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40 anos do Clube de Pais!

2019 será especial para o Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense. Neste ano, nosso querido Clube completa 40 anos. Não faltam histórias para contar dessas quatro décadas. Foram muitos atletas e personagens que tornaram o Clube esse ambiente tão acolhedor, especial e amigo. Um deles foi o professor Alfredo Scremin, precursor do Clube de Pais e motivador de tudo que acontece nos dias atuais. Eloir Trovão também está no clube desde a sua fundação.

Eloir Trovão

O que começou como uma simples distração de final de semana, acabou se tornando algo sério e hoje possui uma estrutura administrativa extremamente organizada, em que presidente, vice, diretoria e o conselho administrativo, composto por ex-presidentes e pessoas que participam do clube há muitos anos compõem a equipe.

Hoje, o campeonato tem fila de espera por uma vaga, mas lá no começo tudo era diferente. O professor Scremin relatava a dificuldade em fechar equipes para os finais de semana. Scremin se orgulhava pela evolução do Clube e definia a competição como “o maior campeonato amador do mundo”.

Jorginho Welter (ex presidente do Clube de Pais) e Professor Scremin

No início, a bola rolava nos gramados do famoso “campo 1” por um pessoal que trabalhava no banco e que o colégio deixava utilizar o espaço. Na época, março de 1980, Alfredo Scremin era coordenador de esportes do Colégio e conversou com o diretor para que ele, alguns alunos e convidados também jogassem. Além dos pais e convidados, participavam também das partidas os alunos do Internato, que ficavam nas janelas de seus quartos esperando a oportunidade de serem chamados para jogar.

Em 1986, foi dado o primeiro passo para a organização do Clube. Veiguinha foi eleito o primeiro presidente, tendo ficado no cargo também em 1987. Nos três anos seguintes, Batista foi o presidente e, em 1990, foi realizado o primeiro campeonato do Clube, denominado como Troféu Costelão.

Veiguinha, primeiro presidente do Clube de Pais

Ao longo dos anos, a competição foi sendo aprimorada. Com a parte organizacional ganhando força, apenas pais e alguns convidados participavam do torneio. Em 1999, aconteceu mais uma mudança significativa. Foi dada a permissão para que ex-alunos participassem do torneio, algo que aumentou o número de pessoas e a quantidade de equipes.

Por um tempo, a competição foi realizada no extinto campo 3, que tinha um tamanho menor, e era disputada com número reduzido de atletas em campo. O Clube também evoluiu fora dos gramados. Em 2002, o Irmão Frederico, então diretor do Colégio, disponibilizou um espaço ao Clube de Pais ao fundo do campo 1. Em conjunto, Colégio e Clube, construíram a sede do Clube de Pais com vestiários para atletas e árbitros, cantina e espaço para eventos.

Irmão Frederico

Em 2003, mais uma evolução fora de campo. Pela primeira vez, o CP ganhou patrocínio para as equipes. Foi a empresa “Irmãos Passaúra” que colocou sua marca em todos os uniformes. Em 2004, foi a vez da “Arte e Teto” patrocinar todos os times. E, em 2005, foi iniciado o formato com patrocinadores que temos nos dias de hoje, que elevou o nível de qualidade e organização do campeonato.

Em 2017, pela primeira vez na história, o Clube de Pais não disputou a competição no Colégio Marista Paranaense. Devido as obras do NAC, a competição foi para o CT Barcelos. Em 2018, devido as obras, o “campo 1” foi completamente reformado e voltou a receber os jogos do CP.
A competição que já foi disputada por apenas quatro times, com cerca de 13 atletas em cada um, hoje conta com a participação de 14 agremiações, 18 atletas por time e uma lista de espera para participar da competição. E, 2019, será mais uma excelente oportunidade para os atletas continuarem esta história maravilhosa do Clube de Pais.

