Neste fim de semana, teve início a Liga Retrô Curitibana com o já tradicional Torneio Início. O Ipê Futebol Clube, do capitão Celles, sagrou-se campeão ao bater o time União Juventus na decisão. A vitória veio na cobrança dos pênaltis (2 a 0), depois de empate em 0 a 0 no tempo normal. Ao todo foram 20 jogos, marcados pela pontualidade do torneio em relação aos horários programados e ao equilíbrio nos jogos, tendo em vista que sete confrontos foram decididos nos pênaltis, incluindo a decisão.
“O trabalho da diretoria no início do ano é fazer com que o campeonato seja o mais equilibrado possível e dentro da harmonia que é o Clube de Pais. E acho que a gente conseguiu. A decisão foi nos pênaltis e jogos das quartas de final nos pênaltis também. É bem interessante isso, porque mostra a competência que a diretoria tem, não só a de esportes mas toda ela, para conseguir montar esse campeonato e deixá-lo cada vez maior”, destacou o diretor de esportes Zé Maranhão.
O capitão Celles, do Ipê, vencedor do Torneio Início entra na competição regular com o primeiro título do ano, mas lutará contra as estatísticas. A última vez que um time venceu o Torneio Início e o Campeonato Regular foi em 2015, na Major League Soccer, com o New York City fazendo o feito. No geral, em 40 anos, poucas equipes conseguiram a façanha.
“A gente entra em qualquer torneio para ganhar. O time se portou bem, mas agora começa o campeonato que é outra coisa bem diferente, é tiro longo. Precisamos organizar algumas substituições, mas achei meu time bem consolidado. Uma frente veloz e a defesa bem consciente. Vamos buscar quebrar essa mística do Torneio Início”, concluiu Celles.
Casa cheia, amigos, família, conversa, primeiro contato dos times confraternizando após as escolhas e fim do mistério dos uniformes. O evento de abertura da Liga Retrô Curitibana foi um sucesso na noite desta quarta-feira (22), no Ekletico Gastro Bar. O evento contou com a participação de 236 pessoas e teve o famoso desfile dos uniformes da competição deste ano. No sábado e domingo, ocorrerá o aguardado Torneio Início, pontapé inicial do nosso torneio.
O presidente do Clube de Pais, André Andrade (Pelúcio), destacou a presença das famílias e espera que o convívio se mantenha durante o ano. “Nossa expectativa é contar com a presença das famílias e crianças. Ano após ano, isso tem sido uma marca do nosso campeonato. Hoje tivemos um público muito grande, o que nos deixa com uma expectativa boa para esse ano. Foi uma participação grande dos times, contando com o engajamento dos atletas, e esperamos que as famílias também participem desse ambiente dos jogos e festas. Esse é o espírito do nosso colégio”, avaliou André.
O diretor de eventos, Luiz Jr. (Bill), também destacou a presença dos atletas com seus familiares. “Nosso lema é esse. Somos um Clube de Pais. Então, o envolvimento da família é essencial. Nada mais justo do que organizar um evento pensando nas esposas e nas crianças e organizar com o brilhantismo que essa diretoria tem. Agradecer a todos os envolvidos, especialmente a diretoria de eventos por esse sucesso”, afirmou.
Bill também comentou sobre o planejamento para os próximos eventos. “Nosso próximo evento será o Festival Solidário, que será no meio do ano. Já estamos pensando neste projeto e vai ser bem bacana. Podem esperar que vai ser um sucesso. E também vai ter um especial no final do ano. Ano passado tivemos um orçamento mais apertado e como o pessoal gosta de festas, temos que estar mais preparados. Já estamos nos dedicando para achar um lugar maravilhoso e estourar a boca do balão com mais de 500 pessoas, com o envolvimento familiar, e fecharmos um ano que será espetacular”, destacou Bill.
Após 11 anos longe dos gramados do Clube de Pais, Rodrigo Zanin está de volta ao campeonato. Durante a festa não escondeu a alegria do retorno. “Não tenho palavras para dizer. O Clube de Pais é uma família. Voltar a jogar arrepia a pele. O trabalho nos tira de coisas importantes, mas quero retomar algo que fez parte de toda minha infância e juventude. Muito bom rever amigos antigos. Estou de volta e quero ficar por mais um longo tempo”, comentou Zanin.
