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Festa de Encerramento comemorou os 40 anos de Clube de Pais e a Supercopa das Estrelas 2019
No último sábado (7), aconteceu a festa de encerramento que comemorou os 40 anos do Clube de Pais e a realização da Supercopa das Estrelas 2019. A cerimônia, realizada no Concept Hall, contou com a participação de atletas, familiares, amigos e patrocinadores e foi marcada por homenagens e premiações aos craques do campeonato, artilheiros, jogadores revelação e seleção do campeonato.
Após a chegada dos convidados, a festa foi iniciada com homenagens a todos os responsáveis que fizeram e fazem parte desde o início da construção e consolidação do Clube de Pais. Na sequência, o jantar foi servido e, depois, foi realizada a entrega das premiações.
Durante o evento também foi divulgado o tema de 2020: Campeonato Italiano. Os times italianos serão Bologna, Fiorentina, Genoa, Inter de Milão, Juventus, Lazio, Udinese, Milan, Napoli, Palermo, Parma, Roma, Sampdoria e Torino.
Palavra da Diretoria
No seu primeiro ano como presidente do Clube de Pais, Lucas De Grandi avaliou positivamente a temporada. “Foi um ano super especial”, resumiu. “São 40 anos de história e a gente honrou muito bem toda a história do Clube de Pais. Acertamos o tema de forma brilhante, tivemos um campeonato disputado, muito alegre, competitivo e muito justo, coroando o melhor campeão”, destacou.
Para 2020, a intenção é realizar uma competição ainda melhor do que foi em 2019 e alguns pontos já estão em pauta. “Agora é entender o que pode ser melhorado em termos de comunicação, contato com os atletas e no regulamento em si, que talvez seja o mais importante”, ressaltou o dirigente.
Responsável pela Diretoria Social, Luis Fernandes comentou sobre a organização da celebração dos 40 anos do Clube de Pais. “Acredito que pela grandeza que é o clube, pela tradição, pelos 40 anos, deixa uma grande responsabilidade fazer um evento melhor ainda do que já foi nos anos anteriores, e, preocupado com isso, a gente tomou cuidado de organizar tudo da melhor forma possível”, disse o Diretor Social.
O dirigente também fez questão de lembrar o tema que foi escolhido em 2019. “Essa homenagem das estrelas foi espetacular, a gente viu o brilho nos olhos dos homenageados, dos filhos e de toda a família”, comentou. “Agora fica toda a expectativa boa para que 2020 seja ainda melhor do que foi nos anos anteriores”, finalizou.
Confira os premiados da Supercopa das Estrelas 2019:
Campeão: Guerreiros
Vice-Campeão: Betão e os Cubanos
Terceiro Lugar: Os Fiéis
Craque da Final: Arthur (Goleiro dos Guerreiros)
Artilheiro Novos – Pisca (Atacante do Canhotinhas)
Artilheiro Master – Polaco (Atacante do Futsal Scremin)
Revelação Novos – Leon (Volante do Futsal Scremin)
Revelação Master – Ramires (Meio-campo do Canhotinhas)
Craque Novos – Arthur (Goleiro dos Guerreiros)
Craque Master – Chupeta (Atacante do Betão e Os Cubanos)
Seleção da Supercopa das Estrelas:
Goleiro – Fabiano
Kit 1 – Pisca
Kit 2 – Mazzarotto
Kit 3 – Edson Toninello
Kit 4 – Hugo Gallo
Kit 5 – Tony
Kit 6 – Guilherme Oliveira
Kit 7 – Di
Kit 8 – Rillo
Kit 9 – Márcio Moura
Kit 10 – Dr. Ens
Kit 11 – Ossamu
Kit 12 – Lucas Ritzmann
Kit 13 – Mário José
Kit 14 – Mesquita
Kit 15 – Dizinho
Kit 16 – Sivanei
Kit 17 – Beto
Capitão e atletas comemoram conquista do Guerreiros
Os Guerreiros conquistaram o título da Supercopa das Estrelas. Mais um título para o homenageado Tadeu, que mesmo sem jogar, somou mais um título para sua coleção e é o maior vencedor da história do Clube de Pais. Na final, após empate em 1 a 1 no tempo normal diante da equipe Betão e os Cubanos, o título veio nos pênaltis por 1 a 0, com o goleiro Arthur defendendo cinco cobranças.