Confira alguns dados e curiosidades:

Presidentes do Clube de Pais:

Veiguinha (1986 a 1987)

Batista (1988, 1989 e 1990)

Jorginho (de 1990 a 1998)

Betão (de 1999 a 2002)

Márcio (de 2003 a 2006)

Trovão (de 2007 a 2008)

Ney (de 2009 a 2010)

Jeferson (de 2011 a 2012)

Xavier (de 2013 a 2014)

Kedny Bostelmann (de 2015 a 2016)

Gustavo Bizinelli (de 2017 a 2018)

O atual presidente é Lucas Minoro

Linha do Tempo do número de equipes:

2000 a 2004 – 8 times

2005 e 2006 – 9 times

2007 e 2009 – 10 times

2010 a 2017 – 12 times

2018 – 14 times

Curiosidades:

  • Trovão joga a competição desde a sua fundação até os dias de hoje. É o atleta que está no Clube há mais tempo. Além disso, ele ajudou Alfredo Scremin a organizar as primeiras peladas.
  • Na década de 1990, houve anos com duas competições. No primeiro semestre, o campeonato era realizado no “campo 1”. No segundo semestre, os jogos aconteciam no extinto “campo 3”, com dimensões menores.
  • A única equipe campeã invicta da história do Clube de Pais foi a Argentina em 1995.
  • A Argentina (1995) e o New York City (2015) foram as únicas equipes a vencer o Torneio Início e o campeonato regular.
  • Antigamente, os kits já vinham com goleiro pré-definido. Nos anos de 2003 e 2004, eles receberam um kit próprio para escolhas, como todos os outros atletas. A partir de 2005, cada capitão passou a chamar seu goleiro.
  • A equipe do Olimpia, em 2003, entrou para a história como única equipe a não vencer nenhum jogo na temporada.
  • Betão, Pisca, Di e Nato iniciaram suas carreiras no Clube de Pais como goleiros. Di, inclusive, era o arqueiro da equipe do Olimpia.
  • Nos anos de 2004, 2005 e 2006, o campeonato não teve final. Isso porque o campeão era conhecido em um quadrangular.
  • O Clube de Pais já teve álbum de figurinhas do campeonato. A coleção, com fotos dos atletas, esteve disponível para colecionar nos anos 2009, 2010, 2012, 2013, 2014, 2015 e, sua última edição, em 2016.
  • Em 2016, o Clube de Pais homenageou em vida o seu grande precursor, Alfredo Carlos Scremin, batizando o troféu de campeão com seu nome. O PSG, do capitão Dizinho, foi a primeira equipe a levantar essa taça.

Maranhão se emociona com homenagem na temporada de despedida

A festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol, no último sábado (15), teve um momento de muita emoção. Em meio à premiação dos destaques de 2018, o Clube de Pais dedicou um prêmio especial em homenagem a Maranhão, que está deixando os gramados após uma carreira de 35 anos.

Maranhão, que foi o capitão do River Plate nesta temporada, fez o anúncio já no início do ano. E para sua despedida, montou um time especial, junto com os filhos, genros e grandes amigos. E a homenagem no encerramento do ano deixou o adeus ao campo do Colégio Marista Paranaense ainda mais emocionante.

“Eu fui pego de surpresa, porque a decisão foi tomada desde o começo do ano. Eu quero sair por mim e não que alguém me tire por uma lesão, por não estar bem. Eu estou bem e tomei uma decisão difícil. O Clube de Pais pertence à minha vida. São 35 anos de dedicação, de amor, ao Marista, aos amigos, aos irmãos e aos filhos. Aos filhos legítimos e aos ilegítimos, que são todos eles. Eu tenho um amor muito grande. Aí eu recebo uma homenagem dessa de surpresa, realmente acabo me emocionando muito”, disse Maranhão.

