Autor: xermi

Lucas Minoro é o novo presidente do Clube de Pais, em uma temporada histórica

Na temporada em que completará 40 anos, o Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense terá uma nova diretoria. E quem recebeu a missão de estar à frente da organização do campeonato e de todas as atividades do Clube neste momento único é Lucas Minoro.

Capitão nas duas últimas temporadas, Lucas aceitou o desafio de substituir Gustavo Bizinelli na presidência. E em um ano tão especial, já começou a implantar novidades. A primeira delas é o mistério criado em torno do tema de 2019, que não foi revelado na festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol 2018, no último sábado (15).

 

Em entrevista, Lucas Minoro preferiu manter todos na expectativa e não estragar a surpresa, mas falou sobre a tarefa de comandar o Clube de Pais em uma temporada histórica. Confira:

Qual será esse tema misterioso, que está deixando todo mundo na expectativa?

A diretoria atual e a nova conversaram bastante para propor um tema para 2019 que tenha a ver com toda a história do Clube de Pais. Ano que vem vamos completar 40 anos e queremos um tema que homenageie toda essa história. E como é uma coisa muito especial e muito importante, a gente prefere deixar como uma surpresa. Aguardem, porque vai ser muito especial.

A fórmula de disputa para a próxima temporada continua ou teremos novidades?

O Clube de Pais é um clube de tradição, mas nunca teve medo de evoluir. Durante esses 40 anos, a cada temporada fomos pensando em novas modalidades, novas ideias, para fazer um campeonato mais competitivo, prazeroso e que integre mais os atletas e as famílias. Não temos medo de inovar e somos abertos à inovação, mas sempre com os valores maristas e do Colégio Paranaense em primeiro lugar. Não temos nada pronto ainda, mas esperamos um campeonato tão gostoso quanto esses últimos 39 anos.

Como é receber a missão de comandar o Clube de Pais em uma temporada tão importante?

É uma satisfação e um desafio muito grande. Eu acho que estou preparado. Conto muito com os conselheiros, com os diretores e com os atletas. Sozinho, ou com poucos, ninguém faz o campeonato. É preciso todo mundo engajado e empenhado em fazer um campeonato melhor sempre.

Na presidência, você não poderá seguir como capitão. Mas estará em campo novamente, certo?

Com certeza. Enquanto eu puder estarei em campo. Meu sonho é poder jogar com os meus filhos. Falta pouco para jogar com o mais velho. Então eu quero estar bem para poder jogar sempre, junto com as atribuições de presidente. Não poderei ser capitão, mas vou estar ajudando em outra área que é tão importante quanto.

Festa encerrou a Superliga Argentina e criou mistério sobre o tema de 2019

O Clube de Pais deu adeus na noite deste sábado (15) à Superliga Argentina de Fútbol. A festa de encerramento da temporada, realizada no Concept Hall, premiou os destaques do ano, as seleções do campeonato e os melhores times de 2018. E ainda deixou uma dúvida na cabeça de todos: qual será o tema da temporada 2019, que marca os 40 anos do Clube?

A surpresa só será revelada no ano que vem, quando assume a nova diretoria. O presidente Gustavo Bizinelli passa a bola para Lucas Minoro, que terá a missão de comandar o Clube de Pais em um ano especial. Por isso, a promessa é de um tema inédito e que represente toda a história de 40 anos do campeonato mais bem organizado do futebol amador de Curitiba.

Craques, revelações e campeões

A noite começou com a premiação dos três melhores colocados da Superliga Argentina: Estudiantes, Independiente e o campeão Banfield. Foram entregues prêmios para todos os atletas, além dos troféus para o vice-campeão e o grande vencedor da temporada.

Depois do jantar, foi a hora de anunciar as seleções de novos e máster e os prêmios individuais da temporada: artilheiros, craques, revelações e goleiro menos vazado. Um momento de muita emoção para aqueles que tiveram toda sua dedicação ao Clube premiada.

E aí foi a hora de atletas, dirigentes, patrocinadores, familiares e convidados festejarem na pista de dança, ao som dos maiores sucessos do passado e da atualidade.

Ano de inovações

Segundo o presidente Gustavo Bizinelli, a festa de encerramento marcou a consagração de uma temporada cheia de novidades e de muito trabalho. “Foram 14 times pela primeira vez, fornecedor de uniformes novo, campo novo, regulamento novo… No final, o maior valor foi que a gente conseguiu terminar o campeonato com um bom nível técnico, mas principalmente valorizando a amizade, as famílias e os atletas”, disse.

Bizinelli também fez um balanço de seus dois anos à frente do Clube de Pais e garantiu todo apoio ao novo presidente. “Foi um desafio. Pessoalmente, uma realização. Mas eu não conseguiria ter feito nada se não tivesse o apoio da diretoria, dos conselheiros e especialmente dos capitães. Agora o Lucas pode continuar contando comigo. Temos um grupo muito forte hoje, que ajuda e contribui. Ano que vem estarei em campo e já fui convidado para fazer parte do grupo de conselheiros. Estou muito feliz com isso”, destacou.