Gabriel Trevisan também é um estreante, por assim dizer. Filho do Trevisan, já é figura conhecida, mas agora inicia sua trajetária como ex-aluno e atleta do Clube de Pais. “Uma expectativa muito alta. Sempre frequentei este ambiente desde pequeno, sempre com todo mundo. Uma emoção muito grande, com muita vontade e quero ganhar”, concluiu GT.
Os “teams” para a temporada 2023 do Clube de Pais estão formados! Os 14 quadros que disputarão a Liga Retrô Curitibana foram definidos na noite desta segunda-feira (20), no tradicional “meeting” de escolha das agremiações, no Colégio Marista Paranaense.
O famoso “draft” do Clube de Pais aconteceu no auditório do Núcleo de Atividades Complementares (NAC) e reuniu boa parte dos 238 “footballers” que estarão em ação no campeonato mais organizado do “association” amador de Curitiba.
E teve novidade neste ano! A ordem de escolha dos atletas foi sorteada durante o evento, deixando a tarefa ainda mais desafiadora para os capitães.
O time sorteado com a letra “A” foi o Celeste, do capitão Murilo, que ganhou o direito de fazer a primeira escolha do Kit 1. O craque Pisca, um dos artilheiros da última temporada, foi o eleito.
Na sequência, a escolha prosseguiu com Paraná Sports, Brasil, Savóia, Marumby, Belmonte, Poty, Ipê, BECA, Juventus, Morgenau, América, Real e Aymoré, selecionando seus componentes até a formação completa das equipes, com o Kit 16.
A bola vai rolar!
O “ground” do Colégio Paranaense é citado pelos historiadores como um dos primeiros campos de futebol do estado, ativo desde que o padre Manequinho adquiriu sua famosa bola Olimpic, nos primeiros anos do século passado.
Agora, faltam poucos dias para a cancha histórica receber a 44ª edição do campeonato do Clube de Pais. A bola vai rolar primeiro para o Torneio Início, no próximo sábado (25), a partir das 8h. E a primeira rodada da Liga Curitibana Retrô está marcada para o final de semana seguinte, no dia 1º de abril.
Mas antes dos atletas entrarem em ação, é hora de conhecer os uniformes da temporada, na Festa de Abertura da temporada. Será nesta quarta-feira (22), no Eklético Gastro Music Bar (Avenida Iguaçu, 2142), a partir das 19h.
Confira como ficaram os times, com os atletas de cada kit:
A temporada 2023 do Clube de Pais vai revisitar os primórdios do futebol em Curitiba e clubes amadores que marcaram época na cidade! Neste ano, o tema do campeonato será a Liga Retrô Curitibana, com uma homenagem a clubes históricos da capital paranaense.
A partir do início de abril, 14 times estarão em ação no campo do Colégio, na disputa pelo Troféu Alfredo Carlos Scremin. Os atletas que defenderão cada clube serão definidos no dia 20 de março, no tradicional evento de escolha das equipes.
Enquanto a bola não rola para mais uma edição do campeonato, é hora de relembrar um pouco da história das camisas que farão parte de mais uma edição do melhor campeonato de futebol amador da cidade!
AMÉRICA
Fundado em 1914, o América tem suas origens dentro do Internacional FC. Sua criação foi consequência do grande número de atletas que praticavam futebol no Internacional, clube que foi o responsável pela construção da Baixada do Água Verde, atual Arena da Baixada.
Em 1917, o América uniu suas forças com o Paraná Sports e conquistou o título do Campeonato Paranaense. A união durou apenas até o ano seguinte e os dois clubes seguiram suas trajetórias de forma separada. Em 1924, foi a vez de América e Internacional se unirem, desta vez definitivamente, dando origem ao Club Athletico Paranaense.
AYMORÉ
O Aymoré Sport Club foi fundado em 1915 e tinha sua sede localizada na Rua Riachuelo, 65, no centro de Curitiba. Era um clube voltado para eventos sociais, que enveredou no futebol amador no final dos anos 1910.
O Aymoré disputou o Campeonato Suburbano de Curitiba em 1919, organizado pela Liga Sportiva Municipal (LSM).
BECA
O BECA (Bloco Esportivo Capão da Amora) foi fundado em 1950. Entre 1951 e 1961 disputou a chamada Terceira Divisão da FPF (uma espécie de Segunda Divisão da Suburbana). Foi vice em 1958 e 1961.
