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Conheça Doriva, o homenageado pela Academia

Aos 70 anos, o zagueiro Doriva aposentou as chuteiras em meados de 2018. Foram 26 anos de Clube de Pais. Em todo esse tempo, conquistou apenas dois títulos, sendo que um foi com a camisa do seu time do coração: o Palmeiras. Foi capitão por seis anos seguidos, tendo sido vice-campeão com a braçadeira. Doriva é natural de Guarulhos e, mesmo aposentado dos gramados, vai todos os fins de semana ao Clube de Pais ver os amigos. Neste ano, em especial, vai torcer por seu time, já que é um dos homenageados nesses 40 anos de Clube de Pais.

Sua entrada no grupo foi em 1992. “Fui assistir a um jogo de meu filho caçula, o Zinho, e me interessei pelo racha que estava sendo feito no campo 1. Tinha muita vontade de voltar a jogar, pois jogava antes nos campeonatos amadores em São Paulo. Minha esposa, que levava o meu filho para o futsal, foi quem me inscreveu para as peladas”, relembrou.

O início foi o melhor possível e ele faz questão de lembrar alguns nomes. “Eu me senti integrado ao grupo desde o primeiro dia. Na época jogavam somente os pais, fui muito bem acolhido por Jorge Welter, Tadeu, Bruno, Betão, Hayashi, Maranhão, professor Scremin, doutor Falavinha (com quem fazia uma dupla de zaga respeitável, Trovão, Filemon e também um velho jovem e craque, o Ney, entre outros tantos. E logo após, vieram jovens espetaculares como MM, Junior, Pisca, Átila, Gregório, Estefano, Xavier e muitos outros”, afirmou Doriva.

Na diretoria, sempre foi conselheiro e atualmente colabora também como patrocinador. Nesses 40 anos viu diversas mudanças, cada qual com a sua devida importância. Mas considera duas como mais significativas para a mudança de patamar do Clube de Pais. “Tivemos várias evoluções. A formação de diretorias envolvidas e sólidas, a inserção de jovens alunos e ex-alunos no grupo, rigor e ênfase no estatuto e disciplina, captação de patrocinadores, eventos agradáveis e bem organizados e por aí vai. Todas as mudanças são importantes. Mas o que fez a competição mudar foi a colocação dos jovens no campeonato e a melhoria das condições do campeonato aconteceu graças aos patrocinadores”, avaliou Doriva.

Doriva relembrou um momento marcante no Clube de Pais. “Tive muitos bons momentos. Penso que o mais marcante foi o time que fui capitão e fui considerado o melhor veterano na fina, nos Estados Unidos. Neste ano, também fui considerado o melhor da posição, zagueiro, e fiz parte da seleção do campeonato de veteranos”, comentou sobre quando foi capitão e vice-campeão.

Para ele, o Clube de Pais é muito mais que um campeonato. “O CP significa muito para mim, desde que comecei a participar. Ao conviver e colaborar no mesmo, pude novamente praticar um esporte coletivo e fazer novas amizades, algumas para toda vida. Neste grupo, pude jogar com meu filho e tive a oportunidade de conviver com jovens diferenciados, alguns, amigos de meus filhos. Ressalto que a cada final de semana que joguei e que agora participo como espectador, conselheiro e plantonista, sou recompensado com doses de rejuvenescimento. Sou privilegiado em poder desfrutar de tanta consideração”, contou Doriva, que aproveitou para falar da emoção de ter sido homenageado. “O ambiente do Clube de Pais é único e inigualável e como prêmio maior, ainda fui homenageado neste campeonato. Sinto uma grande gratidão por ser acolhido pelo grupo. A minha imagem projetada na tela, bem como as palavras do apresentador, me emocionaram fortemente. Tive que conter as lágrimas. Foi uma inesperada e maravilhosa surpresa que estará para sempre em minha memória”, destacou Doriva.

Academia, o nome escolhido para a equipe, tem fácil explicação. “O nome Academia se refere ao apelido de um time do Palmeiras do passado altamente qualificado e vencedor, décadas 60 e 70. Era uma verdadeira aula de futebol assistir aos jogos do Alviverde. Representou a Seleção Brasileira em 1965 jogando contra o Uruguai e ganhou de 3 a 0. É o time do meu coração! E também de meus filhos! E também de avós e tios originários de imigrantes italianos”, explicou o palmeirense fanático.

Conheça um pouco mais do nosso carismático homenageado Luís Sá

A equipe Os Fiéis tem como símbolo o craque Luís Sá, uma das figuras mais carismáticas do nosso Clube de Pais. Nascido e criado em São Paulo, ele chegou a Curitiba em 1985. Torcedor do Corinthians, o que explica um dos motivos do símbolo e nome do time, tem uma fé inabalável e atua em instituições que trabalham em prol do próximo, fato que reforça a escolha do nome da equipe.