Segundo o capitão, a última temporada como atleta foi quase perfeita, com um time inesquecível. “O River foi um presente para mim. Joguei com os meus dois filhos e com os dois genros no mesmo time. E a equipe que eu escolhi só me trouxe alegria. Eles me trataram como rei. Me carregaram no colo. Foi um time muito unido, muito amoroso. Eu me despeço com um time de primeira categoria, não importa se ganhou. Nós ganhamos na amizade, no amor, no coração, pelo resto da vida”, afirmou.

Clube de Pais premia Mazzarotto e Jacaré como revelações de 2018

As principais revelações da Superliga Argentina de Fútbol também foram premiadas na festa de encerramento da temporada 2018 do Clube de Pais, no último sábado (15). O prêmio de Revelação de Novos ficou com Mazzarotto, do Estudiantes. O troféu de Revelação Master (entre atletas com mais de 40 anos) ficou com Jacaré, do Lanús.

O meia Leonardo Vianna Mazzarotto teve grande participação na excelente campanha do Estudiantes, sendo apontado como um dos melhores jogadores do torneio já em sua temporada de estreia. Foi o segundo principal goleador da equipe do capitão Lucas Minoro, com 12 gols, atrás apenas do artilheiro da Superliga, Pisca.

“Acho que fiz um bom campeonato, mas realmente não esperava esse prêmio. Fico muito feliz e tenho que agradecer ao time do Estudiantes, que me proporcionou chegar aonde cheguei. E também ao Clube de Pais, que me recebeu superbem desde o início. Estou muito contente. Terminar o ano recebendo esse prêmio de revelação foi gratificante para mim. Ano que vem estarei em campo de novo, tentando buscar outros prêmios”, afirmou.

O zagueiro Wellington Dancini dos Santos, o Jacaré, também chamou a atenção em sua primeira temporada no Clube de Pais. Mesmo com o Lanús sendo eliminado na primeira fase, ele chamou a atenção entre outros grandes zagueiros, como Heber, Gregório e o capitão Falavinha.

“Jogar pelo Lanús foi um momento de fazer grandes amizades e passar por algumas frustrações. Mas eu tenho certeza que a gente teve muito mais alegrias, pelas vitórias e pelo compromisso do grupo e as amizades que ficam. Fiquei um pouco surpreso pelo prêmio, mas muito feliz. Para 2019, as expectativas são maiores. Que o grupo que eu venha a participar seja igual o Lanús, com pessoas comprometidas e sinceras, que acabam virando amigos”, destacou Jacaré.

Festa de encerramento da Superliga Argentina consagrou artilheiros Pisca e Chupeta

Os goleadores da Superliga Argentina de Fútbol 2018 também foram premiados na festa de encerramento da temporada 2018 do Clube de Pais, no último sábado (15). Com 30 gols, Pisca, do Estudiantes, foi o Artilheiro de Novos. Já o prêmio de Artilheiro Master (entre jogadores com mais de 40 anos) ficou mais uma vez com Chupeta, do San Lorenzo, com 22 gols.

Pisca foi a principal referência do melhor ataque do campeonato. O Estudiantes marcou 69 gols em 22 jogos (mais de três gols por partida) e o atacante teve participação direta em grande parte deles, com assistências ou mandando a bola para a rede. Prova de que o capitão Lucas Minoro acertou em cheio na primeira escolha do draft.

“É uma honra, em um campeonato tão disputado. A cada ano o campeonato do Clube de Pais é melhor. É lógico que para isso tem o papel fundamental de todo o time, desde o momento da escolha e passando por todos os jogos. Ninguém consegue ser artilheiro sozinho. Agradeço a toda a minha equipe e aos jogadores que me ajudaram a fazer os gols. É uma pena a gente não ter participado da final. O prêmio individual é uma consolação. A gente fica feliz, mas com um gostinho de quero mais. Vamos guardar para o ano que vem. Quem sabe a festa seja completa”, afirmou Pisca.

Chupeta foi o Artilheiro Master pelo segundo ano seguido. Em 2017, ele já havia ficado com prêmio, ao marcar o mesmo número de 22 gols pelo São Bento. Agora, na Superliga Argentina, o instinto de goleador do atacante Luciano Castro foi fundamentar para levar o San Lorenzo ao mata-mata final.