O clube tricolor tinha seu campo próximo à conhecida Capelinha do Portão, hoje transformado em prédios residenciais. O BECA foi extinto em 1972.
BLOCO MORGENAU
Em 1932, o atual bairro do Cristo Rei era considerado uma região afastada de Curitiba. Parte dela era conhecida como Vila Morgenau, denominação que foi adotada na fundação do Bloco Esportivo Morgenau.
Entre 1951 e 1964, o Bloco Morgenau disputou o Campeonato Paranaense profissional. Apesar de sua coleção de últimos e penúltimos lugares, todo mundo adorava torcer para o tricolor, porque a moçada jogava na base do amor.
Às vezes, tinha por hábito surpreender os grandes times. Surpreender, no caso, era arrancar um empate inesperado. Na maioria dos jogos, o resultado terminava em goleada.
BRASIL
O Brasil Sport Club foi fundado em 1917, no bairro do Juvevê. Disputou os campeonatos suburbanos da capital paranaense por muitos anos. Já no seu primeiro campeonato, em 1919, a equipe sagrou-se campeã.
Em 1929, o Brasil disputou o Campeonato Paranaense, enfrentando os grandes clubes da cidade. Em um campeonato que reuniu oito times, a equipe auriverde terminou em um honroso quinto lugar, atrás apenas de Athletico, Palestra Itália, Britânia e Coritiba.
BELMONTE
O Clube Esportivo Belmonte foi fundado em 1939 e era sediado na Vila Guaíra. Toda a sua trajetória foi escrita na Suburbana, com momentos de grande sucesso.
Logo no primeiro Campeonato Citadino, em 1941, sagrou-se campeão invicto. Em 1952, voltou a levantar a taça de forma invicta, nos Aspirantes. Foi bicampeão do Torneio ACEP em 1955 e 1956 e venceu o Torneio Início da Primeira Divisão, em 1965.
O Clube Esportivo Belmonte existiu até 1968, quando acabou extinto.
CELESTE
O Celeste Futebol Clube foi clube com sede no Bigorrilho, fundado em 1943.
A partir de 1948, entrou oficialmente na disputa da Suburbana, inicialmente na Terceira Divisão. Em 1950 quando o seu rival União Bigorrilho foi campeão, o Celeste ficou com o vice-campeonato. Os confrontos entre Celeste e União Bigorrilho eram de estremecer já que os clubes eram do mesmo bairro.
Em 1960, o clube encerrou suas atividades após a temporada.
IPÊ
O Ipê Futebol Clube era conhecido como o “Canarinho de Santa Quitéria”. Foi fundado em 1940 e sua sede (atual Estádio Maurício Fruet) era localizada na Rua Professor Brasílio Ovídio da Costa.
Participou dos campeonatos citadinos de futebol amador de Curitiba de 1948 a 1971. No Supercampeonato da Terceira Divisão de 1952, o Ipê Futebol Clube se sagrou campeão. Em 1954, levantou a taça da Série Azul da Terceira Divisão. Em 1961, o Ipê voltou a faturar o título da Terceira Divisão.
O Ipê Futebol Clube deixou de existir após se fundir com o Vila Inah Esporte Clube, em 1971, dando origem à Sociedade Esportiva Santa Quitéria.
MARUMBY
O Marumby de Futebol foi fundado em 1975 e tinha sua sede na Rua Dr. Faivre, no Centro de Curitiba. A escolha das cores foi feita através de um estudo com parecer de técnicos de programação visual. As cores são as que mais se destacam na TV com transmissão colorida.
Com a participação de três equipes, o Marumby disputou o Torneio de Acesso de 1976, em que se definiria o 14º clube que integraria a Primeira Divisão do Campeonato Paranaense profissional. Mas foi derrotado pelo Arapongas e pelo 9 de Julho, de Cornélio Procópio.
Ainda em 1976, disputou o Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. Porém, mais uma vez a campanha foi aquém do esperado. Então, com menos de um ano de existência, a diretoria tomou a decisão radical e encerrou as atividades do Marumby.
POTY
Fundado em 1925, o Poty Sport Club tinha seu estádio localizado na Rua Padre Anchieta, na atual Praça 29 de Março.
O Poty existiu até a década de 60, disputando os campeonatos amadores da Federação Paranaense de Futebol. Chegou a participar do “Torneio Curitiba”, em 1931, com clubes profissionais, juntamente com Athletico, Coritiba, Ferroviário, entre outros.