Seu início no Clube de Pais foi curioso, pois ele não jogava bola. “Eu fui levado pelo João Batista, que depois foi nosso presidente, em 1990. Vim para o Colégio, por indicação dele, para trazer meu filho Leonardo para jogar bola no Scremin. E eu não era de jogar bola. Acompanhava os jogos de fora. Mas ficava assistindo e conversando com os caras. Gostava de ver o Pepe dando umas botinadas no Trovão e nos outros”, brincou Luis Sá.

Ele conto como foi a migração do lado de fora para dentro das quatro linhas. “Nos treinos do Scremin, eu conheci e fiz muitos amigos, o Tadeu e seu irmão Bruno, Arion, Falavinha pai, Betão, Toninho Cavalli e muitos outros. Mas, com muita insistência do Joany, pai do João Guilherme, comecei a participar das peladas, pois sempre fui ruim de bola. Mas acho que a insistência maior que me fez jogar foi do Leonardo, foi por ele que coloquei minha primeira chuteira. Em São Paulo, eu só jogava salão”, relembrou.

Luis Sá teve participação fundamental para o crescimento do Clube de Pais, mas não foi em um cargo da diretoria. Na época, sua simpatia e sua facilidade de falar com as pessoas foram utilizadas de forma estratégica. “Eu participava das diversas discussões. Na época, não tinha essas divisões de cargos da diretoria que tem hoje e não era organizado. Mas eu que ficava arrebanhando novos membros. As pessoas eram contadas no começo para ver se saía um campeonato. E fomos agregando amigos e crescendo. Lembro de quando entrou o professor Néris, lembro do Nenê, pai do Angelo, que até hoje vai no colégio ver os jogos”, comentou Luis Sá.

São diversas boas lembranças de momentos em campo, mas Luis só não gosta muito de recordar a época de capitão. “Fui duas vezes. Fiquei em penúltimo”. Não faltam histórias para contar e Luis faz questão de compartilhá-las com todos para reforçar o que é o Clube de Pais e o espírito que o campeonato possui. “Um fato marcante foi o depoimento de um grande amigo. Ele tinha parado de jogar e eu insisti para ele retornar para jogar com os dois filhos. Eles tinham alguns problemas de relacionamento. Esse cara voltou e um dia ele me confessou que o fato de jogar com os filhos ajudou na aproximação deles. Isso é fantástico”, contou.

Jogar em seis equipes com o filho também foi marcante. Mas um título trouxe um misto de tristeza e alegria. “A final era Internacional, meu time, contra Britânia, time do Léo. Ele fez dois gols e eles abriram vantagem, mas meu time virou e fomos campeões. Foi um misto de alegria pelo título e tristeza pelo filho. E tivemos um churrasco do time para comemorar e meu filho foi junto e parabenizou a todos pelo título, foi muito legal”, relembrou.

Luis definiu o que representa o Clube de Pais nesses quarenta anos e a homenagem recebida. “O colégio e o Clube de Pais são uma continuação de nossas famílias. A quantidade de amizades sólidas que construí aqui é motivo de orgulho pra mim. Sem contar todos os valores transmitidos por todos que convivem ali. Eu me senti muito orgulhoso e honrado com a escolha. Veio na cabeça muitos amigos que trabalharam e se esforçaram para fazer esse grupo crescer e chegar onde está. Foram muitas histórias escritas nesse campo, inclusive de fora do Clube, com o Santos de Pelé treinando nesse gramado. E com certeza, muitas ainda por vir. Foi incrível o trabalho da diretoria. Estão de parabéns. Foi muito emocionante”, concluiu Luis Sá.

Conheça um pouco mais sobre o homenageado Betão, ex-presidente e ex-goleiro do Clube de Pais

Luis Alberto Rossilho, o famoso Betão, tem uma longa e participativa história dentro do Clube de Pais. Pai de três filhos, todos estudaram no Marista e também jogaram ao seu lado, dois inclusive no mesmo ano e sendo campeões ao término da competição. Iniciou como goleiro, virou jogador de linha e foi presidente do Clube de Pais. Conhece os atalhos de dentro e de fora do campo do CP. Em sua homenagem, uma equipe da Supercopa das Estrelas ostenta o nome Betão e os Cubanos.