“Mais uma vez estou muito feliz pelo resultado. É um campeonato completamente diferente de tudo o que já vivi no futebol. É muito gratificante. Mas nada disso teria acontecido se não fosse a equipe do San Lorenzo. Eu ganhei esse troféu particular, mas tive muita ajuda da equipe durante o ano todo. O Kadu e o Vagner jogaram muito e me ajudaram bastante, assim como o Léo. O prêmio é individual, mas eu quero dividir com toda a equipe do San Lorenzo. A gente formou um time de amigos e é isso que importa. Ano que vem vai ser difícil, vou estar com 43 anos, mas a vontade de ganhar vai ser a mesma”, disse Chupeta.

Pelo segundo ano seguido, Maicon recebe prêmio de goleiro menos vazado

A grande campanha do Estudiantes na Superliga Argentina de Fútbol consagrou craques nos dois extremos do gramado. Além de contar com o artilheiro, o time teve também o goleiro que menos sofreu gols no campeonato do Clube de Pais. Mais uma vez, Maicon brilhou com grandes defesas e faturou o prêmio de goleiro menos vazado pelo segundo ano consecutivo.

Em 2017, Maicon defendeu o campeão do Caipirão Paulista, o XV de Piracicaba, e levou o prêmio individual. Este ano, não ficou com o título, mas repediu a dose, com apenas 39 gols sofridos ao longo de toda a temporada, ajudando a levar o Estudiantes ao terceiro lugar.

“É um grande prazer receber esse prêmio. Nosso time foi espetacular durante o ano. Nossa zaga foi toda premiada. Só faltou o título para deixar o ano perfeito. Infelizmente o futebol é assim mesmo, mas, pelo segundo ano consecutivo, consegui conquistar esse prêmio. E ano que vem continuo na ativa em busca de mais um”, afirmou Maicon.

Damba e Ney foram os craques da Superliga Argentina de Fútbol

A festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol, realizada no último sábado (15), consagrou os principais destaques do Clube de Pais em 2018. Entre os prêmios mais esperados, estavam os de craque de novos e craque máster. E ambos ficaram com integrantes do elenco campeão do Banfield, com o volante Damba e o zagueiro Ney.

As ótimas atuações na reta final deixaram Damba praticamente sem concorrentes para o prêmio de Craque de Novos (menos de 40 anos). Foram cinco gols e excelentes performances nos três jogos finais, que fizeram de Lucas Dambiscki peça fundamental na conquista do troféu pelo Banfield. Uma premiação individual com toda justiça.

“Durante o campeonato eu tive altos e baixos, mas na fase final foi quando eu joguei melhor. O mata-mata foi muito bom para mim. Não vou dizer que não estava esperando, porque fiz um campeonato bom. Mas ser craque do campeonato em meio a tantos outros craques é sem dúvida uma felicidade muito grande. São dois anos e duas finais, com um título e um vice. Desta vez, craque das finais, craque da temporada e campeão. Foi bom demais. Ano que vem o que vier a gente está no lucro”, comemorou Damba.

Já o prêmio de Craque Master encontrou seu lugar ideal nas mãos do zagueiro Ney. Assim como toda a equipe do Banfield, ele se agigantou na hora de decidir o título e deu ao time a segurança defensiva necessária para conquistar as vitórias que valeram o troféu.

“Foi muito gratificante pelo ano. Competi com outros grandes craques. Como eu falei antes para meus amigos, aos 58 anos, é como se fosse uma despedida de toda minha trajetória no Colégio, em relação às seleções. Eles vão ter muito mais chances do que eu daqui para frente, porque são craques. Fiquei muito feliz pelo reconhecimento e ano que vem estarei em campo novamente. Só saio de maca”, prometeu Ney.

