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Estudiantes supera Rosario Central nos pênaltis em jogaço pelo terceiro lugar

O Estudiantes faturou a terceira colocação da Superliga Argentina de Fútbol 2018! A conquista veio com uma vitória nos pênaltis, após um jogaço contra o Rosario Central, que terminou empatado em 2 a 2. Foi a preliminar da tarde que encerrou a temporada 2018 do Clube de Pais, com um ótimo público no campo do Colégio Marista Paranaense.

O encontro entre os dois melhores times da primeira fase atendeu às expectativas. Sobrou emoção desde o início do jogo, com as duas equipes chegando ao gol ainda nos primeiros minutos. E continuou assim até o capitão do Estudiantes, Lucas Minoro, bater o último pênalti da decisão e definir a vitória por 4 a 3 nas cobranças.

Primeiro tempo

O jogo começou com o Estudiantes no ataque e com a marca do artilheiro Pisca. Aos 5’, ele recebeu na área, limpou a marcação e bateu cruzado, no cantinho: 1 a 0!

A reposta do Rosario foi imediata. Aos 8’, Lucas Haus recebeu na esquerda e cruzou rasteiro, sob medida para o atacante Zamorano mandar para a rede: 1 a 1!

Pasinato teve a chance da virada, aos 15’. Após uma linda tabela com Zamorano, ele bateu firme, mas o goleiro Maicon segurou.

Quem marcou de novo foi o Estudiantes, mais uma vez com Pisca. Aos 21’, ele bateu colocado na cobrança de uma falta e o goleiro Everton, do Rosario, não conseguiu segurar: 2 a 1!

O Rosario partiu para cima em busca de seu segundo gol e teve boas chances com Ernani, Barp, Pasinato e Zamorano. Já as investidas do Estudiantes paravam na forte zaga rosarina.

Até que aos 44’ veio o novo empate. Zóio recebeu na frente, pela esquerda, e bateu cruzado. Maicon ainda tocou na bola, mas ela entrou rente à trave: 2 a 2!

Segundo tempo

O jogo ficou mais truncado na etapa complementar, com as defesas levando vantagem. Pucci e Pasinato tiveram as melhores chances do Rosario. E Pisca também esteve perto de marcar mais um, mas acertou a trave!

Com o empate persistindo até o apito final, a decisão foi para os pênaltis. E aí quem teve mais sorte e mais competência nas cobranças foi o Estudiantes.

A série começou com Barp marcando para o Rosario e Pisca desperdiçando sua cobrança, ao bater para fora.

Depois, foi a vez de Pasinato acertar o travessão e Mazarotto empatar para o Estudiantes. Nas cobranças seguintes, Pucci e Ernani anotaram para o Rosario. Assunça também marcou, para o Estudiantes. Depois foi a vez do goleiro Maicon brilhar, defendendo a cobrança de Zóio. E daí, o capitão Lucas bateu com tranquilidade e fechou a conta: 4 a 3 para o Estudiantes!

 

 

PRESIDENTE COMEMORA O SUCESSO DA FESTA DE ABERTURA DA SUPERLIGA ARGENTINA DE FÚTBOL!

Como já é tradição, a Festa de Abertura do Campeonato do Clube de Pais foi um grande sucesso! Mais de 200 atletas, familiares, amigos e patrocinadores compareceram ao Armazém Garagem Bar para conhecer os novos uniformes. Os patrocinadores tiveram um destaque especial na festa com a apresentação das empresas e exposição das marcas.

O presidente do Clube, Gustavo Bizinelli, comemorou o sucesso da festa. “2018 tem sido um ano de muitas mudanças na forma de trabalhar o Clube. Nós trouxemos um novo conceito de festa de lançamento, em um lugar mais amplo, onde tivemos mais espaço para a divulgação dos nossos patrocinadores. Espero que todo mundo tenha gostado. Além disso, tivemos uma surpresa para todos muito grande com o novo fornecedor dos uniformes, que buscamos com muito carinho. Depois de mais de 20 anos, mudamos o fornecedor. É um material diferente e a expectativa é a de que todo mundo fique bastante satisfeito com o design e com o material esportivo”, afirmou Bizinelli.