Ele tem orgulho de ter sido em seu mandato a construção da nossa sede. “O nosso vestiário era lá embaixo. E o Jorge Welter, nosso amigo e ex-presidente, tinha um sonho de trazer aqui para cima. Coincidiu de acontecer quando eu estava no comando. Em uma conversa com a direção do colégio, o irmão Frederico topou a ideia e falou que dava a mão de obra. Nós compramos o material. Inclusive, o Oscarzinho doou todos os tijolos. Tudo está em pé por causa dele. Nosso grupo teve coragem para fazer. Mas foi bem difícil.”, relembrou Betão.

Betão contou de onde veio a vontade de se tornar presidente do Clube de Pais. “Quis ser presidente porque uma vez briguei aqui. Meu time, que na época era o Corinthians, recebeu uma punição de cinco jogos e eu fiquei muito bravo. Fiquei tão bravo que falei que gostaria de ser presidente. Fui presidente por isso. Acredita? Mas essas polêmicas são bacanas.”, brincou.

Sua entrada no Clube de Pais foi em 1989, convidado pelo professor Scremin. “Quando cheguei, fui muito bem recebido. Deu liga com o pessoal. Tinha meus três filhos aqui comigo e fui me enturmando, fui criando gosto. E, na época, eramos nós que cortávamos a grama e pintávamos o campo. Mas gostávamos disso”, destacou.

Betão pendurou as luvas, apesar do sucesso que fazia no gol, um dos melhores da história do Clube de Pais. “Tudo está relacionado a questão da idade. Com o passar do tempo, ficou mais sofrido fazer as quedas. Chegava em casa todo dolorido e machucado. Eu brinco que parei quando tomei o milésimo gol. Hoje vejo os goleiros profissionais tomando um peru e eu falo ‘esse já tomei’. Não tem um que eu não tenha tomado. Acho que o pessoal gostava de mim, porque eu estava sempre bem fardadinho”, afirmou Betão com muito bom humor.

Um momento marcante para Betão foi jogar com os três filhos. “Isso é maravilhoso. E não só jogar, mas ser campeão ao lado deles. Em 2015, com o NY City, ao lado do Pisca, que era capitão, e do Gregório. Fomos campeões de tudo. E tem aquela máxima de quem ganha o torneio inicio não é campeão. Nós ganhamos os dois. Isso foi demais. Eu só tenho alegrias aqui”, relembrou Betão.

Para ele, o Clube de Pais é único e só quem está lá pode vivenciar momentos considerados um tanto quanto inusitados. “O que me deixa muito feliz aqui é ver que meus amigos são amigos dos meus filhos. E os amigos deles são meus amigos. E todos convivem juntos e super bem. Só quem está aqui e vive isso para saber o quanto isso é uma coisa maravilhosa”, comentou.

Betão comentou sobre a homenagem recebida. “Foi uma grande surpresa e inesperada. Fiquei muito sensibilizado. Ouvi que seria algo diferente, mas jamais pensei que fosse desse jeito, com essa homenagem. Meu nome em um time. Muito bacana. Foi fantástico. Quando chegamos em uma certa idade, você quer ser valorizado. E hoje em dia, tudo é muito difícil. As pessoas não são mais olhadas de forma diferenciada, são mais uma no meio de todos. E você receber um destaque no seu meio social, é fantástico e maravilhoso. Eu me senti dessa forma. Jamais me esquecerei”, concluiu Betão.

Com 40 anos de sala de aula, Adelino é homenageado pelo Clube de Pais

O professor Adelino Pelissari, de 66 anos, está há quatro anos longe dos gramados do Marista, mas não poderia deixar de ser homenageado na Supercopa das Estrelas. A equipe “Os Professores” representa o ex-atleta do Clube. Foram 40 anos de sala de aula, no curso de Agronomia da Universidade Federal do Paraná. E sua história no Marista começou muito antes dos gramados, veio de família.

Adelino foi aluno Marista em Maringá, assim como seus 11 irmãos. “Minha mãe sempre era homenageada como a mãe do ano. Com tantos filhos no Marista, não podia ser diferente, né?”, brincou Adelino. “Minha irmãs se tornaram professoras do Marista e comecei meu namoro, que depois virou casamento, no Marista também”, relembrou.

O vínculo com o Marista Paranaense iniciou antes mesmo do Clube de Pais. “Em 1979, eu já vinha jogar no campo e os pais já jogavam. Vim fazer um jogo contra os pais do Marista. Eu e o Jorge Welter (ex-presidente do CP) tínhamos um time da esplanada, onde eu morava aqui para baixo do colégio, e disputávamos jogos. E foi em um jogo Marista contra Esplanada que vim pela primeira vez. Ganhamos de 1 a 0 e eu fiz o gol”, contou o ex-atacante do Clube de Pais.