Cada vez melhor

Para o diretor social Luís Carlos Fernandes, a temporada 2018 ficará marcada pela confraternização e pela solidariedade de todos os membros do Clube de Pais. “A cada ano está ficando mais gostoso. Estou há 16 anos fazendo esse evento e cada vez é mais especial. Para coroar tudo isso, este lugar, o Concept Hall, trouxe aquilo que o Clube merece. Um lugar de conforto e agradável para receber as famílias”, avaliou.

Segundo Luis, os eventos desta temporada contaram com a adesão maciça dos integrantes do Clube. “Fizemos a abertura no Armazém Garagem, que foi um sucesso. No meio do ano, tivemos um evento social, com 350 pessoas em nossa feijoada. Agora este evento fecha o ano com chave de ouro”, ressaltou.

Sucesso no gramado

O diretor esportivo Márcio Matador também elogiou o comprometimento em uma temporada repleta de desafios. “O balanço é muito positivo. A união e a amizade mais uma vez prevaleceram. É isso o que importa. Este ano tivemos que alterar a fórmula de disputa em cima da hora. Foi complicado, mas tivemos que fazer. Acredito que conseguimos chegar em uma fórmula equilibrada e que privilegiou os que tiveram as melhores campanhas”, disse.

Márcio diz que está deixando a diretoria na próxima temporada, mas garante que, pelo bem do Clube, não abandonará os gramados. “Tenho certeza que entrego em boas mãos. Vou estar sempre ajudando, porque o amor que a gente tem pelo Clube não nos deixa abandonar. E em campo não pode parar. Tem a venda das camisas, todo o marketing por trás e o Márcio Matador não pode ficar fora. Traz público, renda com a venda de camisas… Não posso jamais parar porque tem muito marketing por trás disso”, disparou.

Confira as seleções e os destaques individuais da Superliga Argentina de Fútbol 2018:

Premiações Individuais

Artilheiro Novos – Pisca (Estudintes) – 30 gols

Artilheiro Master – Chupeta (San Lorenzo) – 22 gols

Goleiro Menos Vazado – Maicon (Estudiantes) – 39 gols sofridos

Revelação Novos – Mazzarotto (Estudiantes)

Revelação Master – Jacaré (Lanús)

Craque Novos – Damba (Banfield)

Craque Master – Ney (Banfield)

Seleção Novos

Goleiro: Odair (Banfield);

Defensores: Rodolfo (Estudiantes), Pablo (Estudiantes) e Pedro Paulo (Banfield);

Meio-campistas: Jean (Independiente), Pucci (Rosario), Rhavy (Racing) e Estrela (Banfield);

Atacantes: Lucas Haus (Rosario), Diego Elias (Gimnasia) e Zóio (Rosario).

Seleção Master

Goleiro: Fabiano (Independiente);

Defensores: Bill (Racing), Tampa (Independiente), Almir (Rosario) e Jefico (Estudiantes);

Meio-campistas: Xavier (Banfield), Matheus Salvallagio (Racing), Badu (Rosario) e Alvaro (Independiente);

Atacantes: Du (Argentinos Juniors) e Betão (Rosario).

Independiente lamenta o vice, mas ressalta grande temporada na Superliga

Após o apito final na grande decisão da Superliga Argentina de Fútbol, o clima era de frustração pela perda do título entre os jogadores do Independiente. Mas apesar do revés, todo o elenco do “Rojo” se uniu para exaltar a união do time e a ótima temporada no campeonato do Clube de Pais.

“O Banfield veio atropelando, com grandes vitórias nos jogos anteriores. A gente sabia que seria um adversário muito difícil, com grandes jogadores em campo o tempo todo. Mas a gente se dedicou. Fizemos um campeonato maravilhoso, uma grande família e um timão. É isso o que vale. Trazer os filhos e curtir com todo mundo”, disse o meia Guilherme Gusso.

Já o capitão Jorginho agradeceu a todos os jogadores e ao Clube de Pais pelas amizades e grandes momentos vividos ao longo de 2018.

“É triste ficar em segundo lugar. Mas a gente foi campeão por montar o grupo mais unido. Criamos uma família, a família Independiente. Os caras mereceram, jogaram melhor. A gente estava com o time completo. É difícil montar o time com 18 jogadores, fazer as trocas, sair perdendo. Mas valeu a pena ter liderado essa galera. Valeu demais, Clube!”, destacou.

É campeão! Banfield goleia Independiente e fatura a Superliga Argentina

Não teve pra ninguém! Com uma campanha perfeita na fase final, o Banfield atropelou os rivais e é o grande campeão da Superliga Argentina de Fútbol 2018. O título foi conquistado neste sábado (1º), com uma goleada de 4 a 0 sobre o Independiente, em uma tarde com um grande público e muita festa no campo do Colégio Marista Paranaense.