Para este ano, o campeonato do Clube de Pais terá muitas novidades, que representaram um desafio para a Diretoria no planejamento do ano. “Foi uma superação. Foram 22 dias, desde que definimos que aumentaríamos mais dois times. Ficamos muito surpresos, recebemos um recorde de inscrições. Nunca tivemos tanta gente procurando o Clube e ficamos muito felizes especialmente pela quantidade de pais novos e de alunos egressos do Terceirão”, contou o presidente, que acredita que a receptividade de todos foi muito boa em relação à nova fórmula de disputa. “Para mantermos a renovação dos atletas, a única forma era aumentar a quantidade de times. A notícia foi bem recebida por todos. Mas gerou um desafio gigantesco para nós porque em 22 dias tivemos de definir quais eram os novos times, tivemos de correr atrás de novos patrocinadores, convencer o fornecedor de material esportivo que precisaríamos deste material pronto em um prazo super curto. A minha satisfação maior foi ver o engajamento de toda a diretoria. E vamos conseguir, no próximo final de semana, começar o Torneio Início com todos os uniformes prontos e com mais 36 pessoas no Campeonato”, disse Bizinelli.

A temporada de 2018 também marcará o retorno para o campo do Colégio Marista Paranaense. “Eu participo do Clube há 21 anos e digo que tudo que a gente construiu foi em torno do campo do Colégio. Este ano será uma satisfação gigantesca, primeiro pelo Clube de Pais poder contribuir com a construção do novo gramado. Nós capitaneamos essa frente junto com a Diretoria do Colégio e, em toda a parte técnica da obra, nós estivemos muito próximos. O campo já era muito bom, agora é um campo excelente em uma localização excepcional e a expectativa é que todos gostem muito. Temos várias novidades para o ano, este início foi só um ‘cheirinho’ disso. Pela primeira vez as inscrições foram feitas por aplicativos, mudamos fornecedores, mudamos a forma do campeonato para poder atender 14 times e vem muito mais coisa por aí!”, revelou o presidente.

Gustavo Bizinelli contou como tem sido a experiência de presidir um Clube de tanta tradição. “Para mim tem sido uma realização. É bem diferente daquilo que fazemos no dia a dia do trabalho. Aqui a minha preocupação é cuidar do final de semana dos meus amigos e eu sei o quanto isso é importante para eles, para as famílias, enfim, para todo mundo. É uma responsabilidade muito grande, mas eu estou satisfeito principalmente porque a Diretoria está super engajada para fazermos o melhor. A expectativa é de termos um ano fantástico!”, finalizou o presidente do Clube de Pais.

 

CONHEÇA OS CAPITÃES DA SUPERLIGA ARGENTINA DE FÚTBOL 2018

Os capitães da Superliga Argentina de Fútbol estão definidos. A lista com os 14 nomes que vão comandar as equipes do campeonato do Clube de Pais em 2018 está cheio de novidades, com dez capitães diferentes em relação ao Caipirão Paulista 2017. Conheça um pouco mais sobre cada um deles:

ÁTILA

A Superliga Argentina será o décimo campeonato que terá o advogado Átila Duderstadt entre seus capitães. Veterano do Clube de Pais desde 2001, ele já levantou o troféu duas vezes como capitão: com o Bolívar, na Libertadores de 2004, e com a Arábia Saudita, na Copa do Mundo de 2006. Para Átila, seus momentos mais marcantes do Clube são as últimas quatro temporadas, quando passou a ter a companhia do filho Rodrigo nos gramados. Torcedor do Coritiba e admirador do futebol de Cristiano Ronaldo, ele revela sua meta para 2018: “Ser campeão, solidificando e formando amizades”.

 

BADU

O médico Luiz Gustavo Emed, de 40 anos, participa dos campeonatos do Clube de Pais desde 2014 e será capitão pela primeira vez. Como atleta, sua melhor campanha foi com o Los Angeles Galaxy, na Major League Soccer de 2015. Torcedor do Atlético Paranaense, é fã de Lucho González, Diego Simeone e Thiago Cocito. Badu diz que seu maior objetivo é montar um grupo forte no futebol, na união e na amizade. “Todos dizem que meu time será o mais retranqueiro possível. Acredito em um time com um forte poder de marcação e rápida transição para o ataque. Muitos atletas fizeram avaliação física e médica comigo para a pré-temporada. Então estou de olho no peso, velocidade e condicionamento deles”, avisa.

