos, a competição foi sendo aprimorada. Com a parte organizacional ganhando força, apenas pais e alguns convidados participavam do torneio. Em 1999, aconteceu mais uma mudança significativa. Foi dada a permissão para que ex-alunos participassem do torneio, algo que aumentou o número de pessoas e a quantidade de equipes.

Por um tempo, a competição foi realizada no extinto campo 3, que tinha um tamanho menor, e era disputada com número reduzido de atletas em campo. O Clube também evoluiu fora dos gramados. Em 2002, o Irmão Frederico, então diretor do Colégio, disponibilizou um espaço ao Clube de Pais ao fundo do campo 1. Em conjunto, Colégio e Clube, construíram a sede do Clube de Pais com vestiários para atletas e árbitros, cantina e espaço para eventos.

Irmão Frederico

Em 2003, mais uma evolução fora de campo. Pela primeira vez, o CP ganhou patrocínio para as equipes. Foi a empresa “Irmãos Passaúra” que colocou sua marca em todos os uniformes. Em 2004, foi a vez da “Arte e Teto” patrocinar todos os times. E, em 2005, foi iniciado o formato com patrocinadores que temos nos dias de hoje, que elevou o nível de qualidade e organização do campeonato.

Em 2017, pela primeira vez na história, o Clube de Pais não disputou a competição no Colégio Marista Paranaense. Devido as obras do NAC, a competição foi para o CT Barcelos. Em 2018, devido as obras, o “campo 1” foi completamente reformado e voltou a receber os jogos do CP.
A competição que já foi disputada por apenas quatro times, com cerca de 13 atletas em cada um, hoje conta com a participação de 14 agremiações, 18 atletas por time e uma lista de espera para participar da competição. E, 2019, será mais uma excelente oportunidade para os atletas continuarem esta história maravilhosa do Clube de Pais.

Confira alguns dados e curiosidades:

Presidentes do Clube de Pais:

Veiguinha (1986 a 1987)

Batista (1988, 1989 e 1990)

Jorginho (de 1990 a 1998)

Betão (de 1999 a 2002)

Márcio (de 2003 a 2006)

Trovão (de 2007 a 2008)

Ney (de 2009 a 2010)

Jeferson (de 2011 a 2012)

Xavier (de 2013 a 2014)

Kedny Bostelmann (de 2015 a 2016)

Gustavo Bizinelli (de 2017 a 2018)

O atual presidente é Lucas Minoro

Linha do Tempo do número de equipes:

2000 a 2004 – 8 times

2005 e 2006 – 9 times

2007 e 2009 – 10 times

2010 a 2017 – 12 times

2018 – 14 times

Curiosidades:

  • Trovão joga a competição desde a sua fundação até os dias de hoje. É o atleta que está no Clube há mais tempo. Além disso, ele ajudou Alfredo Scremin a organizar as primeiras peladas.
  • Na década de 1990, houve anos com duas competições. No primeiro semestre, o campeonato era realizado no “campo 1”. No segundo semestre, os jogos aconteciam no extinto “campo 3”, com dimensões menores.
  • A única equipe campeã invicta da história do Clube de Pais foi a Argentina em 1995.
  • A Argentina (1995) e o New York City (2015) foram as únicas equipes a vencer o Torneio Início e o campeonato regular.
  • Antigamente, os kits já vinham com goleiro pré-definido. Nos anos de 2003 e 2004, eles receberam um kit próprio para escolhas, como todos os outros atletas. A partir de 2005, cada capitão passou a chamar seu goleiro.
  • A equipe do Olimpia, em 2003, entrou para a história como única equipe a não vencer nenhum jogo na temporada.
  • Betão, Pisca, Di e Nato iniciaram suas carreiras no Clube de Pais como goleiros. Di, inclusive, era o arqueiro da equipe do Olimpia.
  • Nos anos de 2004, 2005 e 2006, o campeonato não teve final. Isso porque o campeão era conhecido em um quadrangular.
  • O Clube de Pais já teve álbum de figurinhas do campeonato. A coleção, com fotos dos atletas, esteve disponível para colecionar nos anos 2009, 2010, 2012, 2013, 2014, 2015 e, sua última edição, em 2016.
  • Em 2016, o Clube de Pais homenageou em vida o seu grande precursor, Alfredo Carlos Scremin, batizando o troféu de campeão com seu nome. O PSG, do capitão Dizinho, foi a primeira equipe a levantar essa taça.