Sua entrada no Clube de Pais aconteceu em 1983, quando seu filho mais velho iniciou os estudos no colégio. Posteriormente, todos os seus filhos fizeram parte da instituição também. “Tinha um grupo de pais que era bem fechado. Para entrar não era muito simples, mas essa é uma característica do próprio curitibano. Comecei a jogar a minha bola e a me diferenciar. E o colégio fazia jogos fora, traziam outros times para jogar aqui e passaram a me convidar por eu jogar com uma certa desenvoltura. E com o tempo foi criada uma amizade muito intensa, que se perdurou por esses anos todos”, afirmou Adelino.

Em sua trajetória no Clube de Pais foi campeão por cinco vezes, mas destacou um momento marcante fora de campo, em 1986. “Saí para fazer meu doutorado na França e teve uma despedida de quase um mês. Teve até uma missa de despedida pra mim, aquele carinho. Viajei na segunda, no sábado fizeram uma missa no colégio, um futebol de despedida, foi muito emocionante. Uma alegria muito grande” contou o professor, que só retornou ao campeonato em 1991.

Sobre a homenagem, contou que foi uma surpresa. “Nem em sonho imaginava. Foi algo que está em outra dimensão. No dia da festa, passou o vídeo e, de repente, uma homenagem. E um time de “Professores”, com o escudo sendo minha figura estilizada, até com as cores das canetas que eu usava no bolso. Foi um momento que me eternizou. Recebi muitas homenagens como professor, muitas significativas, mas essa do colégio foi a que mais me marcou”, destacou Adelino.

Lançamento do álbum de figurinhas foi um sucesso

No último sábado, aconteceu o lançamento do álbum de figurinhas da Supercopa das Estrelas. Após dois anos, o item para colecionadores voltou a ser confeccionado em comemoração aos nossos 40 anos. E foi um sucesso. Logo no primeiro dia, foram vendidos mais de 90 kits. Muitos atletas, filhos e netos passaram o dia em família, trocando figurinhas. Além disso, o evento contou com um almoço especial e um torneio de futmesa.

O diretor de comunicação do Clube de Pais, Risada, ficou feliz com o resultado. “Tivemos uma adesão bem boa, superior ao que esperávamos. Já no começo do primeiro dia foram vendidos 40 álbuns. Tínhamos confiança na adesão por ser um ano especial, que foi um dos motivos para o retorno do álbum. Mas ficamos surpresos com a boa vontade e participação das pessoas. E mais felizes porque o torneio de futmesa também teve boa adesão. O pessoal falou bastante e todos tentaram entender o esporte. Foram vários jogos muito disputados. Agradecemos a todos pela participação no evento”, avaliou Risada.

Mauro Homer

O primeiro a garantir o álbum de figurinhas foi o atacante Homer, da Academia. “O meu time folgava nesta rodada e eu jogaria o futmesa com o Guido para representar nosso time. Cheguei um pouco antes para comprar meu álbum. Fiquei surpreso que ninguém tinha comprado ainda. Tinha uma vontade simbólica de ser o primeiro. Então fiquei eufórico por ter conseguido”, comentou Homer. Colecionador de diversos álbuns, o atleta confessa que sentia falta do álbum. “Colecionei e completei todos os álbuns do Clube de Pais. Senti falta nesses dois anos e vibrei muito com a volta”, destacou.

Jacaré

No segundo ano participando do campeonato do Clube de Pais, o zagueiro Jacaré exaltou mais uma ação de integração do Clube de Pais. “Eu sempre coleciono álbuns e esse é diferente. Programei com meu filho para sermos um dos primeiros a chegar. Mas o melhor foi que meu filho abriu um pacotinho e me tirou. Foi muito emocionante. Não sei se esse vai ficar para o meu filho ou para mim. E essa foi uma ação muito legal. O Seu Zé comprou pro neto dele, estava organizando figurinhas e trocando com meu filho. Só reforça a família que é o Clube de Pais. Muito legal”, concluiu Jacaré.

Betão e Os Cubanos é a equipe campeã do Torneio Início da Supercopa das Estrelas

O fim de semana foi de bola rolando no Clube de Pais. O primeiro do ano no campo do Colégio Marista, pela Supercopa das Estrelas, valendo pelo Torneio Início. Foram 18 jogos no Torneio com 31 gols. Na fase de classificação foram apenas seis empates. Pela primeira vez na história do Clube de Pais, aconteceu a transmissão ao vivo de um jogo no Facebook. A final foi transmitida e foi um sucesso. Nesta temporada, os jogos da TV serão transmitidos na plataforma digital.

Quem saiu vencedor no primeiro desafio, foi a equipe Betão e os Cubanos, do capitão Ritzmann, estreante na função, que bateu a equipe Guerreiros, por 3 a 0 na decisão.