Lucas Minoro é o novo presidente do Clube de Pais, em uma temporada histórica

Na temporada em que completará 40 anos, o Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense terá uma nova diretoria. E quem recebeu a missão de estar à frente da organização do campeonato e de todas as atividades do Clube neste momento único é Lucas Minoro.

Capitão nas duas últimas temporadas, Lucas aceitou o desafio de substituir Gustavo Bizinelli na presidência. E em um ano tão especial, já começou a implantar novidades. A primeira delas é o mistério criado em torno do tema de 2019, que não foi revelado na festa de encerramento da Superliga Argentina de Fútbol 2018, no último sábado (15).

 

Em entrevista, Lucas Minoro preferiu manter todos na expectativa e não estragar a surpresa, mas falou sobre a tarefa de comandar o Clube de Pais em uma temporada histórica. Confira:

Qual será esse tema misterioso, que está deixando todo mundo na expectativa?

A diretoria atual e a nova conversaram bastante para propor um tema para 2019 que tenha a ver com toda a história do Clube de Pais. Ano que vem vamos completar 40 anos e queremos um tema que homenageie toda essa história. E como é uma coisa muito especial e muito importante, a gente prefere deixar como uma surpresa. Aguardem, porque vai ser muito especial.

A fórmula de disputa para a próxima temporada continua ou teremos novidades?

O Clube de Pais é um clube de tradição, mas nunca teve medo de evoluir. Durante esses 40 anos, a cada temporada fomos pensando em novas modalidades, novas ideias, para fazer um campeonato mais competitivo, prazeroso e que integre mais os atletas e as famílias. Não temos medo de inovar e somos abertos à inovação, mas sempre com os valores maristas e do Colégio Paranaense em primeiro lugar. Não temos nada pronto ainda, mas esperamos um campeonato tão gostoso quanto esses últimos 39 anos.

Como é receber a missão de comandar o Clube de Pais em uma temporada tão importante?

É uma satisfação e um desafio muito grande. Eu acho que estou preparado. Conto muito com os conselheiros, com os diretores e com os atletas. Sozinho, ou com poucos, ninguém faz o campeonato. É preciso todo mundo engajado e empenhado em fazer um campeonato melhor sempre.

Na presidência, você não poderá seguir como capitão. Mas estará em campo novamente, certo?

Com certeza. Enquanto eu puder estarei em campo. Meu sonho é poder jogar com os meus filhos. Falta pouco para jogar com o mais velho. Então eu quero estar bem para poder jogar sempre, junto com as atribuições de presidente. Não poderei ser capitão, mas vou estar ajudando em outra área que é tão importante quanto.

Festa encerrou a Superliga Argentina e criou mistério sobre o tema de 2019

O Clube de Pais deu adeus na noite deste sábado (15) à Superliga Argentina de Fútbol. A festa de encerramento da temporada, realizada no Concept Hall, premiou os destaques do ano, as seleções do campeonato e os melhores times de 2018. E ainda deixou uma dúvida na cabeça de todos: qual será o tema da temporada 2019, que marca os 40 anos do Clube?

A surpresa só será revelada no ano que vem, quando assume a nova diretoria. O presidente Gustavo Bizinelli passa a bola para Lucas Minoro, que terá a missão de comandar o Clube de Pais em um ano especial. Por isso, a promessa é de um tema inédito e que represente toda a história de 40 anos do campeonato mais bem organizado do futebol amador de Curitiba.

Craques, revelações e campeões

A noite começou com a premiação dos três melhores colocados da Superliga Argentina: Estudiantes, Independiente e o campeão Banfield. Foram entregues prêmios para todos os atletas, além dos troféus para o vice-campeão e o grande vencedor da temporada.

Depois do jantar, foi a hora de anunciar as seleções de novos e máster e os prêmios individuais da temporada: artilheiros, craques, revelações e goleiro menos vazado. Um momento de muita emoção para aqueles que tiveram toda sua dedicação ao Clube premiada.