Agora, o time do capitão Átila é o legítimo detentor do troféu Alfredo Carlos Scremin. Um desfecho ideal para a equipe que se classificou em terceiro lugar no Grupo B e passou por San Lorenzo e Rosario Central, antes de chegar à grande final do campeonato do Clube de Pais.

E mais uma vez, o Banfield foi avassalador neste mata-mata, construindo uma boa vantagem logo no começo do jogo e fechando a conta já nos minutos finais da partida. Daí, foi só comemorar com o troféu em mãos.

Primeiro tempo

O Banfield começou o jogo arrasador. Logo aos 6’, abriu o placar com um golaço do atacante João Paulo, que soltou uma bomba, de voleio: 1 a 0! E logo na sequência, aos 10’, marcou o segundo, quando Damba aproveitou cruzamento de Magrinho: 2 a 0!

Com a boa vantagem, o Banfield passou a controlar o jogo. O Independiente foi para cima, mas não conseguiu superar a marcação. Tanto que só conseguiu criar sua única oportunidade clara de gol aos 45’, quando Jean recebeu na cara do gol, mas não conseguiu passar pelo goleiro Odair.

Segundo tempo

Sem outra alternativa além de atacar, o Independiente começou a segunda etapa sem ameaçar a meta defendida pelo adversário. Só conseguiu chegar com perigo aos 19’, em uma cabeçada de Nicolas que saiu por cima do gol.

Bico, Jorginho e Molinari também tiveram a chance de descontar para “el Rojo”. Mas nos minutos finais, foi o Banfield quem apareceu para enterrar de vez qualquer possibilidade de reação. Aos 41’, Damba aproveitou um toque de Magrinho e fez 3 a 0! E aos 44’, um golaço fechou a goleada. Estrela recebeu na direita e bateu cruzado, na gaveta: 4 a 0!

Apito final e taça de campeão para o Banfield!

Estudiantes supera Rosario Central nos pênaltis em jogaço pelo terceiro lugar

O Estudiantes faturou a terceira colocação da Superliga Argentina de Fútbol 2018! A conquista veio com uma vitória nos pênaltis, após um jogaço contra o Rosario Central, que terminou empatado em 2 a 2. Foi a preliminar da tarde que encerrou a temporada 2018 do Clube de Pais, com um ótimo público no campo do Colégio Marista Paranaense.

O encontro entre os dois melhores times da primeira fase atendeu às expectativas. Sobrou emoção desde o início do jogo, com as duas equipes chegando ao gol ainda nos primeiros minutos. E continuou assim até o capitão do Estudiantes, Lucas Minoro, bater o último pênalti da decisão e definir a vitória por 4 a 3 nas cobranças.

Primeiro tempo

O jogo começou com o Estudiantes no ataque e com a marca do artilheiro Pisca. Aos 5’, ele recebeu na área, limpou a marcação e bateu cruzado, no cantinho: 1 a 0!

A reposta do Rosario foi imediata. Aos 8’, Lucas Haus recebeu na esquerda e cruzou rasteiro, sob medida para o atacante Zamorano mandar para a rede: 1 a 1!

Pasinato teve a chance da virada, aos 15’. Após uma linda tabela com Zamorano, ele bateu firme, mas o goleiro Maicon segurou.

Quem marcou de novo foi o Estudiantes, mais uma vez com Pisca. Aos 21’, ele bateu colocado na cobrança de uma falta e o goleiro Everton, do Rosario, não conseguiu segurar: 2 a 1!

O Rosario partiu para cima em busca de seu segundo gol e teve boas chances com Ernani, Barp, Pasinato e Zamorano. Já as investidas do Estudiantes paravam na forte zaga rosarina.

Até que aos 44’ veio o novo empate. Zóio recebeu na frente, pela esquerda, e bateu cruzado. Maicon ainda tocou na bola, mas ela entrou rente à trave: 2 a 2!

Segundo tempo

O jogo ficou mais truncado na etapa complementar, com as defesas levando vantagem. Pucci e Pasinato tiveram as melhores chances do Rosario. E Pisca também esteve perto de marcar mais um, mas acertou a trave!

Com o empate persistindo até o apito final, a decisão foi para os pênaltis. E aí quem teve mais sorte e mais competência nas cobranças foi o Estudiantes.

A série começou com Barp marcando para o Rosario e Pisca desperdiçando sua cobrança, ao bater para fora.

Depois, foi a vez de Pasinato acertar o travessão e Mazarotto empatar para o Estudiantes. Nas cobranças seguintes, Pucci e Ernani anotaram para o Rosario. Assunça também marcou, para o Estudiantes. Depois foi a vez do goleiro Maicon brilhar, defendendo a cobrança de Zóio. E daí, o capitão Lucas bateu com tranquilidade e fechou a conta: 4 a 3 para o Estudiantes!

 

 

PRESIDENTE COMEMORA O SUCESSO DA FESTA DE ABERTURA DA SUPERLIGA ARGENTINA DE FÚTBOL!