O homenageado Tadeu comemorou mais um título. “Fiquei muito contente, bastente feliz e emocionado. Sinceramente no início não acreditava na conquista, mas depois que eliminamos o time do Canhotinhas senti firmeza que podia acontecer. E é muito legal e gratificante ser o maior campeão do Clube de Pais, mesmo fora de campo”, comentou Tadeu.
O capitão Ernani elogiou o grupo e, claro, o seu amuleto de fora do campo. “Eu já sabia que seria campeão quando peguei o Guerreiros que é homenagem para o Tadeu. Não tinha erro, né? Mas foi um ano fantástico, nunca tinha sido campeão como capitão. Mas o mérito é do grupo. Time com maior número de churrascos, maior número de presenças, sempre se ajudando. Um grupo que se uniu e brigou até o final”, avaliou o comandante do time campeão.
Mas deu tempo de elogiar o grande nome da decisão e quem sabe até do campeonato, pelo menos na opinião de Ernani. “Parabéns para o Arthur, sem dúvidas. Ele foi o craque do campeonato, não só da decisão. Fez um campeonato inteiro fantástico. E resultou nesses cinco pênaltis defendidos. Acho que isso nunca aconteceu e nunca mais vai acontecer no Clube de Pais”, destacou o capitão.
Quem comemorou mesmo antes da bola rolar foi Betão, atleta do Guerreiros e homenageado pelo adversário. “A melhor sensação é de ser campeão pelo time que joguei, não posso negar. Mas gostei demais que o time que me homenageou também chegou na final. Quem iria imaginar uma coisa dessas. E foi um jogo muito disputado até o fim, como deveria ser. Betão contra Betão”, afirmou.
Ex-goleiro, a homenagem ficou completa com o arqueiro Arthur sendo o destaque e ganhando elogios de Betão. “Foi impressionante. Quando eu jogava tinham bons goleiros, mas nos últimos anos aumentou muito a qualidade dos goleiros. E o Arthur foi um espetáculo. As defesas dele durante o jogo foram impressionantes. Fiquei orgulhoso dele estar no meu time”, comentou Betão.
O meia Guilherme Oliveira, único a balançar as redes na disputa de pênaltis, comemorou seu primeiro título no Clube de Pais. “Acho que foi merecido o título. Fizemos um bom campeonato e jogamos a final de forma organizada. Não foi nosso melhor jogo e nem da equipe do Betão e os Cubanos. Acho que a chuva atrapalhou um pouco. Mas, no fim, fomos coroados com uma excelente atuação do Arthur. Nunca tinha visto um goleiro pegar cinco pênaltis. Eu só fiz o meu dever de marcar no pênalti e poder ser campeão pela primeira vez”, concluiu Guilherme Oliveira.
Betão e os Cubanos ficaram com o vice e avaliam ano da equipe
Foi a melhor campanha da fase de grupos da Supercopa das Estrelas. A equipe Betão e os Cubanos, do capitão Ritzmann, somou 37 pontos em 19 jogos, saindo líder do grupo A, uma chave que foi extremamente equilibrada. Nas quartas, passou pelo forte time do Intermináveis, nas semifinais bateu a equipe Os Fiéis nas penalidades. Uma campanha memorável para o estreante no comando de uma equipe no Clube de Pais.
Ritzmann fez uma avaliação da final. “Na verdade, o ano foi espetacular. Mas eu achei o resultado da final injusto. Nosso time pressionou durante o jogo todo, no segundo tempo ainda mais, mas o Arthur pegou muita bola. Mas todos querem ganhar neh? Hipocrisia falar que não. Quando estamos em campo queremos ganhar”, avaliou o capitão.
Mas o saldo final é positivo. “Mas fica a amizade a alegria de ter disputado a final. O título é deles e está muito bem representado. Parabéns ao Ernani pelo trabalho do ano. Mas estou feliz com esse nosso ano”, destacou Ritzmann.