E aí foi a hora de atletas, dirigentes, patrocinadores, familiares e convidados festejarem na pista de dança, ao som dos maiores sucessos do passado e da atualidade.

Ano de inovações

Segundo o presidente Gustavo Bizinelli, a festa de encerramento marcou a consagração de uma temporada cheia de novidades e de muito trabalho. “Foram 14 times pela primeira vez, fornecedor de uniformes novo, campo novo, regulamento novo… No final, o maior valor foi que a gente conseguiu terminar o campeonato com um bom nível técnico, mas principalmente valorizando a amizade, as famílias e os atletas”, disse.

Bizinelli também fez um balanço de seus dois anos à frente do Clube de Pais e garantiu todo apoio ao novo presidente. “Foi um desafio. Pessoalmente, uma realização. Mas eu não conseguiria ter feito nada se não tivesse o apoio da diretoria, dos conselheiros e especialmente dos capitães. Agora o Lucas pode continuar contando comigo. Temos um grupo muito forte hoje, que ajuda e contribui. Ano que vem estarei em campo e já fui convidado para fazer parte do grupo de conselheiros. Estou muito feliz com isso”, destacou.

Cada vez melhor

Para o diretor social Luís Carlos Fernandes, a temporada 2018 ficará marcada pela confraternização e pela solidariedade de todos os membros do Clube de Pais. “A cada ano está ficando mais gostoso. Estou há 16 anos fazendo esse evento e cada vez é mais especial. Para coroar tudo isso, este lugar, o Concept Hall, trouxe aquilo que o Clube merece. Um lugar de conforto e agradável para receber as famílias”, avaliou.

Segundo Luis, os eventos desta temporada contaram com a adesão maciça dos integrantes do Clube. “Fizemos a abertura no Armazém Garagem, que foi um sucesso. No meio do ano, tivemos um evento social, com 350 pessoas em nossa feijoada. Agora este evento fecha o ano com chave de ouro”, ressaltou.

Sucesso no gramado

O diretor esportivo Márcio Matador também elogiou o comprometimento em uma temporada repleta de desafios. “O balanço é muito positivo. A união e a amizade mais uma vez prevaleceram. É isso o que importa. Este ano tivemos que alterar a fórmula de disputa em cima da hora. Foi complicado, mas tivemos que fazer. Acredito que conseguimos chegar em uma fórmula equilibrada e que privilegiou os que tiveram as melhores campanhas”, disse.

Márcio diz que está deixando a diretoria na próxima temporada, mas garante que, pelo bem do Clube, não abandonará os gramados. “Tenho certeza que entrego em boas mãos. Vou estar sempre ajudando, porque o amor que a gente tem pelo Clube não nos deixa abandonar. E em campo não pode parar. Tem a venda das camisas, todo o marketing por trás e o Márcio Matador não pode ficar fora. Traz público, renda com a venda de camisas… Não posso jamais parar porque tem muito marketing por trás disso”, disparou.

Confira as seleções e os destaques individuais da Superliga Argentina de Fútbol 2018:

Premiações Individuais

Artilheiro Novos – Pisca (Estudintes) – 30 gols

Artilheiro Master – Chupeta (San Lorenzo) – 22 gols

Goleiro Menos Vazado – Maicon (Estudiantes) – 39 gols sofridos

Revelação Novos – Mazzarotto (Estudiantes)

Revelação Master – Jacaré (Lanús)

Craque Novos – Damba (Banfield)

Craque Master – Ney (Banfield)

Seleção Novos

Goleiro: Odair (Banfield);

Defensores: Rodolfo (Estudiantes), Pablo (Estudiantes) e Pedro Paulo (Banfield);

Meio-campistas: Jean (Independiente), Pucci (Rosario), Rhavy (Racing) e Estrela (Banfield);

Atacantes: Lucas Haus (Rosario), Diego Elias (Gimnasia) e Zóio (Rosario).