Como já é tradição, a Festa de Abertura do Campeonato do Clube de Pais foi um grande sucesso! Mais de 200 atletas, familiares, amigos e patrocinadores compareceram ao Armazém Garagem Bar para conhecer os novos uniformes. Os patrocinadores tiveram um destaque especial na festa com a apresentação das empresas e exposição das marcas.

O presidente do Clube, Gustavo Bizinelli, comemorou o sucesso da festa. “2018 tem sido um ano de muitas mudanças na forma de trabalhar o Clube. Nós trouxemos um novo conceito de festa de lançamento, em um lugar mais amplo, onde tivemos mais espaço para a divulgação dos nossos patrocinadores. Espero que todo mundo tenha gostado. Além disso, tivemos uma surpresa para todos muito grande com o novo fornecedor dos uniformes, que buscamos com muito carinho. Depois de mais de 20 anos, mudamos o fornecedor. É um material diferente e a expectativa é a de que todo mundo fique bastante satisfeito com o design e com o material esportivo”, afirmou Bizinelli.

Para este ano, o campeonato do Clube de Pais terá muitas novidades, que representaram um desafio para a Diretoria no planejamento do ano. “Foi uma superação. Foram 22 dias, desde que definimos que aumentaríamos mais dois times. Ficamos muito surpresos, recebemos um recorde de inscrições. Nunca tivemos tanta gente procurando o Clube e ficamos muito felizes especialmente pela quantidade de pais novos e de alunos egressos do Terceirão”, contou o presidente, que acredita que a receptividade de todos foi muito boa em relação à nova fórmula de disputa. “Para mantermos a renovação dos atletas, a única forma era aumentar a quantidade de times. A notícia foi bem recebida por todos. Mas gerou um desafio gigantesco para nós porque em 22 dias tivemos de definir quais eram os novos times, tivemos de correr atrás de novos patrocinadores, convencer o fornecedor de material esportivo que precisaríamos deste material pronto em um prazo super curto. A minha satisfação maior foi ver o engajamento de toda a diretoria. E vamos conseguir, no próximo final de semana, começar o Torneio Início com todos os uniformes prontos e com mais 36 pessoas no Campeonato”, disse Bizinelli.

A temporada de 2018 também marcará o retorno para o campo do Colégio Marista Paranaense. “Eu participo do Clube há 21 anos e digo que tudo que a gente construiu foi em torno do campo do Colégio. Este ano será uma satisfação gigantesca, primeiro pelo Clube de Pais poder contribuir com a construção do novo gramado. Nós capitaneamos essa frente junto com a Diretoria do Colégio e, em toda a parte técnica da obra, nós estivemos muito próximos. O campo já era muito bom, agora é um campo excelente em uma localização excepcional e a expectativa é que todos gostem muito. Temos várias novidades para o ano, este início foi só um ‘cheirinho’ disso. Pela primeira vez as inscrições foram feitas por aplicativos, mudamos fornecedores, mudamos a forma do campeonato para poder atender 14 times e vem muito mais coisa por aí!”, revelou o presidente.

Gustavo Bizinelli contou como tem sido a experiência de presidir um Clube de tanta tradição. “Para mim tem sido uma realização. É bem diferente daquilo que fazemos no dia a dia do trabalho. Aqui a minha preocupação é cuidar do final de semana dos meus amigos e eu sei o quanto isso é importante para eles, para as famílias, enfim, para todo mundo. É uma responsabilidade muito grande, mas eu estou satisfeito principalmente porque a Diretoria está super engajada para fazermos o melhor. A expectativa é de termos um ano fantástico!”, finalizou o presidente do Clube de Pais.

 

CONHEÇA OS CAPITÃES DA SUPERLIGA ARGENTINA DE FÚTBOL 2018

Os capitães da Superliga Argentina de Fútbol estão definidos. A lista com os 14 nomes que vão comandar as equipes do campeonato do Clube de Pais em 2018 está cheio de novidades, com dez capitães diferentes em relação ao Caipirão Paulista 2017. Conheça um pouco mais sobre cada um deles:

ÁTILA

A Superliga Argentina será o décimo campeonato que terá o advogado Átila Duderstadt entre seus capitães. Veterano do Clube de Pais desde 2001, ele já levantou o troféu duas vezes como capitão: com o Bolívar, na Libertadores de 2004, e com a Arábia Saudita, na Copa do Mundo de 2006. Para Átila, seus momentos mais marcantes do Clube são as últimas quatro temporadas, quando passou a ter a companhia do filho Rodrigo nos gramados. Torcedor do Coritiba e admirador do futebol de Cristiano Ronaldo, ele revela sua meta para 2018: “Ser campeão, solidificando e formando amizades”.