 

BELON

Mais um capitão de primeira viagem, o empresário Márcio Belon está no Clube de Pais desde 2010. Com cinco semifinais no currículos, ele viu em 2017 seu filho Felipe ser vice-campeão com a Ponte Preta. “Sempre curti muito o clube e vivi grandes momentos, mas o melhor realmente foi ver a alegria do meu filho jogando e a recepção bacana que ele teve. São nesses momentos que você vê que nosso clube é muito especial”, diz. Atleticano e fã de Zico, Belon já sabe como quer ver seu time em campo. “O futebol de hoje está sendo dominado pela posse de bola. Vamos trabalhar muito isso, mas sempre priorizando a criatividade, a ousadia dos nossos talentos, para fazermos algo diferente”.

 

CELLES

Marcos Antonio Celles, de 53 anos, é torcedor do Coritiba e faz parte do Clube de Pais desde 2011. Será capitão pela segunda vez, em busca de um resultado melhor do que o vice-campeonato com o Tolouse, na Ligue 1 de 2016. “Como capitão, senti a importância e o comprometimento que todos têm para que o campeonato aconteça”, afirma. “Pretendo montar uma equipe de amigos, que gostem de estar no campeonato e que queiram se divertir, sem perder a competitividade. Mas o objetivo é o título, logicamente. Não faz sentido entrar numa competição se não for para ganhá-la. Na primeira vez como capitão cheguei à decisão e perdi. Agora quero chegar e vencer”, avisa.

 

DIZINHO

O professor Rodrigo Digiovani, 33 anos, será capitão pelo quarto ano seguido. Foi campeão da Ligue 1 em 2016, com o PSG, e no ano passado, no Caipirão Paulista, chegou na quarta posição com a Inter de Limeira. Está no Clube de Pais desde 2006 e não tem dúvidas na hora de apontar seu melhor momento: “Levar o time do PSG pra final, desenhar a estratégia, ver tudo correr como o planejado, marcar o gol mais bonito da minha carreira com casa cheia e ficar gravado pra posteridade como primeiro campeão do troféu Alfredo Scremin”. Na Superliga Argentina, seu objetivo é repetir a dose. “Ainda sou o último capitão campeão no campo do colégio e vou buscar o Bi”, afirma, Dizinho que é torcedor do Toledo e do Palmeiras.

 

FALAVINHA

Aos 32 anos, o jornalista Rafael Falavinha tem um currículo de peso no Clube de Pais. Conquistou três títulos como jogador: Libertadores de 2004, com o Bolívar; Mundial Retrô 2010, com o Uruguai; e Major League Soccer 2015, com o New York City. Em 2017, no Caipirão Paulista, foi capitão pela primeira vez e chegou ao vice-campeonato com a Ponte Preta. “Acho que vou manter a linha do ano passado, que deu certo. É tentar montar um grupo bom e torcer para dar liga em campo”, diz. Atleticano e admirador do futebol do zagueiro Paulo André, já definiu seu principal objetivo na temporada: “Quero ter a melhor defesa da história do Clube de Pais”.

 

JORGINHO

Professor de matemática no Colégio, Jorge dos Santos Souza Junior vai estar à frente de uma turma pela primeira vez no campeonato do Clube de Pais, do qual participa desde 2007. Seu melhor resultado foi o título do Mundial Retrô de 2010, com o Uruguai, mas a melhor recordação é ter o pai e o irmão disputando o mesmo campeonato. Neste ano, está preparado para uma nova experiência. “Como nunca fui capitão no clube, irei experimentar muitas coisas no torneio início, mas acredito que a grande estratégia é ter um time equilibrado após as substituições dos jogadores. Meu objetivo é criar um time competitivo e um grupo unido”, diz.

 

LUCAS

Toque de bola e marcação forte. Essas são as características que o administrador Lucas De Grandi Sampaio, de 36 anos, quer ver seu time colocar em campo na Superliga Argentina. No Clube de Pais desde 1999, ele tem dois títulos no currículo: Campeonato Mexicano 2009, com o América, e Campeonato Carioca 2013, com o Olaria. O último, como capitão, foi seu melhor momento no clube. “A final foi um jogo duríssimo contra o Boa Vista. Acabado o jogo, entrei em campo para comemorar e, quando olhei para trás, vi minha família correndo em minha direção. Abracei meu filho e choramos juntos”, recorda. Torcedor do São Paulo, Lucas comandou o Mogi Mirim em 2017 e ficou com o terceiro lugar.