Campeão

Chupeta, aos oito minutos, abriu o marcador em excelente cobrança de falta. Aos 13 minutos, Hugo Gallo ampliou. Após Serginho deixá-lo frente a frente com o goleiro, ele só tocou no canto. Patrick fechou a goleada aos 35 minutos. Ele ganhou a dividida com Ravazzani, invadiu a área e tocou na saída do goleiro.

Em um ano especial, pela comemoração dos 40 anos do Clube de Pais, o diretor de futebol, Bruno Digiovani comemorou o sucesso do fim de semana. “Foi um dos finais de semana mais especiais que tivemos aqui no colégio. A concretização da ideia da homenagem ficou refletida na empolgação dos homenageados e de quem estava representando cada estrela. Foi sensacional”, comentou.

Di

Sobre o Torneio Início, Di avaliou que foi muito equilibrado. “Um nível muito grande de disciplina e competitividade nos jogos, com todos entendendo sobre o espírito do campeonato. Placares que mostraram o equilibro e equipes bem divididas. Não acredito que terá equipe que demore seis ou sete jogos para ganhar ou que esteja eliminada em outubro durante o campeonato”, analisou o diretor de futebol.

A competição começa no próximo fim de semana e a expectativa para o ano é alta. “Expectativa de um campeonato equilibrado, de jogos disputados e a classificação chegará ao final do último turno para decidir. Alguns times vão ter dificuldades para classificar, basicamente o time que tem Márcio Matador. Isso é fato e o pessoal vai ter que se superar para carregá-lo. De resto, muito equilíbrio. Tivemos boas surpresas de pais novos e alunos vindos do terceirão, que nas peladas jogaram bem e confirmaram seu potencial. E também de alguns mais discretos, que se soltaram e mostraram que vão somar para seus times”, concluiu Di.

Confira os resultados dos jogos do Torneio Início:

Sábado

Jogo 1 – Professores 0x1 Betão e Os Cubanos

Jogo 2 – Samurais 1×1 Estruturais

Jogo 3 – Afilhados Maranhão 1×0 Os Xerifes

Jogo 4 – Goleadores 1×0 Futsal Scremin

Jogo 5 – Guerreiros 0x0 Trovões

Jogo 6 – Academia 0x2 Professores

Jogo 7 – Os Fiéis 1×0 Samurais

Jogo 8 – Canhotinhas 0x0 Afilhados Maranhão

Jogo 9 – Intermináveis 0x0 Goleadores

Jogo 10 – Betão e Os Cubanos 1×0 Academia

Jogo 11 – Estruturais 2×1 Os Fiéis

Jogo 12 – Os Xerifes 1×5 Canhotinhas

Jogo 13 – Futsal Scremin 1×1 Intermináveis

Domingo

Repescagem

Estruturais (3) 1×1 (4) Guerreiros

Goleadores 1 x 0 trovões

Semifinais

Canhotinhas 0x1 Guerreiros
Betão e Os Cubanos (4) 2×2 (3) Goleadores

Final

Guerreiros 0x3 Betão e Os Cubanos

Festa da Supercopa das Estrelas teve recorde de público e anúncio do tema do campeonato 2019

Enfim o mistério acabou e em grande estilo! Na festa de abertura, na noite desta quarta-feira, no Armazém Garagem Bar, o tão esperado tema para o Campeonato 2019 foi anunciado. A “Supercopa das Estrelas” homenageia 14 personagens da história do Clube de Pais, cada um deles ganhou um nome na equipe para representá-los.

Os homenageados e suas equipes são: Doriva (Academia); Betão (Betão e os Cubanos); Pedrão (Goleadores); Ney (Os Xerifes); Maranhão (Afilhados Maranhão); Hayashi (Samurais FC); Adelino (Os Profesores); Seu Zé (Intermináveis); Tadeu (Guerreiros); Jefico (Estruturais); Oscar (Canhotinhas); Trovão (Trovões); Luis Sá (Os Fiéis) e Scremin (Futsal Scremin).

Os Homenageados

O diretor de eventos, Luis Fernandes, ressaltou a qualidade do evento deste ano, com homenagem a grandes nomes do Clube de Pais. “A cada ano o Clube ganha em união e em participação. Esse ano, de todos os eventos de abertura que fizemos, foi o maior e o melhor. Pelo número de pessoas presentes e pela bonita homenagem às nossas celebridades deste campeonato que já tem 40 anos”, comentou Fernandes.