 

BADU

O médico Luiz Gustavo Emed, de 40 anos, participa dos campeonatos do Clube de Pais desde 2014 e será capitão pela primeira vez. Como atleta, sua melhor campanha foi com o Los Angeles Galaxy, na Major League Soccer de 2015. Torcedor do Atlético Paranaense, é fã de Lucho González, Diego Simeone e Thiago Cocito. Badu diz que seu maior objetivo é montar um grupo forte no futebol, na união e na amizade. “Todos dizem que meu time será o mais retranqueiro possível. Acredito em um time com um forte poder de marcação e rápida transição para o ataque. Muitos atletas fizeram avaliação física e médica comigo para a pré-temporada. Então estou de olho no peso, velocidade e condicionamento deles”, avisa.

 

BELON

Mais um capitão de primeira viagem, o empresário Márcio Belon está no Clube de Pais desde 2010. Com cinco semifinais no currículos, ele viu em 2017 seu filho Felipe ser vice-campeão com a Ponte Preta. “Sempre curti muito o clube e vivi grandes momentos, mas o melhor realmente foi ver a alegria do meu filho jogando e a recepção bacana que ele teve. São nesses momentos que você vê que nosso clube é muito especial”, diz. Atleticano e fã de Zico, Belon já sabe como quer ver seu time em campo. “O futebol de hoje está sendo dominado pela posse de bola. Vamos trabalhar muito isso, mas sempre priorizando a criatividade, a ousadia dos nossos talentos, para fazermos algo diferente”.

 

CELLES

Marcos Antonio Celles, de 53 anos, é torcedor do Coritiba e faz parte do Clube de Pais desde 2011. Será capitão pela segunda vez, em busca de um resultado melhor do que o vice-campeonato com o Tolouse, na Ligue 1 de 2016. “Como capitão, senti a importância e o comprometimento que todos têm para que o campeonato aconteça”, afirma. “Pretendo montar uma equipe de amigos, que gostem de estar no campeonato e que queiram se divertir, sem perder a competitividade. Mas o objetivo é o título, logicamente. Não faz sentido entrar numa competição se não for para ganhá-la. Na primeira vez como capitão cheguei à decisão e perdi. Agora quero chegar e vencer”, avisa.

 

DIZINHO

O professor Rodrigo Digiovani, 33 anos, será capitão pelo quarto ano seguido. Foi campeão da Ligue 1 em 2016, com o PSG, e no ano passado, no Caipirão Paulista, chegou na quarta posição com a Inter de Limeira. Está no Clube de Pais desde 2006 e não tem dúvidas na hora de apontar seu melhor momento: “Levar o time do PSG pra final, desenhar a estratégia, ver tudo correr como o planejado, marcar o gol mais bonito da minha carreira com casa cheia e ficar gravado pra posteridade como primeiro campeão do troféu Alfredo Scremin”. Na Superliga Argentina, seu objetivo é repetir a dose. “Ainda sou o último capitão campeão no campo do colégio e vou buscar o Bi”, afirma, Dizinho que é torcedor do Toledo e do Palmeiras.

 

FALAVINHA

Aos 32 anos, o jornalista Rafael Falavinha tem um currículo de peso no Clube de Pais. Conquistou três títulos como jogador: Libertadores de 2004, com o Bolívar; Mundial Retrô 2010, com o Uruguai; e Major League Soccer 2015, com o New York City. Em 2017, no Caipirão Paulista, foi capitão pela primeira vez e chegou ao vice-campeonato com a Ponte Preta. “Acho que vou manter a linha do ano passado, que deu certo. É tentar montar um grupo bom e torcer para dar liga em campo”, diz. Atleticano e admirador do futebol do zagueiro Paulo André, já definiu seu principal objetivo na temporada: “Quero ter a melhor defesa da história do Clube de Pais”.

 

JORGINHO

Professor de matemática no Colégio, Jorge dos Santos Souza Junior vai estar à frente de uma turma pela primeira vez no campeonato do Clube de Pais, do qual participa desde 2007. Seu melhor resultado foi o título do Mundial Retrô de 2010, com o Uruguai, mas a melhor recordação é ter o pai e o irmão disputando o mesmo campeonato. Neste ano, está preparado para uma nova experiência. “Como nunca fui capitão no clube, irei experimentar muitas coisas no torneio início, mas acredito que a grande estratégia é ter um time equilibrado após as substituições dos jogadores. Meu objetivo é criar um time competitivo e um grupo unido”, diz.

 

LUCAS

Toque de bola e marcação forte. Essas são as características que o administrador Lucas De Grandi Sampaio, de 36 anos, quer ver seu time colocar em campo na Superliga Argentina. No Clube de Pais desde 1999, ele tem dois títulos no currículo: Campeonato Mexicano 2009, com o América, e Campeonato Carioca 2013, com o Olaria. O último, como capitão, foi seu melhor momento no clube. “A final foi um jogo duríssimo contra o Boa Vista. Acabado o jogo, entrei em campo para comemorar e, quando olhei para trás, vi minha família correndo em minha direção. Abracei meu filho e choramos juntos”, recorda. Torcedor do São Paulo, Lucas comandou o Mogi Mirim em 2017 e ficou com o terceiro lugar.