 

MARANHÃO

Veterano do Clube de Pais, do qual participa desde 1983, o advogado Edigardo Maranhão Soares, 62 anos, já perdeu a conta de quantos times comandou e quantos campeonatos venceu. “Isso pouco importa, sendo que o mais importante é a participação em todos os eventos”, diz. Entre tantos momentos no clube, um deles é inesquecível para o torcedor do Atlético Paranaense. “Poderia dizer que foi o campeonato de 1995, quando fui capitão e meu time sagrou-se campeão sem perder uma partida, ou com o time da Bélgica, em que fui campeão junto com meu filho e genro. Mas credito um ponto pitoresco, quando fui bater um escanteio e fui provocado para bater direto no gol por várias pessoas que estavam na Curva (local dos cornetas), em especial pelo Marcio Matador. Bati e fui feliz com um gol OLÍMPICO, em que a bola entrou no ângulo oposto. Fiquei parado com um braço esticado para o ar, recebendo de todos uma comemoração sem nome. Pularam em cima de mim meu time, o capitão do time adversário, MEU IRMÃO TADEU, e como não poderia deixar de ser, o pessoal da curva: Marcio Matador; Di, o verdadeiro; Gregorio Rossilho, o melhor da família, e outros. Marcio, depois disto, fez um comentário do site do Clube onde realçou os Deuses do Futebol. Não esqueço jamais deste dia”, afirma.

 

A Superliga Argentina, avisa Maranhão, será sua despedida do gramado. “Meu objetivo é encerrar minha participação enquanto ainda tenho saúde. Aos 62 anos, entendo que mereço dar sossego às minhas pernas e participar apenas como assistente, pois jamais deixarei o clube. Minha alma e meu coração pertencem àquele local. Joguei com várias pessoas de todos os tipos, hoje jogo com os amigos, filhos, genros, sobrinhos e só tenho orgulho disso, em contribuir e fazer parte desta história. Muito, mas muito mesmo, obrigado a todos, por deixarem ainda eu pertencer a este grupo, que é a extensão da minha família. Amo a todos”.

 

MAZUR

O publicitário Augusto Mazur, de 36 anos, vai disputar a Superliga Argentina com o objetivo de levantar o troféu, mas já de olho em 2019. “Será um ano especial para mim, pois meu filho irá terminar o terceirão este ano e no ano que vem fará parte dessa família. Quem sabe jogaremos juntos ou teremos aquela rivalidade sadia como adversários”, revela. Como momento inesquecível no clube, ele lembra da campanha de 2016, como capitão do Lorient, quando ficou na quarta posição da Ligue 1. “Minha estratégia para esta temporada será montar um elenco unido e entrosado, dentro e fora de campo. Os ‘dodozetes’ (Valadão e Tammy) já foram convocados e tenho certeza que todos farão renascer a frase: ‘Que elencooooo’!”.

 

MIGUEL

A Superliga Argentina será o terceiro campeonato do Clube de Pais como capitão para Luiz Miguel da Rocha Lima. Ele comandou a Argentina, na Copa do Mundo 2014, e o São Cristóvão, no Campeonato Carioca 2013. Mas seu momento inesquecível no clube aconteceu em 2008, no campeonato dos Esquadrões do Futebol Brasileiro: a vitória do Internacional sobre o Fluminense na semifinal. Torcedor do Coritiba, é admirador dos craques Pisca e Zicarelli. Para esta temporada, ele não tem uma estratégia para montar o time, mas tem um objetivo bem definido: “É o mesmo de sempre, se divertir e rir dos outros times”, afirma.