O diretor afirmou que as comemorações não param por aí. “Já estamos preparando mais um evento beneficente, uma feijoada, para dar um pouco para as pessoas o que de melhor temos no coração. Ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que realmente precisam. Isso é uma marca do Clube de Pais e representa a essência dele”, destacou.

O atacante Wagner já é um veterano na competição e elogiou a justa homenagem. “Muito legal o tema e pertinente ser nos 40 anos, uma data especial. Muito bacana poder dar esse reconhecimento para esses caras que são referências para nós, que fundaram essa competição. Só temos o que temos hoje por causa deles. Nada mais justo que essa bonita homenagem”, avaliou o jogador.

O meia Barba está no seu segundo ano na competição, mas também ficou feliz por participar desse momento histórico e representar um ícone da história do Clube de Pais. “Gostei demais do tema. Foi a cereja do bolo pra galera. Com certeza vai ser um campeonato muito especial. Muito feliz de no meu segundo ano poder participar desse momento único, que já começou com a festa de abertura com mais gente que ano passado. Vai ser muito bom”, concluiu Barba.

Draft definiu as equipes de temporada histórica do Clube de Pais

Os 14 times que estarão em campo no campeonato que marcará os 40 anos do Clube de Pais já estão formados! A escolha das equipes que disputarão o troféu Alfredo Carlos Scremin nesta temporada histórica aconteceu na noite desta segunda-feira (11), no Colégio Marista Paranaense.

O draft do Clube de Pais aconteceu no auditório do Núcleo de Atividades Complementares (NAC) e contou com boa parte dos 238 inscritos para mais uma edição do campeonato mais organizado do futebol amador de Curitiba.

Mas ao mesmo tempo em que revelou os times que estarão em ação em 2019, o evento manteve o suspense em torno do tema do campeonato e das camisas que os jogadores vestirão. O anúncio será feito na Festa de Abertura, marcada para a próxima quarta-feira (13), a partir das 19h, no Armazém Garagem Bar.

“Não é apenas uma brincadeira com o pessoal. É um suspense necessário. Será um ano superlegal, de comemoração, que vai fortalecer ainda mais o Clube de Pais”, disse o diretor de comunicação e marketing do Clube, Jiuliano Capristo, o Risada.

Nesta segunda, a primeira escolha do draft coube ao capitão Oscarzinho, que garantiu a presença do craque Pisca em seu time. A montagem das equipes seguiu no sistema consagrado pelo Clube de Pais, que faz com que o equilíbrio entre os times seja mais uma marca do campeonato.

Em 2019, a fórmula de disputa será a mesma do ano passado, com os 14 times divididos em dois grupos. Serão três turnos na primeira fase e os quatro melhores de cada grupo garantem a vaga no mata-mata decisivo.

Uma novidade ficará por conta da premiação dos melhores da temporada. Ao invés da escolha das seleções de novos e máster, serão premiados os melhores atletas de casa kit. A noite também teve o sorteio de diversos brindes oferecidos pelos patrocinadores do Clube de Pais.

Com a expectativa cada vez mais alta para a revelação do tema do campeonato e dos uniformes da temporada, um grande público é aguardado no Armazém Garagem Bar, para a Festa de Abertura, às 19h de quarta-feira. Chegue cedo e garanta o seu lugar. A noite será cheia de surpresas!

Perfis dos capitães do Campeonato de 2019 do Clube de Pais!

Esta temporada será especial para o Clube de Pais pela comemoração dos seus 40 anos de existência. E 14 atletas receberam a importante missão de comandar as equipes neste momento histórico. Confira os perfis dos capitães do campeonato de 2019 do Clube!

Alexandre André Rossi

Zamorano tem 46 anos, é microempresário, torcedor do Paraná Clube desde o saudoso Pinheiros. Como ele mesmo se denomina, é “marinheiro de primeira viagem” como capitão. Atua no Clube de Pais desde 2009. “Completo dez anos de casa e espero comemorar erguendo a taça”, destacou. Bicampeão no Clube de Pais, em 2012 com o Real Madrid e em 2017 com o XV de Piracicaba, tem duas grandes recordações. A primeira, como jogador, foi o título do Real Madrid. E, como pai, foi ver seu filho salvar um gol certo na final de 2015, pelo NY City. Fã de Zagallo, único tetracampeão, ele já deixa o recado: “ZamoranoCampeão tem treze letras!”, afirmou o Zamorano

Augusto Mazur

Aos 37 anos, Mazur vai para seu terceiro ano como capitão. Em 2018, comandou o Huracán, que terminou o campeonato em 12º lugar. Publicitário, teve como melhor colocação um quarto lugar, quando foi capitão da equipe do Lorient, em 2016. Torcedor do Athletico Paranaense, promete uma surpresa no seu sistema tático e avisa que é fã de Fernando Diniz como treinador. Ele espera realizar um sonho em 2019. “Se tudo der certo, terei a felicidade de ter o meu filho participando dessa família que é o Clube de Pais. Será um sonho para ele poder jogar comigo e, para mim, poder jogar com ele”, destacou Mazur.