O zagueiro Gulin destacou a grande atuação do goleiro Arthur da equipe Guerreiros. “Nosso time encaixou e teve uma boa arrancada até a final do campeonato. Foi uma final disputada, com gols em detalhes. No meu ponto de vista, fizemos um segundo tempo muito bom, com mais posse e mais pressão, mas sem conseguir fazer o gol. A prorrogação continuou equilibrada e nos pênaltis o Arthur teve a felicidade de buscar cinco pênaltis”, comentou o zagueiro
Apesar da derrota, destaque para o espírito Marista. “A lição que o campeonato mostra é que o que vale é a união. Estão todos aqui rindo, um ganha outro perde, mas a integração do grupo e do pessoal do colégio vale tudo isso. Sá parabenizar a todos que se envolveram no campeonato”, concluiu Gulin.
Guerreiros vence nos pênaltis e é campeão da Supercopa das Estrelas
Na tarde do último sábado (23), os Guerreiros venceram o Betão e Os Cubanos, e conquistaram o título da Supercopa das Estrelas. O confronto foi marcado pelo equilíbrio técnico entre as equipes. No tempo regulamentar, o marcador terminou empatado em 1 a 1. Foram nas cobranças de pênaltis que os Guerreiros consolidaram a vitória e ergueram o Troféu Alfredo Carlos Scremin.
Nos tiros diretos, o destaque foi o goleiro Arthur, que defendeu as cinco cobranças batidas pelo Betão e Os Cubanos. O placar nas penalidades foi de 1 a 0 para os Guerreiros.
A Final
Nos minutos iniciais a posse de bola foi bem dividida entre as equipes. O primeiro lance em direção ao gol aconteceu aos 8 minutos. Chupeta bateu falta para o Betão e Os Cubanos, mas o goleiro rival não teve dificuldade para garantir a defesa.
A resposta dos Guerreiros não tardou e veio dez minutos depois. Thiago Ernani fintou o marcador e experimentou de fora da área, mas a bola foi para fora. Na jogada seguinte, novamente Thiago Ernani apareceu e conseguiu abriu o placar. O atacante saiu de frente para o gol, livre de marcação, e só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro para fazer 1 a 0.
Em desvantagem, Betão e Os Cubanos não desanimaram e empataram aos 42 minutos, com Chupeta. Após o juiz assinalar uma falta pelo lado direito do ataque do Betão, o atacante foi para a cobrança e bateu com precisão, igualando em 1 a 1 o confronto.
No segundo tempo, quem criou mais chances para ficar à frente do placar foi o Betão e Os Cubanos. Logo aos 9’, Chupeta experimentou de longe, a bola ia forte em direção ao gol, mas a zaga conseguiu intervir e afastar o perigo.
Uma das poucas oportunidades dos Guerreiros foi aos 20’, com Kadu. O meia arriscou de fora da área, a bola foi no canto, forçando o goleiro Rodrigo a fazer uma bela defesa. Em seguida, Heitor teve duas boas chances pelo Betão, mas ambas sem sucesso.
A última jogada perigosa aconteceu aos 43 do segundo tempo. Após uma cobrança de escanteio alçada na área, Chupeta bateu de primeira e a bola passou na lateral do goleiro Arthur. Fim do tempo regulamentar.
Na prorrogação, o desgaste físico dos atletas fez com que a maioria das jogadas ficassem concentradas no meio do campo. A chance mais clara foi dos Guerreiros, aos 13 minutos da primeira etapa. Thiago Ernani aproveitou uma sobra dentro da área e bateu no alto, mas Arthur encaixou.
Decisão nos pênaltis
A decisão seguiu para os pênaltis e, o craque da última rodada da Supercopa das Estrelas, brilhou novamente. O goleiro Arthur marcou seu nome na história da competição, sendo responsável por defender todas as cinco cobranças batidas pelo Betão e Os Cubanos. O resultado das penalidades terminou em 1 a 0 para os Guerreiros.
Os encarregados pelas cobranças do Betão foram os jogadores Gulin, Pasinato, Gallo, Patrick e Chupeta. Todas as cobranças foram defendidas por Arthur. Pelo lado dos Guerreiros Dias, Daniel Ravazzani e Thiago Ernani erraram suas finalizações, o único a converter a penalidade foi o meia Guilherme Oliveira.