 

MARANHÃO

Veterano do Clube de Pais, do qual participa desde 1983, o advogado Edigardo Maranhão Soares, 62 anos, já perdeu a conta de quantos times comandou e quantos campeonatos venceu. “Isso pouco importa, sendo que o mais importante é a participação em todos os eventos”, diz. Entre tantos momentos no clube, um deles é inesquecível para o torcedor do Atlético Paranaense. “Poderia dizer que foi o campeonato de 1995, quando fui capitão e meu time sagrou-se campeão sem perder uma partida, ou com o time da Bélgica, em que fui campeão junto com meu filho e genro. Mas credito um ponto pitoresco, quando fui bater um escanteio e fui provocado para bater direto no gol por várias pessoas que estavam na Curva (local dos cornetas), em especial pelo Marcio Matador. Bati e fui feliz com um gol OLÍMPICO, em que a bola entrou no ângulo oposto. Fiquei parado com um braço esticado para o ar, recebendo de todos uma comemoração sem nome. Pularam em cima de mim meu time, o capitão do time adversário, MEU IRMÃO TADEU, e como não poderia deixar de ser, o pessoal da curva: Marcio Matador; Di, o verdadeiro; Gregorio Rossilho, o melhor da família, e outros. Marcio, depois disto, fez um comentário do site do Clube onde realçou os Deuses do Futebol. Não esqueço jamais deste dia”, afirma.

 

A Superliga Argentina, avisa Maranhão, será sua despedida do gramado. “Meu objetivo é encerrar minha participação enquanto ainda tenho saúde. Aos 62 anos, entendo que mereço dar sossego às minhas pernas e participar apenas como assistente, pois jamais deixarei o clube. Minha alma e meu coração pertencem àquele local. Joguei com várias pessoas de todos os tipos, hoje jogo com os amigos, filhos, genros, sobrinhos e só tenho orgulho disso, em contribuir e fazer parte desta história. Muito, mas muito mesmo, obrigado a todos, por deixarem ainda eu pertencer a este grupo, que é a extensão da minha família. Amo a todos”.

 

MAZUR

O publicitário Augusto Mazur, de 36 anos, vai disputar a Superliga Argentina com o objetivo de levantar o troféu, mas já de olho em 2019. “Será um ano especial para mim, pois meu filho irá terminar o terceirão este ano e no ano que vem fará parte dessa família. Quem sabe jogaremos juntos ou teremos aquela rivalidade sadia como adversários”, revela. Como momento inesquecível no clube, ele lembra da campanha de 2016, como capitão do Lorient, quando ficou na quarta posição da Ligue 1. “Minha estratégia para esta temporada será montar um elenco unido e entrosado, dentro e fora de campo. Os ‘dodozetes’ (Valadão e Tammy) já foram convocados e tenho certeza que todos farão renascer a frase: ‘Que elencooooo’!”.

 

MIGUEL

A Superliga Argentina será o terceiro campeonato do Clube de Pais como capitão para Luiz Miguel da Rocha Lima. Ele comandou a Argentina, na Copa do Mundo 2014, e o São Cristóvão, no Campeonato Carioca 2013. Mas seu momento inesquecível no clube aconteceu em 2008, no campeonato dos Esquadrões do Futebol Brasileiro: a vitória do Internacional sobre o Fluminense na semifinal. Torcedor do Coritiba, é admirador dos craques Pisca e Zicarelli. Para esta temporada, ele não tem uma estratégia para montar o time, mas tem um objetivo bem definido: “É o mesmo de sempre, se divertir e rir dos outros times”, afirma.

 

NICOLAU

Mais uma estreia como capitão em 2018 será a do juiz federal Nicolau Konkel Junior, de 52 anos. No Clube de Pais desde 2014, ele recorda de sua primeira partida como o momento mais marcante. “Foi a estreia contra o time do Brasil. A Holanda foi a minha porta de entrada no clube e me marcou demais a receptividade que tive dos amigos”, diz. Torcedor do Atlético Paranaense e fã dos craques Zico, Bill e Zicarelli, Nicolau já definiu suas metas na temporada: “Estar vivo em dezembro! Além de honrar a indicação recebida pelo Clube de Pais”.

 

QUICK

Tricampeão como jogador e estreante como capitão, o advogado e professor Eduardo Saldanha, de 41 anos, é torcedor do Coritiba e está no Clube de Pais desde 1994. Na Superliga Argentina, ele vai tentar repetir os títulos conquistados com a Roma, o PSG e o XV de Piracicaba. A conquista do troféu do Caipirão Paulista, no ano passado, é considerada por Quick seu momento mais marcante no clube. Para repetir a dose, desta vez como capitão, ele espera a definição dos kits para traçar uma estratégia para a montagem da equipe. “O objetivo é formar um time competitivo e que acima de tudo seja um grupo de amigos”, diz.