Carlos Alberto Costa Ritzmann

Juiz de Direito, Ritzmann será pela primeira vez capitão. Estreou nos gramados do Clube de Pais em 2014, na equipe da Bélgica. Aos 54 anos, teve seu grande momento em 2018, com um vice-campeonato com o Independiente. Torcedor do Coritiba, ele tem em Telê Santana e Ênio de Andrade o espelho à beira do gramado. Já avisou que o ataque é sempre o melhor sistema. “Penso em um time coeso, o mais equilibrado possível em todos os setores, que preserve os princípios do Clube de Pais e celebre a amizade”, concluiu.

Ernani Mendes Silva Filho

Aos 46 anos, Ernani já foi duas vezes capitão. E tem em uma delas uma excelente recordação. “Quando fui capitão da Espanha e pude jogar ao lado do meu filho”. Juiz de direito e torcedor do Athletico Paranaense, desfila seu futebol no Clube de Pais desde 1992. Apesar do tempo que parrticipa da competição, foi campeão apenas uma vez. Fã do técnico Tiago Nunes, avisa os adversários que gosta de jogar no 4-4-2 ou no 4-2-3-1. “Tudo depende do adversário”, afirmou Ernani.

Felipe Sant Anna Vasques

Engenheiro, 32 anos, torcedor do Coritiba, está no Clube de Pais desde 2004. Esta será a quarta vez de Vasques como capitão. Com a braçadeira, levou o Ajax à terceira colocação em 2012. Seu único título no Clube de Pais foi em 2008, com o grupo do Flamengo. “Não vou me espelhar em nenhum treinador, mas gosto do Tite”, afirmou o capitão que prefere jogar no 4-3-1-2. Tem a vitória da Colômbia, em 2014, sobre a Itália como seu momento mais marcante no Clube. “A Itália era muito forte. Venceu o primeiro jogo e saiu na frente no segundo. Mas conseguimos a virada e tornamos o jogo inesquecível”, relembrou Vasques.

Jair José de Souza

Jair José é o “caçula” de tempo de Clube de Pais. Entrou em 2015, no LA Galaxy, que terminou na quinta colocação. Aos 43 anos, é empresário e torcedor do Coritiba. Gosta do técnico Guardiola e do sistema de jogo 4-4-2. Nunca conquistou um título e será pela primeira vez capitão, apesar de em 2018 ter sido auxiliar direto no Boca Juniors. Tem um momento mais que especial no Clube de Pais, que recorda com carinho. “A homenagem que meus amigos do Angers fizeram ao meu pai, após o seu falecimento em maio de 2016”, relembra Jair José.

Jorge dos Santos Souza Júnior

O professor Jorginho vem para 2019 com o status de capitão vice-campeão no ano passado, logo em sua primeira empreitada com a braçadeira. No seu segundo ano ao comando de uma equipe, tentará manter a estratégia do ano passado para o grupo. Aos 34 anos, torcedor do Corinthians, foi campeão em 2010 com o Uruguai. É fã do técnico Tite e do sistema 4-4-2. Seu momento inesquecível foi jogar com a família. “Em 2018, joguei com meu irmão no mesmo time. Mas, se não falha a memória, em 2009, meu pai, eu e meu irmão disputamos o torneio. Eu e meu pai no mesmo time. É muito legal”, destacou.

José Campos Hidalgo Neto

Zé Hidalgo é engenheiro e torcedor do Coritiba. Aos 38 anos, foi quatro vezes capitão e joga no Clube de Pais desde 2005. Foi duas vezes campeão como jogador: Flamengo (2008) e França (2014). Como capitão, chegou a duas semifinais: Santa Cruz (2011), que terminou em 4º, e Bordeaux (2016), que ficou em 3º. Ficou surpreso com o convite para ser capitão neste ano, não esperava. E já dá o recado aos adversários sobre o sistema de jogo. “Posse de bola e movimentação constante, mas é o perfil do elenco que define o sistema mais efetivo”, salientou Zé Hidalgo.