O “Tricolor da Galícia” participou algumas vezes do Campeonato Paranaense da Segunda Divisão. O seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona de 1954. Foi Supercampeão de 1955.
PARANÁ SPORTS
Foi fundado em 1910, por funcionários do “London Bank” e por ferroviários ingleses que trabalhavam na empreiteira “American South Brazilian Engineering Co”, que era sediada em Ponta Grossa e transferiu-se para a capital. Possuía sua sede no Bairro Batel.
Em 1917, houve a união com o América e a conquista do título de campeão paranaense. Mas no ano seguinte o América-Paraná não reeditou a boa campanha, ficando na quinta posição. A fusão foi desfeita em 1919 e o Paraná Sports seguiu disputando o campeonato até 1926, quando foi extinto.
SAVÓIA
O Savóia foi o clube que se notabilizou como o que mais mudou de nome na história do futebol paranaense. Foram diversas mudanças ao longo de oito décadas, visando sempre a sua sobrevivência.
O clube nasceu em 1914, no bairro Água Verde. Ao longo de sua existência, foi Savóia Operário, Savóia Água Verde, Avaí, Brasil, Água Verde e finalmente, em 1971, Esporte Clube Pinheiros. No final de 1989, o Pinheiros se uniu ao Colorado, dando origem ao Paraná Clube.
REAL
O Real Esporte Clube foi fundado em 1954. O primeiro grande triunfo aconteceu seis anos depois, quando se sagrou campeão do 1º Campeonato Amador do Paraná, em 1960.
A equipe disputou a histórica 1.ª Taça Paraná em 1964, representando com êxito o futebol amador de Curitiba, chegando até as semifinais. O Real acabou eliminado pelo Ferroviário, que depois se tornaria o grande campeão.
Apesar dessa trajetória, o Real acabou sucumbindo ano a ano até chegar ao fundo do poço, o que determinou de forma peremptória o seu fim, em 1968.
UNIÃO JUVENTUS
Fundado em 1922 com o nome Strzelec, em pouco tempo mudou para Junak, que em polonês significa jovem destemido (pronuncia-se iunaque). Em 1935, começou a participar do Campeonato Paranaense profissional.
Em função de disputas políticas internas, o Junak foi substituído por Juventus, pois no clube também havia muitos imigrantes italianos.
Foi dono de um charmoso estádio dos anos 1930 e 1940: o Franklin Delano Roosevelt, na Rua Carlos de Carvalho, no Batel, onde atualmente está o supermercado Angeloni.
Tinha mania de às vezes derrotar os adversários mais fortes da capital, como Athletico, Coritiba e Ferroviário, o que lhe valeu o apelido de Fantasma do Batel. As surras que levou foram esquecidas, naturalmente, mas os êxitos são eternos.
O campeonato paranaense de 1949 foi o último como profissional. Durante as décadas de 1950 e 1960 o Juventus voltou a participar de torneios amadores.
Jean, Pisca e Barp. Eles foram os principais goleadores do ano no Clube de Pais e receberam o reconhecimento na festa de encerramento do Scudetto 2022.
Jean, do Parma, e Pisca, do Milan, marcaram 24 gols cada e ficaram com o prêmio de Artilheiros de Novos, para atletas com menos de 40 anos.
“Foi uma temporada espetacular. Até me emociono ao falar. Foi um ano cheio de desafios. Perdi meu pai no início do ano e foi uma superação para mim. Se fui campeão e conquistei o que conquistei, foi por causa da minha equipe. Pelas pessoas que estiveram do meu lado e me apoiaram, mas especialmente da estrela lá no céu, que viu todos os meus jogos, que me ajudou e estava ali comigo sempre. Eu dedico esse prêmio ao meu pai, que está lá no céu e sei que está muito orgulhoso de mim”, disse Jean.
“Todo ano é diferente, porque os times mudam e você está sempre conhecendo e jogando com pessoas novas. Conseguir conquistar isso ao longo dos anos é sempre uma honra. Os companheiros de time são quem ajudam a gente a fazer os gols, mas estar entre os destaques é sempre um motivo de orgulho, em um campeonato tão disputado”, afirmou Pisca.
Pisca e Jean
Barp, da Udinese, ficou com o prêmio de Artilheiro Master, com 15 gols marcados.