 

RISADA

Para o engenheiro civil Juliano Capristo, de 43 anos, comandar uma equipe no campeonato do Clube de Pais não é novidade. Ele já foi capitão em duas oportunidades: com o FC Dallas, na Major League Soccer de 2015, e com o Angers, na Ligue 1 de 2016. Seu melhor resultado foi como atleta do Bayern de Munique, na Champions League de 2012, com a conquista do vice-campeonato. Mas o momento mais marcante aconteceu em 2014, quando recebeu o troféu de artilheiro master pela Colômbia, ao lado de seu filho. Torcedor do Coritiba, já tem planos para a formação da equipe. “Vou tentar manter a mesma estratégia de 2016 e torcer para que as lesões não estraguem o planejamento”, diz. E na hora de definir seu objetivo, não faz rodeio: “O meu objetivo é ser campeão!”.

Conheça os 14 times que vão disputar a Superliga Argentina de Fútbol

O Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense vai homenagear em 2018 os clubes mais tradicionais do futebol argentino. Saiba um pouco mais sobre os 14 times que entrarão em campo pela Superliga Argentina de Fútbol.

 

ASOCIACIÓN ATLÉTICA ARGENTINOS JUNIORS

Cidade: Buenos Aires (La Paternal)

Apelido: Bicho Colorado

Fundado em 1904, tem 113 anos de história. Mas foi no início da década de 1980 que se tornou mundialmente conhecido, por ter revelado Diego Armando Maradona. Como profissional, o craque vestiu a camisa vermelha por quatro temporadas, de 1976 a 1980. Em 1981, foi emprestado ao Boca Juniors e depois vendido ao Barcelona. Com 7 milhões de dólares no caixa, o Argentinos Juniors conseguiu montar um timaço e conquistou seus maiores títulos: o bicampeonato argentino em 1984 e 1985 e a Copa Libertadores de 1985.

 

CLUB ATLÉTICO BANFIELD

Cidade: Lomas de Zamora

Apelido: El Taladro (A Furadeira)

Leva o nome do bairro onde desembarcaram os imigrantes ingleses que fundaram o clube, em 1896. Tem como seu maior rival o Lanús, também sediado no sul da Grande Buenos Aires. Foi o primeiro time a conquistar a segunda divisão argentina, em 1899, título que voltou a conquistar por mais oito vezes. Montou grandes equipes na década de 1940, quando ganhou o apelido de El Taladro, mas só conseguiu conquistar o Campeonato Argentino da primeira divisão em 2009, sua principal conquista até hoje.

 

CLUB ATLÉTICO BOCA JUNIORS

Cidade: Buenos Aires (La Boca)

Apelido: Xeneizes ou Bosteros

É o clube com a maior torcida do país e tudo que o envolve é superlativo. Por sua popularidade, é conhecido como “La Mitad mas Uno”, o time de coração da maioria dos argentinos. Com uma história cheia de conquistas e craques, é o clube do continente americano com mais títulos internacionais, entre os quais se destacam três Mundiais e seis Libertadores. Seu estádio é a mítica Bombonera, idolatrado pelos xeneizes e temido pelos adversários. Dizem que ele não treme, mas pulsa.

 

CLUB ATLÉTICO HURACÁN

Cidade: Buenos Aires (Parque Patricios)

Apelido: El Globo (O Balão)

Um dos fundadores do clube foi o aviador e engenheiro argentino, Jorge Newbery, famoso por ter dirigido um balão chamado El Huracán. Foi campeão da Primeira Divisão cinco vezes: 1921, 1922, 1925, 1928 e 1973, além de ter vencido sete copas nacionais. Seu rival histórico é o San Lorenzo, com quem protagoniza o chamado “Clásico del Barrio”. O estádio do Huracán é o Tomás Adolfo Ducó, conhecido como “El Palácio”, com capacidade para 49.314 espectadores.

 

CLUB ATLÉTICO INDEPENDIENTE

Cidade: Avellaneda

Apelido: El Rojo

Sete vezes campeão da Copa Libertadores. Este é um feito do qual apenas o Independiente pode se orgulhar. Os anos 70 foram a época de ouro da equipe, que ergueu por quatro anos seguidos o troféu mais importante do continente. E os títulos da Libertadores são apenas uma parte da coleção de taças internacionais do clube, que também incluem três Mundiais, Recopas, Supercopas… A mais recente é a Copa Sul-Americana de 2017. São tantas as conquistas que o clube carrega a alcunha de “Rey de Copas”.

 

CLUB ATLÉTICO LANÚS

Cidade: Lanús

Apelido: Granate

O atual vice-campeão da Libertadores se orgulha de ser “O Maior Clube de Bairro do Mundo”. A inscrição está em seu estádio, conhecido como La Fortaleza. Fundado em 1915, passou a maior parte de sua história restrito à tradição local. Mas, no final dos anos 1990, mudou de patamar, acrescentando a seu currículo grandes conquistas nacionais e internacionais, vencendo três vezes o Campeonato Argentino, a Copa Conmebol de 1996 e a Copa Sul-Americana de 2013.