 

NICOLAU

Mais uma estreia como capitão em 2018 será a do juiz federal Nicolau Konkel Junior, de 52 anos. No Clube de Pais desde 2014, ele recorda de sua primeira partida como o momento mais marcante. “Foi a estreia contra o time do Brasil. A Holanda foi a minha porta de entrada no clube e me marcou demais a receptividade que tive dos amigos”, diz. Torcedor do Atlético Paranaense e fã dos craques Zico, Bill e Zicarelli, Nicolau já definiu suas metas na temporada: “Estar vivo em dezembro! Além de honrar a indicação recebida pelo Clube de Pais”.

 

QUICK

Tricampeão como jogador e estreante como capitão, o advogado e professor Eduardo Saldanha, de 41 anos, é torcedor do Coritiba e está no Clube de Pais desde 1994. Na Superliga Argentina, ele vai tentar repetir os títulos conquistados com a Roma, o PSG e o XV de Piracicaba. A conquista do troféu do Caipirão Paulista, no ano passado, é considerada por Quick seu momento mais marcante no clube. Para repetir a dose, desta vez como capitão, ele espera a definição dos kits para traçar uma estratégia para a montagem da equipe. “O objetivo é formar um time competitivo e que acima de tudo seja um grupo de amigos”, diz.

 

RISADA

Para o engenheiro civil Juliano Capristo, de 43 anos, comandar uma equipe no campeonato do Clube de Pais não é novidade. Ele já foi capitão em duas oportunidades: com o FC Dallas, na Major League Soccer de 2015, e com o Angers, na Ligue 1 de 2016. Seu melhor resultado foi como atleta do Bayern de Munique, na Champions League de 2012, com a conquista do vice-campeonato. Mas o momento mais marcante aconteceu em 2014, quando recebeu o troféu de artilheiro master pela Colômbia, ao lado de seu filho. Torcedor do Coritiba, já tem planos para a formação da equipe. “Vou tentar manter a mesma estratégia de 2016 e torcer para que as lesões não estraguem o planejamento”, diz. E na hora de definir seu objetivo, não faz rodeio: “O meu objetivo é ser campeão!”.

Conheça os 14 times que vão disputar a Superliga Argentina de Fútbol

O Clube de Pais do Colégio Marista Paranaense vai homenagear em 2018 os clubes mais tradicionais do futebol argentino. Saiba um pouco mais sobre os 14 times que entrarão em campo pela Superliga Argentina de Fútbol.

 

ASOCIACIÓN ATLÉTICA ARGENTINOS JUNIORS

Cidade: Buenos Aires (La Paternal)

Apelido: Bicho Colorado

Fundado em 1904, tem 113 anos de história. Mas foi no início da década de 1980 que se tornou mundialmente conhecido, por ter revelado Diego Armando Maradona. Como profissional, o craque vestiu a camisa vermelha por quatro temporadas, de 1976 a 1980. Em 1981, foi emprestado ao Boca Juniors e depois vendido ao Barcelona. Com 7 milhões de dólares no caixa, o Argentinos Juniors conseguiu montar um timaço e conquistou seus maiores títulos: o bicampeonato argentino em 1984 e 1985 e a Copa Libertadores de 1985.

 

CLUB ATLÉTICO BANFIELD

Cidade: Lomas de Zamora

Apelido: El Taladro (A Furadeira)

Leva o nome do bairro onde desembarcaram os imigrantes ingleses que fundaram o clube, em 1896. Tem como seu maior rival o Lanús, também sediado no sul da Grande Buenos Aires. Foi o primeiro time a conquistar a segunda divisão argentina, em 1899, título que voltou a conquistar por mais oito vezes. Montou grandes equipes na década de 1940, quando ganhou o apelido de El Taladro, mas só conseguiu conquistar o Campeonato Argentino da primeira divisão em 2009, sua principal conquista até hoje.

 

CLUB ATLÉTICO BOCA JUNIORS

Cidade: Buenos Aires (La Boca)

Apelido: Xeneizes ou Bosteros

É o clube com a maior torcida do país e tudo que o envolve é superlativo. Por sua popularidade, é conhecido como “La Mitad mas Uno”, o time de coração da maioria dos argentinos. Com uma história cheia de conquistas e craques, é o clube do continente americano com mais títulos internacionais, entre os quais se destacam três Mundiais e seis Libertadores. Seu estádio é a mítica Bombonera, idolatrado pelos xeneizes e temido pelos adversários. Dizem que ele não treme, mas pulsa.