Lucas Oliveira Cordeiro

Aos 30 anos, Xermi é o capitão mais novo neste ano e terá sua primeira experiência à frente de uma equipe no Clube de Pais. Gerente de Canais na Pipefy, é torcedor do Coritiba, fã do técnico Jürgen Klopp, do Liverpool, e gosta do sistema 4-4-2. Atua no Clube de Pais desde 2012. Nunca foi campeão, mas ficou em terceiro lugar por duas vezes: Holanda (2014) e Colorado Rapids (2015). Já tem sua tática para buscar seu primeiro título este ano. “Prefiro fazer as escolhas baseado na força física e raça dos atletas. Para mim, esse perfil se sobressai no colégio e leva os times às fases finais! Vou tentar por essa linha!”, explicou Xermi.

Marcio Danilo Favarim

O consultor imobiliário Danilo Favarim tem 47 anos, é torcedor do Corinthians e joga no Clube de Pais desde 2007. Esta será a segunda vez que será capitão. Na primeira experiência, amargou a última colocação. Mais experiente, se espelhará em Carille, técnico do Timão, e pretende jogar no 4-4-2. Como jogador, ele tem estrela. É bicampeão no Clube de Pais e, por coincidência, fez o gol dos dois títulos que ganhou. Não é à toa que esses foram seus momentos inesquecíveis. Em 2010, pelo Uruguai, acertou uma linda cobrança de falta na prorrogação, sendo que a Itália jogava pelo empate. Em 2017, pelo XV de Piracicaba, marcou um lindo gol de voleio, no final do segundo tempo, contra a Ponte Preta.

Marcos Antonio Celles

Aos 54 anos, Celles iniciou sua carreira no Clube de Pais em 2011, na Copa do Nordeste. Corretor de imóveis, será a terceira vez que será capitão. Em 2016, foi vice-campeão com o Toulouse e, em 2018, ficou em sexto com o Gimnasia. Torcedor do Coritiba, ele prefere o sistema 4-4-2 e é fã de Jürgen Klopp, do Liverpool. “Ele consegue montar uma zaga sólida e do meio para frente é um time muito veloz e habilidoso”, comentou. Ele comentou que nenhuma sensação supera a de entrar em campo como capitão, em sua primeira final. Para buscar seu primeiro título no Clube de Pais, espera repetir a fórmula do Toulouse. “Vou procurar isso, mas, para repetir a fórmula, vai depender das escolhas que vou conseguir fazer. Era um elenco muito habilidoso. Mas a intenção é colocar o mesmo modelo de jogo”, concluiu Celles.

Murilo Marcel Buffa Meira

O professor de Educação Física, Murilo terá sua primeira experiência como capitão. Aos 31 anos, é torcedor do Athletico Paranaense e se espelhará no técnico Tiago Nunes. “Assim como ele, sou desconhecido nessa função e tentarei encarar esse ano como um divisor de águas na minha trajetória como capitão”, avaliou. No Clube de Pais desde 2012, foi campeão como jogador em 2016, com o PSG, seu único título. Fã de dois sistemas de jogo, 3-5-2 e 4-5-1, recorda com carinho do seu primeiro gol no Clube de Pais. “Foi o gol da vitória do meu time. Mas era véspera do Dia dos Pais e o meu pai estava vendo o jogo atrás do gol. Fiquei muito feliz”, relembrou.

Oscar Tavares da Mota Filho

Oscarzinho é o capitão mais experiente da temporada 2019. Além de ser o que tem mais idade, com 60 anos, já foi capitão algumas vezes. Foi capitão da Itália de 2010, vice-campeã, que para ele foi um dos times mais técnicos da história do Clube de Pais. Se não bastasse isso, participa do Clube de Pais há 27 anos. Industrial aposentado, é fá de Abel Braga e torcedor do Athletico Paranaense. Oscarzinho já foi campeão cinco vezes, um colecionador de títulos. Seu momento mais marcante é recente: um gol de falta pelo Lanús, no campo do Geraldinho contra o Boca Juniors. Foi uma cobrança da intermediária ofensiva que acabou na gaveta cruzada, sem chances para o goleiro.

Rafael Sprenger Falavinha

Aos 33 anos, Falavinha vem para seu terceiro ano seguido como capitão. Em 2017, foi vice com a Ponte Preta e, em 2018, terminou em décimo com o Lanús. Jornalista e administrador, é torcedor do Athletico Paranaense e fã do técnico Tiago Nunes. “O melhor treinador do mundo na atualidade”, avaliou. Seu sistema de jogo preferido é o 5-3-2. Atua no Clube de Pais desde 2004 e foi campeão três vezes: Bolivar (2004), Uruguai (2010) e New York City (2015). “Espero repetir os bons grupos que formei nos dois anos como capitão. Só espero que encaixe rápido como a Ponte, porque o Lanús cresceu muito no fim e bateu na trave para classificar. Mas já tenho meu plano para 2019 e conto com o Joma mais uma vez”, avaliou Falavinha.