Maranhão se emociona com homenagem na temporada de despedida

A festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol, no último sábado (15), teve um momento de muita emoção. Em meio à premiação dos destaques de 2018, o Clube de Pais dedicou um prêmio especial em homenagem a Maranhão, que está deixando os gramados após uma carreira de 35 anos.

Maranhão, que foi o capitão do River Plate nesta temporada, fez o anúncio já no início do ano. E para sua despedida, montou um time especial, junto com os filhos, genros e grandes amigos. E a homenagem no encerramento do ano deixou o adeus ao campo do Colégio Marista Paranaense ainda mais emocionante.

“Eu fui pego de surpresa, porque a decisão foi tomada desde o começo do ano. Eu quero sair por mim e não que alguém me tire por uma lesão, por não estar bem. Eu estou bem e tomei uma decisão difícil. O Clube de Pais pertence à minha vida. São 35 anos de dedicação, de amor, ao Marista, aos amigos, aos irmãos e aos filhos. Aos filhos legítimos e aos ilegítimos, que são todos eles. Eu tenho um amor muito grande. Aí eu recebo uma homenagem dessa de surpresa, realmente acabo me emocionando muito”, disse Maranhão.

Segundo o capitão, a última temporada como atleta foi quase perfeita, com um time inesquecível. “O River foi um presente para mim. Joguei com os meus dois filhos e com os dois genros no mesmo time. E a equipe que eu escolhi só me trouxe alegria. Eles me trataram como rei. Me carregaram no colo. Foi um time muito unido, muito amoroso. Eu me despeço com um time de primeira categoria, não importa se ganhou. Nós ganhamos na amizade, no amor, no coração, pelo resto da vida”, afirmou.

Clube de Pais premia Mazzarotto e Jacaré como revelações de 2018

As principais revelações da Superliga Argentina de Fútbol também foram premiadas na festa de encerramento da temporada 2018 do Clube de Pais, no último sábado (15). O prêmio de Revelação de Novos ficou com Mazzarotto, do Estudiantes. O troféu de Revelação Master (entre atletas com mais de 40 anos) ficou com Jacaré, do Lanús.

O meia Leonardo Vianna Mazzarotto teve grande participação na excelente campanha do Estudiantes, sendo apontado como um dos melhores jogadores do torneio já em sua temporada de estreia. Foi o segundo principal goleador da equipe do capitão Lucas Minoro, com 12 gols, atrás apenas do artilheiro da Superliga, Pisca.

“Acho que fiz um bom campeonato, mas realmente não esperava esse prêmio. Fico muito feliz e tenho que agradecer ao time do Estudiantes, que me proporcionou chegar aonde cheguei. E também ao Clube de Pais, que me recebeu superbem desde o início. Estou muito contente. Terminar o ano recebendo esse prêmio de revelação foi gratificante para mim. Ano que vem estarei em campo de novo, tentando buscar outros prêmios”, afirmou.

O zagueiro Wellington Dancini dos Santos, o Jacaré, também chamou a atenção em sua primeira temporada no Clube de Pais. Mesmo com o Lanús sendo eliminado na primeira fase, ele chamou a atenção entre outros grandes zagueiros, como Heber, Gregório e o capitão Falavinha.

“Jogar pelo Lanús foi um momento de fazer grandes amizades e passar por algumas frustrações. Mas eu tenho certeza que a gente teve muito mais alegrias, pelas vitórias e pelo compromisso do grupo e as amizades que ficam. Fiquei um pouco surpreso pelo prêmio, mas muito feliz. Para 2019, as expectativas são maiores. Que o grupo que eu venha a participar seja igual o Lanús, com pessoas comprometidas e sinceras, que acabam virando amigos”, destacou Jacaré.

Festa de encerramento da Superliga Argentina consagrou artilheiros Pisca e Chupeta

Os goleadores da Superliga Argentina de Fútbol 2018 também foram premiados na festa de encerramento da temporada 2018 do Clube de Pais, no último sábado (15). Com 30 gols, Pisca, do Estudiantes, foi o Artilheiro de Novos. Já o prêmio de Artilheiro Master (entre jogadores com mais de 40 anos) ficou mais uma vez com Chupeta, do San Lorenzo, com 22 gols.

Pisca foi a principal referência do melhor ataque do campeonato. O Estudiantes marcou 69 gols em 22 jogos (mais de três gols por partida) e o atacante teve participação direta em grande parte deles, com assistências ou mandando a bola para a rede. Prova de que o capitão Lucas Minoro acertou em cheio na primeira escolha do draft.