 

CLUB ATLÉTICO HURACÁN

Cidade: Buenos Aires (Parque Patricios)

Apelido: El Globo (O Balão)

Um dos fundadores do clube foi o aviador e engenheiro argentino, Jorge Newbery, famoso por ter dirigido um balão chamado El Huracán. Foi campeão da Primeira Divisão cinco vezes: 1921, 1922, 1925, 1928 e 1973, além de ter vencido sete copas nacionais. Seu rival histórico é o San Lorenzo, com quem protagoniza o chamado “Clásico del Barrio”. O estádio do Huracán é o Tomás Adolfo Ducó, conhecido como “El Palácio”, com capacidade para 49.314 espectadores.

 

CLUB ATLÉTICO INDEPENDIENTE

Cidade: Avellaneda

Apelido: El Rojo

Sete vezes campeão da Copa Libertadores. Este é um feito do qual apenas o Independiente pode se orgulhar. Os anos 70 foram a época de ouro da equipe, que ergueu por quatro anos seguidos o troféu mais importante do continente. E os títulos da Libertadores são apenas uma parte da coleção de taças internacionais do clube, que também incluem três Mundiais, Recopas, Supercopas… A mais recente é a Copa Sul-Americana de 2017. São tantas as conquistas que o clube carrega a alcunha de “Rey de Copas”.

 

CLUB ATLÉTICO LANÚS

Cidade: Lanús

Apelido: Granate

O atual vice-campeão da Libertadores se orgulha de ser “O Maior Clube de Bairro do Mundo”. A inscrição está em seu estádio, conhecido como La Fortaleza. Fundado em 1915, passou a maior parte de sua história restrito à tradição local. Mas, no final dos anos 1990, mudou de patamar, acrescentando a seu currículo grandes conquistas nacionais e internacionais, vencendo três vezes o Campeonato Argentino, a Copa Conmebol de 1996 e a Copa Sul-Americana de 2013.

 

CLUB ATLÉTICO NEWELL’S OLD BOYS

Cidade: Rosário

Apelido: Los Leprosos

O rubro-negro de Rosário é o time de fora da Grande Buenos Aires que mais vezes conquistou o Campeonato Argentino. Foram seis conquistas nacionais, a última delas em 2013. Seu grande rival é o Rosario Central, com quem disputa o maior clássico do interior do país. Dois dos maiores jogadores da história já vestiram a camisa do Newell’s. Diego Maradona jogou pelo clube quando retornou ao país, em 1993 e 1994. E Lionel Messi foi revelado nas “cancheras” leprosas, de onde saiu aos 13 anos direto para o Barcelona.

 

CLUB ATLÉTICO RIVER PLATE

Cidade: Buenos Aires (Núñez)

Apelido: Millonarios ou Gallinas

É o maior campeão do Campeonato Argentino, com 36 títulos. Carrega o apelido de Millonarios por ter se mudado do bairro de La Boca, onde foi fundado, para o aristocrático Núñez. É o proprietário do maior estádio do país, o Monumental, atualmente com capacidade para mais de 60 mil pessoas. Já foi casa de inúmeros grandes craques, como Moreno, Di Stéfano, Labruna, Perfumo, Kempes, Francescoli, Higuaín e muitos outros, ao longo de sua riquíssima história.

 

CLUB ATLÉTICO ROSÁRIO CENTRAL

Cidade: Rosário

Apelido: Los Canallas

É um dos clubes mais antigos da Argentina, fundado em 1889. Tem uma das torcidas mais fanáticas do país e manda seus jogos no estádio Gigante del Arroyito, com capacidade para 41 mil pessoas. Foi o primeiro clube do interior a conquistar o campeonato nacional na era profissional, em 1971, título que venceu outras três vezes. Também é o primeiro do interior a levantar uma taça internacional: a Copa Conmebol de 1995. O Newell’s Old Boys é seu grande rival, com quem disputa o Clássico Rosarino.

 

CLUB ATLÉTICO SAN LORENZO DE ALMAGRO

Cidade: Buenos Aires (Almagro)

Apelido: El Ciclón

O clube do bairro de Almagro esteve em evidência nos últimos anos pela conquista da Libertadores de 2014 e por ser o time do coração do Papa Francisco. Mas o time azul e grená tem uma história riquíssima e é considerado um dos cinco grandes do futebol argentino. É o único time do país que leva vantagem nos confrontos diretos contra o Boca Juniors. Tem em sua galeria 14 troféus do Campeonato Argentino.