Os Fiéis terminam na terceira colocação da Supercopa das Estrelas
A Supercopa das Estrelas chegou ao fim no último sábado (23). O primeiro duelo do dia foi a disputa do terceiro lugar da competição, que terminou com a equipe Os Fiéis garantindo a medalha de bronze, após vencerem os Canhotinhas. Nos 90 minutos, o duelo terminou empatado em 2 a 2. Nos pênaltis, Os Fiéis garantiram a vitória por 4 a 2.
O primeiro grito de gol foi pelo lado do Os Fiéis, aos 18 minutos de jogo. A bola tinha saído para escanteio e Jorginho foi para a cobrança. Com um cruzamento forte e com precisão, a bola foi na cabeça do zagueiro Márcio Moura, que cabeceou forte e fez 1 a 0.
Atrás no placar, os Canhotinhas buscavam de todas as formas o empate e conseguiram igualar o marcador aos 40’. Ramires invadiu a grande área, estava à frente da marcação adversária e bateu forte na bola que saiu veloz no canto do goleiro Fabiano. 1 x 1 e fim do primeiro tempo.

Na segunda etapa aconteceu a virada dos Canhotinhas. O cronômetro marcava 35 minutos quando Tony lançou para Junior Polaco, o camisa 6 dominou e rapidamente cruzou para o meio da pequena área, a bola foi em direção a Ramires que antecipou o adversário e escorou para colocar a equipe na frente.
O confronto estava terminando, o terceiro lugar estava quase garantido para os Canhotinhas, mas Beto do Os Fiéis apareceu para deixar tudo igual. A zaga falhou ao tentar afastar uma bola e Beto, atento na jogada, aproveitou o erro e fuzilou para o fundo das redes. Com o empate em 2 a 2, a definição do terceiro colocado foi para as cobranças de pênalti.

Nas penalidades, a vitória foi por 4 a 2 do Os Fiéis, com os gols de Jorginho, Bill, Juliano e Barba. Pelo lado dos Canhotinhas quem acertou as cobranças foram Meister e Tony. Gregório e Rodrigo erraram as finalizações.

Árbitro que apita no Clube de Pais, Rafael Traci é indicado ao quadro da FIFA
São 40 anos de história e muitas pessoas possuem um carinho especial pelo Clube do Pais. Além de atletas, os árbitros também possuem um laço de amizade conosco. E, neste ano, Rafael Traci, árbitro que por muitos anos esteve conosco e agora é figura corriqueira nos gramados do Brasileirão Série A, enviou uma mensagem de gratidão ao Clube.
Aos 38 anos, Rafael Traci foi indicado para o quadro da FIFA. Ele apitou jogos do Clube de Pais desde 2006 e reconheceu a importância dos jogos no Marista. “O Clube de Pais, com certeza, me ajudou. Todo jogo temos um aprendizado, seja ele na leitura de jogo, posicionamento, deslocamentos, trabalho técnico e disciplinar”, contou o árbitro.
O indicado ao quadro da Fifa aproveitou para agradecer. “Meu agradecimento ao senhor Gentil, que comanda a arbitragem no Clube de Pais, e aos atletas pelo respeito, força e torcida para que eu tivesse uma carreira vitoriosa dentro da arbitragem e pudesse alcançar meus objetivos”, destacou.
Sobre o caminho para chegar até este momento, Rafael Traci destacou o apoio das pessoas próximas. “Realmente é um grande objetivo alcançado. Não foi nada fácil, é tenso, complicado, precisamos de muito empenho, foco, dedicação, equilíbrio emocional e principalmente perseverança. O apoio da família é indispensável para chegar a esta conquista. Agradeço muito a minha esposa, que sempre me apoiou e se manteve firme para que juntos pudéssemos chegar e contemplar essa vitória!”, afirmou.
Maranhão: uma família dentro da família Clube de Pais
Edigardo Maranhão tem 35 anos de Clube de Pais. O ano de 2018 foi seu último atuando dentro de campo. Foi sua despedida dos gramados, mas o legado de seu nome continuará. Conhecido por sua simpatia e suas boas histórias, Maranhão tem a família perto. São dois filhos atuando e mais dois genros, além de um sobrinho e, como ele mesmo diz, alguns filhos postiços que ele adotou pelo caminho. Alguém que fez questão de, literalmente, fazer do Clube de Pais sua família ou quem sabe até mesmo o contrário, fazer da sua família o Clube de Pais.