Seleção Master

Goleiro: Fabiano (Independiente);

Defensores: Bill (Racing), Tampa (Independiente), Almir (Rosario) e Jefico (Estudiantes);

Meio-campistas: Xavier (Banfield), Matheus Salvallagio (Racing), Badu (Rosario) e Alvaro (Independiente);

Atacantes: Du (Argentinos Juniors) e Betão (Rosario).

Independiente lamenta o vice, mas ressalta grande temporada na Superliga

Após o apito final na grande decisão da Superliga Argentina de Fútbol, o clima era de frustração pela perda do título entre os jogadores do Independiente. Mas apesar do revés, todo o elenco do “Rojo” se uniu para exaltar a união do time e a ótima temporada no campeonato do Clube de Pais.

“O Banfield veio atropelando, com grandes vitórias nos jogos anteriores. A gente sabia que seria um adversário muito difícil, com grandes jogadores em campo o tempo todo. Mas a gente se dedicou. Fizemos um campeonato maravilhoso, uma grande família e um timão. É isso o que vale. Trazer os filhos e curtir com todo mundo”, disse o meia Guilherme Gusso.

Já o capitão Jorginho agradeceu a todos os jogadores e ao Clube de Pais pelas amizades e grandes momentos vividos ao longo de 2018.

“É triste ficar em segundo lugar. Mas a gente foi campeão por montar o grupo mais unido. Criamos uma família, a família Independiente. Os caras mereceram, jogaram melhor. A gente estava com o time completo. É difícil montar o time com 18 jogadores, fazer as trocas, sair perdendo. Mas valeu a pena ter liderado essa galera. Valeu demais, Clube!”, destacou.

É campeão! Banfield goleia Independiente e fatura a Superliga Argentina

Não teve pra ninguém! Com uma campanha perfeita na fase final, o Banfield atropelou os rivais e é o grande campeão da Superliga Argentina de Fútbol 2018. O título foi conquistado neste sábado (1º), com uma goleada de 4 a 0 sobre o Independiente, em uma tarde com um grande público e muita festa no campo do Colégio Marista Paranaense.

Agora, o time do capitão Átila é o legítimo detentor do troféu Alfredo Carlos Scremin. Um desfecho ideal para a equipe que se classificou em terceiro lugar no Grupo B e passou por San Lorenzo e Rosario Central, antes de chegar à grande final do campeonato do Clube de Pais.

E mais uma vez, o Banfield foi avassalador neste mata-mata, construindo uma boa vantagem logo no começo do jogo e fechando a conta já nos minutos finais da partida. Daí, foi só comemorar com o troféu em mãos.

Primeiro tempo

O Banfield começou o jogo arrasador. Logo aos 6’, abriu o placar com um golaço do atacante João Paulo, que soltou uma bomba, de voleio: 1 a 0! E logo na sequência, aos 10’, marcou o segundo, quando Damba aproveitou cruzamento de Magrinho: 2 a 0!

Com a boa vantagem, o Banfield passou a controlar o jogo. O Independiente foi para cima, mas não conseguiu superar a marcação. Tanto que só conseguiu criar sua única oportunidade clara de gol aos 45’, quando Jean recebeu na cara do gol, mas não conseguiu passar pelo goleiro Odair.

Segundo tempo

Sem outra alternativa além de atacar, o Independiente começou a segunda etapa sem ameaçar a meta defendida pelo adversário. Só conseguiu chegar com perigo aos 19’, em uma cabeçada de Nicolas que saiu por cima do gol.

Bico, Jorginho e Molinari também tiveram a chance de descontar para “el Rojo”. Mas nos minutos finais, foi o Banfield quem apareceu para enterrar de vez qualquer possibilidade de reação. Aos 41’, Damba aproveitou um toque de Magrinho e fez 3 a 0! E aos 44’, um golaço fechou a goleada. Estrela recebeu na direita e bateu cruzado, na gaveta: 4 a 0!

Apito final e taça de campeão para o Banfield!