 

CLUB ATLÉTICO NEWELL’S OLD BOYS

Cidade: Rosário

Apelido: Los Leprosos

O rubro-negro de Rosário é o time de fora da Grande Buenos Aires que mais vezes conquistou o Campeonato Argentino. Foram seis conquistas nacionais, a última delas em 2013. Seu grande rival é o Rosario Central, com quem disputa o maior clássico do interior do país. Dois dos maiores jogadores da história já vestiram a camisa do Newell’s. Diego Maradona jogou pelo clube quando retornou ao país, em 1993 e 1994. E Lionel Messi foi revelado nas “cancheras” leprosas, de onde saiu aos 13 anos direto para o Barcelona.

 

CLUB ATLÉTICO RIVER PLATE

Cidade: Buenos Aires (Núñez)

Apelido: Millonarios ou Gallinas

É o maior campeão do Campeonato Argentino, com 36 títulos. Carrega o apelido de Millonarios por ter se mudado do bairro de La Boca, onde foi fundado, para o aristocrático Núñez. É o proprietário do maior estádio do país, o Monumental, atualmente com capacidade para mais de 60 mil pessoas. Já foi casa de inúmeros grandes craques, como Moreno, Di Stéfano, Labruna, Perfumo, Kempes, Francescoli, Higuaín e muitos outros, ao longo de sua riquíssima história.

 

CLUB ATLÉTICO ROSÁRIO CENTRAL

Cidade: Rosário

Apelido: Los Canallas

É um dos clubes mais antigos da Argentina, fundado em 1889. Tem uma das torcidas mais fanáticas do país e manda seus jogos no estádio Gigante del Arroyito, com capacidade para 41 mil pessoas. Foi o primeiro clube do interior a conquistar o campeonato nacional na era profissional, em 1971, título que venceu outras três vezes. Também é o primeiro do interior a levantar uma taça internacional: a Copa Conmebol de 1995. O Newell’s Old Boys é seu grande rival, com quem disputa o Clássico Rosarino.

 

CLUB ATLÉTICO SAN LORENZO DE ALMAGRO

Cidade: Buenos Aires (Almagro)

Apelido: El Ciclón

O clube do bairro de Almagro esteve em evidência nos últimos anos pela conquista da Libertadores de 2014 e por ser o time do coração do Papa Francisco. Mas o time azul e grená tem uma história riquíssima e é considerado um dos cinco grandes do futebol argentino. É o único time do país que leva vantagem nos confrontos diretos contra o Boca Juniors. Tem em sua galeria 14 troféus do Campeonato Argentino.

 

CLUB ATLÉTICO VÉLEZ SARSFIELD

Cidade: Buenos Aires (Liniers)

Apelido: El Fortín

As maiores conquistas do clube aconteceram em 1994. Liderado pelo goleiro Chilavert, derrotou o São Paulo de Telê Santana em um Morumbi completamente lotado e conquistou a Libertadores. Depois, se tornou campeão mundial ao derrotar o Milan de Fábio Capello. Mas a história do Vélez tem muito mais glórias além dessas. É o quarto clube que mais venceu o campeonato argentino na era profissional, com dez títulos. Pelas conquistas mais recentes, desde 1993, também é chamado de “O Novo Grande”.

 

CLUB DE GIMNASIA Y ESGRIMA LA PLATA

Cidade: La Plata

Apelido: El Lobo

É o clube mais antigo em atividade na Argentina, fundado em 1887. Seu único título da primeira divisão do Campeonato Argentino foi conquistado ainda na era amadora, em 1929. Um de seus maiores feitos é ter vencido o Real Madrid, em pleno estádio Santiago Bernabéu, por 3 a 2, em 1931. Outra vitória histórica do “Lobo” aconteceu em 1996, quando o time participou do amistoso de reabertura do estádio La Bombonera e goleou o Boca Juniors pelo inacreditável placar de 6 a 0.

 

CLUB ESTUDIANTES DE LA PLATA

Cidade: La Plata

Apelido: Pincharratas

A época de ouro do Estudiantes aconteceu entre o final dos anos 1960 e início dos 70, quando chegou a ser considerado o melhor time do planeta. Foram três conquistas seguidas da Libertadores e um Mundial, em 1969. Na época, seu grande craque era Juan Ramón Verón, conhecido como “La Bruja”. Seu filho, Sebastián Verón, jogou em grandes clubes europeus e retornou ao Estudiantes em 2009, quando levou o clube a uma nova conquista da Libertadores. Atualmente, é o presidente do clube.

 

RACING CLUB DE AVELLANEDA

Cidade: Avellaneda

Apelido: La Academia

É chamado por sua torcida de o “Primeiro Grande”, por ter dominado a era amadora do futebol portenho. Entre 1913 e 1925, conquistou nove vezes o Campeonato Argentino, sete deles de forma consecutiva. Na era profissional, foram mais oito conquistas nacionais, além de uma Libertadores e um Mundial, ambos em 1967. Seu estádio, com capacidade para 50 mil pessoas, se chama Juan Domingos Perón, em homenagem ao histórico presidente argentino, que era torcedor do clube.