Não é à toa que a equipe que o homenageia recebeu o nome de Afilhados. “Meus afilhados serão sempre meus afilhados. Vou guardar isso eternamente no meu coração. Este ano decidi não mais participar, mas tenho muita honra de ter meu nome vinculado a um time. Me emociono de fazer parte disso”, destacou Maranhão.
Ele relembrou a emoção do dia que descobriu a homenagem nos 40 anos do Clube de Pais. “Eu não sabia e não tinha nem ideia do que poderia ser feito pela diretoria. Quando fui até a abertura do campeonato e vi essa homenagem, a emoção foi grande e além da conta. Foi uma das homenagens da minha vida ou quem sabe até a única, que fiquei muito emocionado e orgulhoso. E fiquei muito feliz pelo capitão que está à frente desse time, que escolheu com muito carinho”, afirmou.
Sua história no Clube de Pais começou em 1984, ano que participou de sua primeira pelada no colégio, em virtude da matrícula de seu filho na escola. “Na época não tinha um campeonato fixo, eram amistosos. Você colocava seu nome em um quadro que ficava na parede da porta do bar que era dirigido pelo Mario. As inscrições começavam às 13 horas. Lembro que era importante chegar cedo para jogar a primeira pelada, pois era a única com 45 minutos para cada lado. As demais só saiam se tivesse quórum”, comentou.
Além do futebol, a integração entre pais se estendia dentro do colégio. “Na época só jogavam os pais dos alunos e alguns professores. Mas era uma maravilha jogar. As medidas do campo eram maiores também. E, além disso, depois dos jogos tinha sempre um truco no bar do Mario em que o pessoal ficava batendo papo, contando história. Mas eram outros tempos”.
Uma de suas maiores alegrias foi a quantidade de amigos que fez ao longo desses anos. “Tenho uma honra de ter participado por tantos anos e de ter feito tantos amigos. Fiz grandes amigos e grandes partidas. Betão, Doriva, Jefico, Trovão, Tadeu, Falavinha, são nomes que não param mais. E lembro de toda trajetória. Do Veiguinha como presidente, que veio antes do Jorge Welter. E de todos que participaram para o Clube de Pais ser como é agora. Cresceu muito, em termos de gente e de organização”, destacou Maranhão.
Meio-campo de origem, nos últimos anos passou a atuar mais na frente, como atacante. Mas dentro de campo sua maior alegria não é um lance específico ou um determinado gol. Na verdade, pensando no que é o Clube de Pais e nos seus valores, seu maior momento dentro de campo é um golaço. “Minha maior alegria sem sombra de dúvidas foi ter meus filhos e meus genros jogando comigo, no mesmo time, em que eu era o capitão, no meu último ano de colégio. Ter todos comigo foi algo que esse Clube me deu que eu jamais vou esquecer. E ainda no final do ano, o Clube de Pais, na figura do Bizinelli, que era o presidente e é um filho para mim, me homenagearam. Acho que não mereço, mas vindo deles é fantástico”, relembrou.
Fora de campo teve uma atuação contante. “Eu fui dirigente todos esses anos. Não tinha cargo com um nome, mas participei de quase todas as diretorias e reuniões nesses anos. Depois achei por bem não estar mais presente, porque entendi que os novos deveriam tomar o lugar dos mais antigos”, avaliou.
O homenageado ainda ressalta as evoluções que o Clube de Pais e o Colégio passaram e ainda passam ao longo dos anos. “Tiveram várias mudanças estruturais. A construção da nova sede, com infraestrutura melhor, mudanças no regulamento do campeonato com melhorias, uniformes, bolas, a arbitragem. Tudo foi evoluindo. O Clube de Pais não tem mais investido tanto nessa parte de construção, mas o colégio tem feito e isso nos afeta de forma direta e positiva. Mas a maior mudança são as pessoas novas que estão vindo para dar sequência nessa história”, concluiu Maranhão.




















































