“Este ano foi uma surpresa muito grande para mim. A minha vida inteira eu joguei sempre como zagueiro ou meia defensivo. Nos últimos anos, comecei a jogar mais do meio para frente, mas nunca como atacante. Então, ter sido Artilheiro Master foi uma surpresa inacreditável. Nunca imaginei que isso fosse acontecer. Isso acabou ajudando nosso time a chegar à final e disputar de igual para igual com o melhor time”, ressaltou.
A festa de encerramento do Scudetto 2022 também premiou as revelações da temporada no Clube de Pais. Lucas Bianco, do Napoli, e Marcelo Stepora, da Lazio, faturaram os troféus.
Lucas Bianco
Lucas Bianco ajudou o Napoli a chegar à terceira posição no Grupo A e às quartas de final da competição. Em sua primeira temporada no Clube de Pais, ele ficou com o prêmio de Revelação de Novos, entre os jogadores com menos de 40 anos.
“É uma verdadeira honra. O campeonato é sensacional. Tenho que agradecer ao meu capitão, aos meus pais, a todo mundo que organiza essa competição. Jogar com o Napoli foi sensacional. Dentro e fora de campo fomos muito unidos, muito fortes. Sabíamos até onde podíamos ir. Joguei com amigos que vou levar para a vida toda”, disse.
Marcelo Stepora foi um dos destaques da Lazio, na campanha que garantiu a liderança do Grupo A e a terceira colocação no Scudetto.
“Pode soar um pouco clichê, mas me sinto muito abençoado por ter sido recebido no Clube de Pais. Para mim, é uma família dentro da família, tipo estar com os primos preferidos ou com aqueles tios que são os mais legais. Fico ainda mais feliz e muito lisonjeado por receber um prêmio tão importante, principalmente por ter acompanhado muitos jogos e ver a quantidade de excelentes jogadores que participaram do campeonato. Mas, em esportes coletivos, as conquistas individuais ficam em segundo plano. Jogar pela Lazio foi a ‘cereja do bolo’. Uma equipe muito comprometida dentro de campo e ainda mais gigante fora dele. Agradeço muito a todos e a cada um de vocês por me receberem tão bem. Forza, Lazio!! E se o Scudetto não veio, provavelmente devemos ter levado o prêmio de ‘festeiros do ano’, já que era um churrasco atrás do outro”, afirmou.
Ele ajudou o Parma a terminar o Scudetto 2022 como o time com a melhor defesa do Clube de Pais. E, é claro, com o título da temporada.
Bill e filho
O goleiro Bill foi um dos pontos fortes do time campeão e faturou também o prêmio de melhor goleiro da competição. Troféu recebido na festa de encerramento do ano.
“É um orgulho muito grande, principalmente porque é o primeiro título em que o meu filho me vê jogando. Ele tem seis anos e eu tinha parado há uns dez anos. Agora, voltando a jogar, com a minha família junto, com o meu filho presenciando essa conquista, é muito importante para mim. A equipe do Parma teve um elenco sensacional, que levou a sério, com todo mundo focado. O final foi como a gente queria, com o título”, disse.
A festa de encerramento do Scudetto 2022, neste sábado (10), premiou como craques da temporada o atacante Jean, do Parma, e o volante Badu, capitão da Udinese.
Jean ficou com o prêmio de Craque de Novos, entre os atletas com menos de 40 anos. Nesta temporada, ele liderou o ataque do time campeão.
“Recebo esse prêmio com muita felicidade. Quando o coletivo vai bem, o individual aparece. A nossa equipe foi a melhor do começo ao fim, em pontos, em presenças… Eles me ajudaram muito a conquistar, não foi nada sozinho. Devo tudo ao apoio deles. Para mim é uma honra receber esse prêmio no campeonato que eu sempre quis participar. Para mim é uma emoção muito grande”, disse Jean.
Badu e Jean
Badu, que liderou a Udinese rumo ao vice-campeonato, foi escolhido como Craque Master.
“Não sei se estou mais surpreso ou mais feliz. É uma baita de uma satisfação. Eu acho que este prêmio é um merecimento da Udinese. Do que a gente fez no campeonato, de como a gente jogou, de como eu armei o time e como meu time facilitou para mim, para que eu ganhasse esse prêmio. Está sendo sensacional o reconhecimento. Mas o que me deixa mais feliz é colocar outras pessoas na seleção, sendo lembradas na eleição. Quase todo o meu time estava ali, pelo menos entre os três. Isso para mim foi o que mais valeu”, afirmou.