“É uma honra, em um campeonato tão disputado. A cada ano o campeonato do Clube de Pais é melhor. É lógico que para isso tem o papel fundamental de todo o time, desde o momento da escolha e passando por todos os jogos. Ninguém consegue ser artilheiro sozinho. Agradeço a toda a minha equipe e aos jogadores que me ajudaram a fazer os gols. É uma pena a gente não ter participado da final. O prêmio individual é uma consolação. A gente fica feliz, mas com um gostinho de quero mais. Vamos guardar para o ano que vem. Quem sabe a festa seja completa”, afirmou Pisca.

Chupeta foi o Artilheiro Master pelo segundo ano seguido. Em 2017, ele já havia ficado com prêmio, ao marcar o mesmo número de 22 gols pelo São Bento. Agora, na Superliga Argentina, o instinto de goleador do atacante Luciano Castro foi fundamentar para levar o San Lorenzo ao mata-mata final.

“Mais uma vez estou muito feliz pelo resultado. É um campeonato completamente diferente de tudo o que já vivi no futebol. É muito gratificante. Mas nada disso teria acontecido se não fosse a equipe do San Lorenzo. Eu ganhei esse troféu particular, mas tive muita ajuda da equipe durante o ano todo. O Kadu e o Vagner jogaram muito e me ajudaram bastante, assim como o Léo. O prêmio é individual, mas eu quero dividir com toda a equipe do San Lorenzo. A gente formou um time de amigos e é isso que importa. Ano que vem vai ser difícil, vou estar com 43 anos, mas a vontade de ganhar vai ser a mesma”, disse Chupeta.

Pelo segundo ano seguido, Maicon recebe prêmio de goleiro menos vazado

A grande campanha do Estudiantes na Superliga Argentina de Fútbol consagrou craques nos dois extremos do gramado. Além de contar com o artilheiro, o time teve também o goleiro que menos sofreu gols no campeonato do Clube de Pais. Mais uma vez, Maicon brilhou com grandes defesas e faturou o prêmio de goleiro menos vazado pelo segundo ano consecutivo.

Em 2017, Maicon defendeu o campeão do Caipirão Paulista, o XV de Piracicaba, e levou o prêmio individual. Este ano, não ficou com o título, mas repediu a dose, com apenas 39 gols sofridos ao longo de toda a temporada, ajudando a levar o Estudiantes ao terceiro lugar.

“É um grande prazer receber esse prêmio. Nosso time foi espetacular durante o ano. Nossa zaga foi toda premiada. Só faltou o título para deixar o ano perfeito. Infelizmente o futebol é assim mesmo, mas, pelo segundo ano consecutivo, consegui conquistar esse prêmio. E ano que vem continuo na ativa em busca de mais um”, afirmou Maicon.

Damba e Ney foram os craques da Superliga Argentina de Fútbol

A festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol, realizada no último sábado (15), consagrou os principais destaques do Clube de Pais em 2018. Entre os prêmios mais esperados, estavam os de craque de novos e craque máster. E ambos ficaram com integrantes do elenco campeão do Banfield, com o volante Damba e o zagueiro Ney.

As ótimas atuações na reta final deixaram Damba praticamente sem concorrentes para o prêmio de Craque de Novos (menos de 40 anos). Foram cinco gols e excelentes performances nos três jogos finais, que fizeram de Lucas Dambiscki peça fundamental na conquista do troféu pelo Banfield. Uma premiação individual com toda justiça.

“Durante o campeonato eu tive altos e baixos, mas na fase final foi quando eu joguei melhor. O mata-mata foi muito bom para mim. Não vou dizer que não estava esperando, porque fiz um campeonato bom. Mas ser craque do campeonato em meio a tantos outros craques é sem dúvida uma felicidade muito grande. São dois anos e duas finais, com um título e um vice. Desta vez, craque das finais, craque da temporada e campeão. Foi bom demais. Ano que vem o que vier a gente está no lucro”, comemorou Damba.

Já o prêmio de Craque Master encontrou seu lugar ideal nas mãos do zagueiro Ney. Assim como toda a equipe do Banfield, ele se agigantou na hora de decidir o título e deu ao time a segurança defensiva necessária para conquistar as vitórias que valeram o troféu.

“Foi muito gratificante pelo ano. Competi com outros grandes craques. Como eu falei antes para meus amigos, aos 58 anos, é como se fosse uma despedida de toda minha trajetória no Colégio, em relação às seleções. Eles vão ter muito mais chances do que eu daqui para frente, porque são craques. Fiquei muito feliz pelo reconhecimento e ano que vem estarei em campo novamente. Só saio de maca”, prometeu Ney.