 

CLUB ATLÉTICO VÉLEZ SARSFIELD

Cidade: Buenos Aires (Liniers)

Apelido: El Fortín

As maiores conquistas do clube aconteceram em 1994. Liderado pelo goleiro Chilavert, derrotou o São Paulo de Telê Santana em um Morumbi completamente lotado e conquistou a Libertadores. Depois, se tornou campeão mundial ao derrotar o Milan de Fábio Capello. Mas a história do Vélez tem muito mais glórias além dessas. É o quarto clube que mais venceu o campeonato argentino na era profissional, com dez títulos. Pelas conquistas mais recentes, desde 1993, também é chamado de “O Novo Grande”.

 

CLUB DE GIMNASIA Y ESGRIMA LA PLATA

Cidade: La Plata

Apelido: El Lobo

É o clube mais antigo em atividade na Argentina, fundado em 1887. Seu único título da primeira divisão do Campeonato Argentino foi conquistado ainda na era amadora, em 1929. Um de seus maiores feitos é ter vencido o Real Madrid, em pleno estádio Santiago Bernabéu, por 3 a 2, em 1931. Outra vitória histórica do “Lobo” aconteceu em 1996, quando o time participou do amistoso de reabertura do estádio La Bombonera e goleou o Boca Juniors pelo inacreditável placar de 6 a 0.

 

CLUB ESTUDIANTES DE LA PLATA

Cidade: La Plata

Apelido: Pincharratas

A época de ouro do Estudiantes aconteceu entre o final dos anos 1960 e início dos 70, quando chegou a ser considerado o melhor time do planeta. Foram três conquistas seguidas da Libertadores e um Mundial, em 1969. Na época, seu grande craque era Juan Ramón Verón, conhecido como “La Bruja”. Seu filho, Sebastián Verón, jogou em grandes clubes europeus e retornou ao Estudiantes em 2009, quando levou o clube a uma nova conquista da Libertadores. Atualmente, é o presidente do clube.

 

RACING CLUB DE AVELLANEDA

Cidade: Avellaneda

Apelido: La Academia

É chamado por sua torcida de o “Primeiro Grande”, por ter dominado a era amadora do futebol portenho. Entre 1913 e 1925, conquistou nove vezes o Campeonato Argentino, sete deles de forma consecutiva. Na era profissional, foram mais oito conquistas nacionais, além de uma Libertadores e um Mundial, ambos em 1967. Seu estádio, com capacidade para 50 mil pessoas, se chama Juan Domingos Perón, em homenagem ao histórico presidente argentino, que era torcedor do clube.

Vai começar a Superliga Argentina de Fútbol!

O Clube de Pais já está afinando o espanhol e preparando o sotaque portenho para temporada 2018! Faltam poucas semanas para a bola começar a rolar pela Superliga Argentina de Fútbol, em uma temporada histórica, que marca o retorno do campeonato para sua casa: o campo do Colégio Marista Paranaense.

Os times mais tradicionais da Argentina vão defender suas cores no campeonato mais organizado do futebol amador de Curitiba: Argentinos Juniors, Banfield, Boca Juniors, Estudiantes, Gimnasia, Huracán, Independiente, Lanús, Newell’s Old Boys, Racing, River Plate, Rosario Central, San Lorenzo e Velez Sarsfield.

Para que tudo fique no nível que todos os atletas e patrocinadores esperam, o Clube de Pais está acertando os últimos detalhes. E a volta para casa vai ser em grande estilo, em um gramado novinho. Um verdadeiro tapete que está sendo preparado com todo o cuidado, para garantir a segurança de todos e o melhor futebol.

Nos próximos dias, serão divulgados o calendário de jogos e eventos e os nomes dos 14 capitães. Então é hora de ir preparando papel picado, trapos, bombos e trompetas. E também treinando as gambetas, tijeras, chilenas e o toca y me voy. E sejam todos bem-vindos à Superliga Argentina de Fútbol!

Diego Elias recebe prêmio especial fair play do Caipirão Paulista

O atacante Diego Elias, do Mogi Mirim, foi um dos destaques do Caipirão Paulista 2017 mais celebrados na festa de encerramento da temporada. Além de fazer parte da seleção de novos do campeonato do Clube de Pais, ele ganhou o troféu especial de Fair Play.

O lance que valeu o prêmio especial para Diego Elias foi um dos mais comentados do ano. Após um empate em 0 a 0 com o XV de Piracicaba na primeira partida das semifinais, o Mogi Mirim precisava da vitória no segundo jogo para avançar para a grande decisão.

A chance do Sapão abrir o placar apareceu aos 25’ do primeiro tempo. Em uma disputa com Bill, Diego Elias caiu na área e o árbitro marcou pênalti. Mas o jogador do Mogi, em uma atitude exemplar, avisou ao árbitro que a marcação estava errada.

O pênalti poderia ter dado ao Mogi a vaga na grande final, pois o jogo terminou com novo empate, desta vez em 2 a 2. Resultado que garantiu o XV, dono da melhor campanha, a oportunidade de seguir na disputa do título e conquistar o troféu.

Mas Diego Elias garante que não se arrepende. “Se tivesse sido gol naquele lance, eu não ficaria bem comigo mesmo. Então valeu a pena. Se acontecer de volta comigo, vou ter a mesma atitude”, afirmou o craque do Mogi.

Agora, Diego torce para que outros atletas do Clube tenham a oportunidade de receber o mesmo troféu. “É um prêmio inesperado. Eu não esperava que esse lance fosse gerar tanta repercussão. Estou muito feliz e espero que no ano que vem aconteçam mais lances em que outros jogadores tenham a mesma atitude e também possam ganhar esse prêmio”.

Fair Play

Maicon recebeu o troféu de goleiro menos vazado do Caipirão

O goleiro Maicon, do XV de Piracicaba, foi mais um homenageado na festa de encerramento do Caipirão Paulista 2017. Em campo em 26 das 27 partidas do time campeão da temporada, Maicon sofreu apenas 29 gols. Por isso, ele recebeu no último sábado (9) o prêmio de goleiro menos vazado do campeonato do Clube de Pais.

Segundo Maicon, a conquista do troféu teve um sabor especial. “É uma grande felicidade. Nos últimos cinco anos tive duas contusões sérias e fiquei algum tempo parado. E consegui dar a volta por cima, graças aos meus grandes amigos do XV consegui esse prêmio. Só tenho a agradecer a confiança que nosso capitão Jack depositou em mim”, afirmou.

Maicon disse ainda que jogar pelo XV foi uma grande alegria, devido à qualidade e à união da equipe. “O grupo montando pelo nosso capitão foi espetacular. Com uma defesa coesa, meio campo pegador e criativo e um ataque matador. Nos tornamos uma grande família durante este ano e foi um enorme prazer jogar ao lado de cada um”, ressaltou.

goleiro

Felipe Belon e Mesquita foram premiados como revelações do Caipirão Paulista

A festa de encerramento do Caipirão Paulista 2017, no último sábado (9), premiou os jogadores eleitos como revelações da temporada do Clube de Pais. Felipe Belon, da Ponte Preta, foi a Revelação de Novos. Já a Revelação Master, entre os atletas com mais de 40 anos, foi o pai novo Mesquita, do XV de Piracicaba.

Felipe Belon foi a grande força ofensiva da Ponte Preta na campanha do vice-campeonato. Após receber o prêmio, ele falou sobre como foi participar pela primeira vez do Clube de Pais. “Estou muito feliz por estar recebendo esse prêmio. Agora é só comemorar esta temporada. É um campeonato único, onde todo mundo é amigo e não existe rivalidade. Sou muito honrado em participar deste campeonato de muitas histórias”, afirmou.

Já o prêmio de Revelação Master foi para mais um dos destaques do campeão XV de Piracicaba. “Foi um ano maravilhoso. Primeiro por ser pai novo, estreante. Segundo por ter estado em um time maravilhoso, com um capitão fantástico. Tenho que dizer que este prêmio não é só meu. Para eu ter conseguido isso, foi graças aos meus amigos. Ano que vem estarei presente, se Deus quiser brigando por título novamenteª, disse Mesquita.

revelação